Klaus Hart Brasilientexte

Aktuelle Berichte aus Brasilien – Politik, Kultur und Naturschutz

Brasilien – italienischer Padre Renato Chiera 70 – Gründer der renommierten Ausbildungsstätte “Casa do Menor” bei Rio de Janeiro. Chiera zählt zu den besonders engagierten katholischen Menschenrechtsaktivisten Brasiliens.

http://casadomenor.org.br/cmsma/

http://www.hart-brasilientexte.de/2011/04/25/radio-vatikan-uber-padre-renato-chiera-in-rio-de-janeiro/

Chiera contra Sextourismus:”Ihr italienischen Schweine – macht euch zurück nach Italien!”

http://www.hart-brasilientexte.de/2012/09/17/brasilien-groste-verbrecherorganisation-pcc-exekutiert-tagtaglich-menschen-laut-staatsanwalt-des-teilstaats-sao-paulo-das-gesamte-gefangnissystem-brasiliens-wird-vom-pcc-beherrscht/

Die Einstufung durch das Weltwirtschaftsforum 2012: http://www.hart-brasilientexte.de/2012/09/13/brasilien-und-das-organisierte-verbrechen-unter-dilma-rousseff-die-bewertung-des-weltwirtschaftsforums-2012-platz-122-unter-144-staaten/

“Krieg in Rio – gegen wen? Krieg in Rio gegen die Diktatur des organisierten Drogen-Verbrechens? Krieg gegen die Jungen und Heranwachsenden, die von Gesellschaft und Regierenden seit vielen Jahren vergessen worden sind?” Italienischer Priester Renato Chiera, Doktor der Philosophie, Gründer des Jugend-Sozialprojekts “Casa do Menor S.M. Arcanjo” in Rio de Janeiro. “Wer schuf das Drogenbusiness und die Drogengangster? Wer profitiert in Wahrheit von den Milliarden, die das organisierte Verbrechen erwirtschaft?” **

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“Krieg gegen die ausgeschlossenen Kinder Brasiliens, nicht wahrgenommen, nicht geliebt und ohne Zukunft?”

GUERRA NO RIO: CONTRA QUEM?  

Guerra no Rio contra a ditadura do narcotráfico? Guerra contra os jovens e adolescentes que  a  sociedade e os governos esqueceram há muitos anos?  Guerra contra os filhos do Brasil excluídos,não vistos e não amados e sem futuro? Quem gerou o narcotráfico e os narcotraficantes?

http://www.hart-brasilientexte.de/2011/02/18/im-complexo-do-alemao-geschah-eine-raubzug-operation-dutzende-von-reportern-und-kameraleuten-waren-dort-doch-dies-entging-ihrer-beobachtung-o-estado-de-sao-paulo-kritik-an-unkritischer-hurra/

Quem de verdade fatura  com bilhões gerados pelo trafico?

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Padre Renato Chiera.

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/12/02/der-militar-und-polizeieinsatz-von-rio-de-janeiro-ist-eine-farce-und-entbehrt-jeglicher-rechtsstaatlichkeit-luis-de-barros-vidal-prasident-der-brasilianischen-richtervereinigung-fur-demokratiea/

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/12/05/rio-de-janeiro-polizisten-zwangen-zehnjahrigen-zu-erfinden-das-er-von-banditen-verwundet-wurde-berichtet-lokalzeitung/

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/12/06/der-alltag-brasilianischer-jugendlicher-unterscheidet-sich-gar-nicht-so-stark-von-dem-der-deutschen-schwabische-post-entspannt-und-fleisig-in-brasilien/

Acompanhei com espanto uma guerra verdadeira no Rio que durou mais de uma semanaUma guerra nunca acontecida  antes: guerra  contra os nossos adolescentes e  jovens, que espalham terror e medo, incendiando  carros, ônibus, caminhões e colocando bombas relógio e que criaram um poder paralelo e tem capacidade de encarar o estado. Vibrei com a chegada da Policia militar com 20 mil homens. Vibrei com a chegada da marinha e do exercito e da policia federal e do BOPE.  Vi a população acolher até com sinais de festa e com bandeiras colocadas nas janelas, a chegada dos “libertadores” de uma ditadura do narcotráfico que mantém reféns inteiras comunidades.A desconfiança do povo  contra a policia é motivada pelo passado e pela chegada de falsos libertadores como a milícia.È a primeira vez que a policia é bem aceita e recuperou uma certa auto estima depois de anos de corrupção e conivência com o crime organizadoAcompanhava as noticias e queria saber se esta guerra podia ser ganha sem derramar muito sangue Mas quando com a TV consegui entrar  nas duas favelas, há anos inacessíveis, onde moram mais de 400 mil pessoas, em  total abandono em todos os sentidos há dezenas de anos, quando apareceram os rostos destes bandidos perigosos: rostos de adolescente e jovens, descalços, sem camisa,  com varias tatuagens, caras enrugadas, olhos apagados,alguns presos pela policia, a maioria  fugindo a pé, largando tudo, descobri quem eram estes bandidos perigosos contra os quais tivemos que usar todas as forças  de guerra  e de defesa do nosso governo.Senti uma dor profunda e percebi que não são estes pé de chinelo os que de verdade lucram com o trafico, nem os chefões que constroem mansões mas um poder invisível e anônimo que não aparece.  Me veio uma grande pergunta: Bandidos ou filhos violentos porque não amados por ninguém e usados como “bucha de canhões”. E ainda:contra quem a sociedade está fazendo a guerra com tanque e carros armados e metralhadoras e atiradores  de elite? Quando eu vi o poder de fogo, e de resistência e de movimentação de centenas de jovens adotados pelo  exercito do Narcotráfico,  me perguntei: como deixamos tudo isso nascer e se fortalecer em quase 30 anos, sem fazer nada e sem intervir  nas causas que geraram exércitos de desesperados,  excluídos, revoltados e violentos? Aí parei e fiquei triste.São nossos filhos que as famílias não educaram e não amaram, que a escola não alcançou, que a comunidade discriminou, que o governo esqueceu, que as políticas publicas não levaram em consideração  e que, de filhos que eram ou deveriam ser, se tornaram perigosos e temíveis  bandidos, sem nada para perder.São os filhos das nossas comunidades empobrecidas ( favelas e não), que o progresso não adotou, que o consumismo seduziu e que não tiveram nenhuma oportunidade, sem amor, sem escola, sem profissão e sem possibilidade de um trabalho digno. São adolescentes e jovens sem futuro, alguns muito inteligentes, (os chefes ou aspirantes chefes? ) que se organizaram na clandestinidade ,formando um mundo e um  estado paralelo onde possam sobreviver, procuraram na criminalidade a visibilidade , a” cidadania “negada, o dinheiro fácil, e  se armaram para  agredir uma  sociedade e um sistema  que os excluiu, e agora faz  guerra contra  quem gerou mas não acompanhou.Eu recebo quase todo dia adolescentes assim na casa do menor.Hoje chegou  na casa do menor um adolescente magro,dentes quebrados,16 anos e se apresentou assim: eu sou um ex-traficante.E assim dezenas que chegam feridos no corpo mas mais na alma.Dizia hoje este adolescente: eu tenho em mim muita magoa,raiva contra meus pais que me abandonaram desde pequenos e não me procuraram nuncaO governo do Rio devia fazer o que  fez, ninguém agüentava mais a opressão e o medo das varias facções, donas do morro, mas devemos refletir  todos juntos sobre o que está acontecendo no nosso Rio e pode acontecer no Brasil inteiro de um momento ao outro Fazemos  uma guerra que nunca aconteceu na historia da humanidade.Uma guerra não contra países  inimigos que nos ameaçam,  mas contra os nossos próprios filhos que viraram monstros perigosos, cruéis e dispostos a tudo para ter dinheiro,ter  mansões,  carros, motos, roupas na moda,  rádio e celulares. Não é isso que prega todo dia nossa sociedade consumista  e hedonista?Uma guerra de todos contra nossos filhos, filhos de nossas famílias, filhos do nosso Rio,  cidade maravilhosa ( mas não para todos), filhos do nosso estado rico em petróleo e belezas, filhos do nosso Brasil  que está se desenvolvendo e se tornando quinta  potencia econômica.Uma guerra que  nos custa muito mais daquilo que custaria dar escola,profissão ,futuro.Sentido de alivio:  guerra vencida ou derrota de uma sociedade  inteira que não cuida  dos seus filhos mais necessitados?Podemos sossegar? Não!Duas favelas foram ocupadas, mas existem muitas outras.Agora precisa ajudar estes bandidos e outros candidatos á marginalidade, a encontrar oportunidades e alternativas  ao narcotráfico ou á  criminalidade e preservar os nossos meninos e meninas que ainda não estão no narcotráfico. Sei que meninos e meninas da  baixada fluminense estão sendo nestes tempos  treinados para se tornarem traficantes profissionais e abrir e gerenciar bocas de fumo  na grande e carente baixada fluminense,com a descentralização do trafico do Rio em vista da Copa do mundo e das Olimpíadas. O que esta acontecendo com nossos filhos que não são mais uma esperança e um dom para nossa pátria amada Brasil, mas ameaça para todos?Devemos atacar as causas profundas e não agir apenas nas conseqüências ou nossa sensação de vitória e  de paz durará pouco.E porque não se vigiam as fronteiras e porque este trafico livre de armas? Porque a grande  imprensa e poderosos não apoiaram o  plebiscito para  o desarmamento no Brasil?O Rio tem mais de mil favelas e a baixada é quase toda uma grande favela que foi sempre abandonada e é  espaço propicio para quem quer lucrar usando mão de obra  barata de adolescentes  e jovens sem perspectivas.Fico feliz de ter fundado na baixada  há  25 anos atrás  a  casa do menor S M.Arcanjo, hoje espalhada pelo Brasil afora,que já ofereceu oportunidades verdadeiras á  milhares de adolescentes e jovens  sem amor e sem futuro ,que agora, com escola e profissão, se tornam protagonistas e cidadãos , não mais ameaças, mas orgulho do nosso Brasil.Modelo profético de políticas publicas?Não vencemos ainda a guerra contra o poder do narcotráfico  e a criminalidade,apenas uma pequena batalha. Espero que tudo aquilo que está se fazendo no Rio,não seja apenas em vista da Copa do mundo e das Olimpíadas, mas seja expressão de uma vontade política sincera para um Brasil para todos.È possível e não custa como a repressão da violência.

PADRE RENATO CHIERA

Doutor em filosofia e  fundador da Casa do Menor S.M.Arcanjo.

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/10/22/fabio-konder-comparato-wir-hatten-bis-heute-nie-demokratie-wir-leben-immer-unter-einem-oligarchischen-regime-menschenrechtsaktivist-rechtsprofessor-an-brasiliens-fuhrender-bundesuniversitat-us/

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/11/20/schwarze-in-brasilien-proteste-gegen-rassismus-in-der-demokratie-unter-lula-tag-des-schwarzen-bewustseins-dia-da-conciencia-negra-fotoserie/

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Atherino 2009.

Brasilien – die Pastoral das Favelas in der Erzdiözese Rio de Janeiro, Pastoralleiter Monsenhor Luis Antonio Pereira Lopes vor der Gemeindekirche in Jardim America. Katholische Kirche und gravierende Menschenrechtsverletzungen in Brasilien. **

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Monsenhor Lopes beim Website-Interview 2012.

Laut Monsenhor Lopes dauert der Terror der Banditenkommandos gegen die Favelabewohner weiter an – diese befänden sich angesichts der neofeudalen Herrschaft des organisierten Verbrechens in regelrechter “Sklaverei.” Slumbewohner berichteten 2012  im Website-Interview, Mißliebige würden von den Banditenkommandos willkürlich erschossen. Wer etwa ein Fahrzeug habe, werde gezwungen, für die Gangsterorganisationen Transporte auszuführen. Ein Slumbewohner, der einen alten LKW besaß, weigerte sich einmal, Raubgut abzuholen – wurde sofort erschossen – die Backsteinkate, in der er mit seiner Familie wohnte, wurde von dem betreffenden Kommando übernommen, genehmen Slumbewohnern verkauft. Auch wer nur im Verdacht stehe, der Polizei irgendwelche Informationen zu gebe, werde gefoltert und ermordet, hieß es weiter.

Derartige neofeudale Machtstrukturen existieren in den Slums von Rio seit Jahrzehnten – der dokumentarische Spielfilm “Tropa de Elite 2? zeigt auch, wie politisch einflußreich das organisierte Verbrechen ist.

Die Situation u.a. in den Rio-Slums 2012 zeigt anschaulich, daß von ernsthafter Bekämpfung  der Drogenmafia keine Rede sein kann – zumal die Wachstumsbranche Crack weiter stark im Aufwind ist. Daher wird viel offizielle Propaganda über Drogenbekämpfung nach Europa durchgeschaltet.

Weil die Herrschaft des organisierten Verbrechens über die Slumbewohner von den zuständigen Autoritäten zugelassen wird, stößt auch die Seelsorge der katholische Kirche, deren Sozial-und Politisierungsarbeit auf immense, für durchschnittlich über Brasilien informierte Mitteleuropäer schwerlich vorstellbare Schwierigkeiten.

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Die Kirche – von den Gemeindemitgliedern in gemeinsamer Arbeit errichtet.

http://www.ila-web.de/brasilientexte/slumdiktatur.htm

Geistliche, kirchliche Menschenrechtsaktivisten wirken in den Favelas in permanenter Lebensgefahr, erleben tagtäglich bizarre, empörende Situationen. Das in mitteleuropäischen Ländern wie Deutschland u.a. vom neoliberalen Mainstream gezeichnete Bild der katholischen Kirche ist angesichts ihrer Menschenrechtsarbeit daher entsprechend.

http://www.matrizsantarosadelima.com.br/

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http://www.hart-brasilientexte.de/2009/11/05/rio-de-janeiros-bischofliche-slum-seelsorge-und-die-menschenrechtslage-in-der-olympia-stadt/

Lage in Sao Paulo:  http://www.hart-brasilientexte.de/2011/11/27/zdf-adveniat-gottesdienst-in-favela-cachoeirinha-von-sao-paulo-2011-brasiliens-kontraste-fotoserie/

Luis Antonio Pereira Lopes, Leiter der Slum-Pastoral in der Erzdiözese Rio de Janeiro. Gesichter Brasiliens. **

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”Die Slumbewohner wurden ihrer Basis-Menschenrechte beraubt – die tatsächlichen Opferzahlen werden verschleiert. In den letzten zehn Jahren hat sich die Zahl der Slums in Rio verdoppelt, liegt jetzt offiziell bei 1043. Ein Drittel der Rio-Bewohner haust in Favelas. Die jüngsten Ereignisse haben das Desaster der Sicherheits-und Menschenrechtspolitik offenbart.

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/09/03/protest-gegen-massaker-an-dreisig-menschen-bei-rio-de-janeiro-durch-todesschwadron-militarpolizisten-beteiligt-fotoserie/

Damit die Favela-Bewohner überleben können, müssen sie sich mit den Banditen gut stellen, eine Politik der guten Nachbarschaft pflegen, wie wir es nennen. Befehle,  Regeln müssen unbedingt eingehalten werden. Jene jungen Gangster sind Brasilianer, denen man keinerlei Chance gab, sich persönlich zu entwickeln und zu bilden. Das organisierte Verbrechen bietet indessen Pseudo-Chancen an, alles was ein junger Mensch möchte. Dazu zählt schicke Kleidung, ein tolles Auto –  doch der Preis dafür ist eben das eigene Leben. All diese jungen Banditen leben nur kurz, sterben sehr früh. Doch bei solchen Gefechten wie jetzt werden auch viele unbeteiligte, völlig unschuldige Slumbewohner getötet. In den Slums fehlt der Staat, fehlen Institutionen, die den Kindern ethische Prinzipien beibringen. Auch die Kirche müßte dort viel präsenter sein. Denn wer erzieht denn die Jugend dort, wenn deren Eltern abwesend sind, außerhalb des Slums irgendwo Geld verdienen müssen ? Jene, die dort ständig präsent sind –  also die Banditen. Sie sind gerissen und wissen gut, mit den Kindern umzugehen, brauchen diese ja künftig als Arbeitskräfte, damit die kriminellen Geschäfte weiterlaufen können. Aus all diesen Gründen hat die Bischofskonferenz ihre diesjährige Brüderlichkeitskampagne der öffentlichen Sicherheit gewidmet. Und die gespannte Lage in Rio de Janeiro beweist, daß die Kirche ein hoch aktuelles Thema aufgriff, das den Menschen auf den Nägeln brennt.”

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/10/20/mein-sohn-war-ein-krieger-sagt-mutter-des-abgeschossenen-piloten-von-rio-de-janeiro-neue-gefechte/

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/10/17/krieg-auf-dem-morro-dos-macacos-von-rio-de-janeiro-youtube-anklicken-bope-im-einsatz/

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Mitarbeiter der bischöflichen Slum-Pastoral von Rio de Janeiro

Banditenkommandos von Rio de Janeiro nutzen immer wieder Kirchtürme, sogar die Wallfahrtskirche im Stadtteil Penha als Beobachtungsstützpunkte der Polizeibewegungen.

Brasilien: Die Aktualität von “Tropa de Elite” – Wem nützen Banditendiktatur und immer mehr No-Go-Areas? José Murilo de Carvalho, Alba Zaluar, Luiz Eduardo Soares. Ersticken von Protestpotential, verhinderte Politisierung. **

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 Brasilianische Sozialwissenschaftler analysieren die bürgerliche Demokratie des Tropenlandes  und spezielle Menschenrechtsverletzungen.

Die rasch wachsenden Slums der brasilianischen Millionenstädte sind nach Darstellung von Sozialwissenschaftlern und Sicherheitsexperten regelrechte Parallel-Staaten, No-Go-Areas, in denen hochbewaffnete Banditenkommandos des organisierten Verbrechens neofeudal die Normen bestimmen, die Bevölkerung terrorisieren. Dies habe verheerende Auswirkungen auf die Sozialbeziehungen der Slumbewohner und paralysiere Protestpotential. In den Diktaturjahrzehnten habe das Militär die Ghettos “niedergehalten “ – heute habe das organisierte Verbrechen diese Rolle übernommen. Immer wieder wird daher die Frage gestellt, wem derartige Slumstrukturen am meisten nützen.

Brasiliens wichtigster Befreiungstheologe Frei Betto über die Präsenz hochbewaffneter Banditen in Slums von Sao Paulo:

“Ao percorrer a favela, por becos e vielas, avistei a barreira humana formada pelo pessoal do narcotráfico, que em plena tarde de uma sexta-feira exibia armas.” (2012)

„Die Tyrannei des organisierten Verbrechens verhindert jegliche demokratische Partizipation der Slumbewohner, das Protestpotential der Armenviertel wird von den lokalen Despoten völlig erstickt”, analysiert Luiz Eduardo Soares, einer der renommiertesten brasilianischen Sozialwissenschaftler, der das Bestseller-Buch zum sozialkritischen Berlinale-Film „Tropa de Elite” mitverfaßt hatte, im Website-Exklusivinterview.

„Das Interessante ist: Beim Übergang von der Militärdiktatur zur Demokratie am Anfang der achtziger Jahre wurden in den Slums geradezu massenhaft Verbände, Organisationen, Bürgerrechtsgruppen gebildet, erlebten die Sozialbewegungen einen enormen Aufschwung. Doch dann haben die schwerbewaffneten Verbrecherkommandos dies alles wieder zunichte gemacht. Sie kontrollieren ihre Territorien mit brutaler Gewalt –  und in Politik und Wirtschaft kann es durchaus Leute geben, die das begrüßen. Solche Zustände gelten für Rio de Janeiro und alle anderen brasilianischen Städte –  überall wird eine Selbstorganisation der Armen und Verelendeten blockiert.”

Die nordöstliche Küstenstadt Fortaleza hat annähernd so viele Einwohner wie Berlin und belegt ebenfalls die These von Sozialwissenschaftler Soares. In den riesigen Slums der Peripherie haben die Bewohner geradezu panische Angst vor Greueltaten, Gewaltexzessen marodierender Banditenkommandos. Allein an den Weihnachtsfeiertagen von 2007 wurden mehr als einhundert Menschen ermordet, waren selbst Heiligabend überall Schüsse zu hören. Die meisten Geschäfte sind sogar tagsüber, während der Öffnungszeiten, mit Stahlgittern verriegelt. Abends und nachts sind die meisten Straßen und Gassen der dichtbesiedelten Peripherie wie ausgestorben, haben sich viele Menschen in ihren Katen hinter Gitterstäben und dem überall frei verkauften NATO-Stacheldraht verbarrikadiert. Gesellschaftliche Apathie, Mißtrauen und Entsolidarisierung sind in diesen No-Go-Areas deutlich zu spüren. ”Das ist eine biblische Plage “ solche Gewalt wird bereits in der Heiligen Schrift beschrieben”, betont Ricardo Mendes, Pastor einer der vielen Sekten in den Slums von Fortaleza. „Hinter dieser Gewalt steckt der Satan –  ohne das Evangelium hätten wir hier die pure Barbarei.”

Die Anthropologin Alba Zaluar, eine der führenden Gewalt-Forscherinnen Brasiliens, argumentiert indessen ähnlich wie der Soziologe Soares: ”Die Slum-Assoziationen waren selbst in der Diktaturzeit sozusagen die Seele der Ghettos, hatten eine enorme Bedeutung für das kulturelle, soziale Leben, für den Karneval und selbst für den Fußball. Doch dann intervenierten die Verbrecherorganisationen und haben diese Strukturen zerschlagen. Heute können die Slumbewohner nicht mehr gegen die Verletzung ihrer Bürgerrechte protestieren –  denn sie leben in einer brutalen Diktatur. Die Slums sind heute voller psychisch gestörter Menschen –  dort herrschen soziales Chaos und Verwahrlosung.”

José Murilo de Carvalho, Mitglied der brasilianischen Dichterakademie und Lehrstuhlinhaber für Geschichte an der Bundesuniversität von Rio de Janeiro, schlußfolgert, daß diese bedrückende Lage indessen systemstabilisierend wirkt. ”Die Existenz des organisierten Verbrechens in den Slums blockiert die Politisierung der Bewohner, hält sie ruhig, verhindert eine Rebellion, Protestaktionen jeder Art. Die Gangsterkommandos dienen damit der Aufrechterhaltung von politischer Stabilität im Lande –  und das ist den Autoritäten sehr recht, ist gut für sie. Natürlich würden sie das nie eingestehen. Ohne Zweifel gehört zum strategischen Kalkül auch der jetzigen Regierung, daß es wegen der so hilfreichen Gangsterkommandos keine soziale Explosion geben wird –  und das ist natürlich reiner Zynismus. Wir haben soviele Gewalttote wie in Bürgerkriegen.” Falls die Lage in den Slums doch einmal außer Kontrolle gerät, setzt der Staat die Armee oder Sondereinheiten der Polizei in Marsch. Nicht zufällig ist der Spielfilm „Tropa de Elite” der erfolgreichste und meistdiskutierte Streifen der letzten Jahre.

Hintergrundtext:

Aasgeier über umkämpftem Leichen-Slum Rio de Janeiro Kirche fordert Menschenrechte für Elendsviertel der Olympia-StadtWeiter heftige Feuergefechte zwischen Banditenkommandos und der Polizei Gefahren für die Olympischen Spiele von 2016?

Über dem Bergslum „Morro dos Macacos“(Affenhügel) unweit der City kreisen derzeit soviele große Aasgeier wie lange nicht. Für Carla Rodrigues, die mitten im Gassenlabyrinth ihre Hütte hat, ein untrügliches Zeichen. Die jüngsten schweren Gefechte zwischen rivalisierenden Banditenkommandos haben viel mehr Tote gefordert als offiziell gemeldet. „Wenn so viele Geier kommen, liegen noch viele Leichen an den Hängen, im Wäldchen, wurden noch nicht entdeckt – es traut sich ja derzeit auch keiner raus.“ Rio de Janeiros Lokalzeitungen haben immer wieder Fotos von Geiern veröffentlicht, die Getötete auffressen. Am Tag, als die hochgerüsteten Gangster über dem „Morro dos Macacos“ den zweiten Polizeihubschrauber vom Himmel holen, zählen Bewohner  vor ihren Baracken über zwanzig Leichen. Feuergefechte im Slum, die Geierschwärme anlocken, sind leider keine Seltenheit – und eine zusätzliche Herausforderung für die bischöfliche Favela-Seelsorge der Erzdiözese Rio de Janeiro. “Wegen der Schießereien sind die Bewohner vieler Slums derzeit regelrecht in ihren Hütten eingesperrt, leben in Angst und Panik“, sagt Priester Luis Antonio Pereira Lopes, der die Seelsorgeaktivitäten leitet. „Kindergärten, Schulen bleiben leer, weil sich niemand heraustraut – es sind schon genug Unschuldige, Unbeteiligte von verirrten Kugeln getötet worden!“ Padre Lopes steigt fast täglich in die Hangslums über Rio de Janeiro hinauf, hält dort in den kleinen Gemeindekirchen  Gottesdienste ab. Nicht selten werden sie von Schießereien unterbrochen, müssen sich die Gläubigen auf den Boden werfen. „Das alles ist ein Desaster – es gibt keine wirkliche Sicherheits-und Menschenrechtspolitik des Staates, die verfassungsmäßigen Rechte der Slumbewohner werden einfach nicht respektiert. Die Menschen brauchen Arbeit, Bildung, ein funktionierendes Gesundheitswesen – und keine sporadischen  Polizeieinsätze, die das Problem nicht lösen.“

Seit Jahrzehnten ist es in Rio immer das Gleiche: Falls Gefechte rivalisierender Gangstersyndikate von den Slums auf die angrenzenden Mittel-und Oberschichtsviertel übergreifen, sogar Stadtautobahnen gesperrt werden müssen, Unterricht für Zehntausende von Schülern ausfällt,  stürmen Sondereinheiten der Polizei tagsüber in die Armenviertel und versuchen, die Banditenkommandos zu vertreiben. Die Beamten kommen indessen nur wenige Zeit und bleiben nie nachts.  Günstig für die Gangster, die sich in wohltrainierter Guerillataktik kurz zurückziehen und nach dem Abzug der Polizei sofort wieder das Zepter übernehmen. Deshalb  prangert Brasiliens Kirche an, daß der Staat auch in den Slums von Millionenstädten wie Rio de Janeiro nicht präsent ist und die Bewohner sich deshalb dem neofeudalen Normendiktat der Verbrechersyndikate unterwerfen müssen. So werden häufig Ausgangssperren verhängt. Wer dagegen verstößt, bezahlt dies mit dem Leben. Zur Abschreckung werden Mißliebige sogar zerstückelt oder auf Scheiterhaufen aus Autoreifen lebendig verbrannt. Im Berlinale-Gewinner  von 2008, dem brasilianischen Spielfilm „Tropa de Elite“, wurde erstmals eine Scheiterhaufen-Szene gezeigt, Rio-Zeitungen haben diese mittelalterliche Barbarei häufig abgebildet. Padre Lopes  versucht immer wieder, auch Gläubigen aus Europa das schwierige Los der Slumbewohner drastisch-plastisch nachvollziehbar zu machen: “Damit die Leute dort überleben können, müssen sie sich zwangsläufig mit den Banditen gut stellen, sozusagen eine Politik der guten Nachbarschaft pflegen. Befehle, Regeln müssen unbedingt eingehalten werden.“ Für Padre Lopes  und seine Mitarbeiter handelt es sich bei jenen jungen Gangstern um Brasilianer, denen Staat und Gesellschaft keinerlei Chance gaben, sich persönlich zu entwickeln und zu bilden. „Das organisierte Verbrechen bietet aber Pseudo-Chancen an –  alles, was junge Menschen gerne haben wollen:  Schicke Markenklamotten, ein tolles Auto – doch der Preis dafür ist eben das eigene Leben. All diese jungen Banditen leben nur kurz, sterben sehr früh, werden höchstens 25.“  Bei solchen Gefechten wie jetzt werden zudem viele unbeteiligte, völlig unschuldige Slumbewohner getötet.

Die Kirche unterhält in zahlreichen umkämpften Slums Sozialprojekte, darunter sogar Schulen und Kindergärten, Hospitäler und Arztpraxen, muß sich ebenfalls an die Banditenregeln halten. Doch häufig wird den Mitarbeitern sogar für Monate der Zutritt zu den Elendsvierteln verboten, vor allem dann, wenn ein rivalisierendes Gangstersyndikat nach langen Kämpfen die Macht übernahm. Und nicht nur in Rio de Janeiro werden immer wieder Priester getötet. Luis Antonio Pereira Lopes  von der Slum-Seelsorge bedrückt, daß in den Favelas die Werte der Gewalt und der Rache dominieren, die Vermittlung christlicher Werte sehr kompliziert ist: „Dort fehlt der Staat, fehlen Institutionen, die den Kindern ethische Prinzipien beibringen. Auch die Kirche müßte dort viel präsenter sein. Denn wer erzieht die Jugend dort, wenn deren Eltern außerhalb des Slums irgendwo Geld verdienen müssen ? Jene, die ständig präsent sind – also die Banditen. Sie sind gerissen und wissen gut, mit den Kindern umzugehen. Diese werden ja künftig als Arbeitskräfte gebraucht, damit die kriminellen Geschäfte weiterlaufen können. Aus all diesen Gründen hat die Bischofskonferenz ihre diesjährige Brüderlichkeitskampagne der öffentlichen Sicherheit gewidmet. Und die gespannte Lage in Rio de Janeiro beweist, daß die Kirche ein hoch aktuelles Thema aufgriff, das den Menschen auf den Nägeln brennt.“

Der Drogenhandel ist nur ein Teilbereich der Banditenaktivitäten – hinzu kommen Bank-und Frachtraub, Auftragsmorde, Geiselnahmen und internationaler Waffenhandel.

Brasilien ist zwar die zehntgrößte Wirtschaftsnation, auf dem neuesten UNO-Index für menschliche Entwicklung aber vom siebzigsten auf den fünfundsiebzigsten Rang zurückgefallen. Denn die sozialen Kontraste sind schärfer geworden, wie das rasche Wachstum der Elendsviertel von Rio de Janeiro zeigt. “In den letzten zehn Jahren hat sich die Zahl der Slums selbst nach offiziellen Zahlen auf 1043 verdoppelt“, sagt Padre Lopes , „über zwei Millionen Menschen, also ein Drittel der Rio-Bewohner, hausen bereits in solchen Vierteln.“ Unweit der umkämpften Slums, so fällt jedermann auf, sind Kasernen von Luftwaffe, Infanterie  und Marine – doch die Soldaten werden nicht gegen die Gangstersyndikate eingesetzt. Denn Teile der Eliten und sogar Politiker profitieren von kriminellen Geschäften, argumentieren brasilianische Sozialwissenschaftler. Nicht wenige Geistliche stimmen zudem mit José Murilo de Carvalho, Historiker und Mitglied der nationaler Dichterakademie, überein, der die Banditen-Diktatur über den Parallelstaat der Slums sogar „systemstabilisierend“ nennt. „Die Existenz des organisierten Verbrechens in den Slums“, so Carvalho, „blockiert die Politisierung der Bewohner, hält sie ruhig, verhindert eine Rebellion, Protestaktionen jeder Art. Das Protestpotential der Armenviertel wird von den lokalen Despoten total erstickt. Die Gangsterkommandos dienen damit der Aufrechterhaltung politischer Stabilität im Lande – und das ist den Autoritäten sehr recht, ist gut für sie. Natürlich würden sie das nie eingestehen.“ In solches Kalkül paßt, daß man sich um die Sicherheit während der Olympischen Spiele von 2016 in Rio keine Sorgen zu machen braucht. „Die offenen Wunden der Stadt werden dann unter einem dicken Make-up versteckt“, betonen Pressekommentatoren.  Zudem gibt es, wie durchsickerte, während internationaler Großveranstaltungen stets Stillhalteabkommen mit den Gangstersyndikaten, werden zudem Unmengen von Polizei und Soldaten in der Zuckerhutmetropole eingesetzt.

Das umstrittene Wasserkraftprojekt Belo Monte – Amazonasbischof Erwin Kräutler:

Mit heftiger Kritik an Brasilias Amazonaspolitik hat der 73-Jährige noch nie gespart – doch seine neueste Analyse in Brasiliens Nachrichtenmagazin „Epoca“ läßt besonders aufhorchen. Erstmals nennt er Ex-Staatschef Lula und dessen Amtsnachfolgerin Dilma Rousseff „skrupellose Amazonas-Zerstörer, die Wirkungen verursachten, durch die sich das Klima des Planeten unumkehrbar veränderte.“ Belo Monte werde einen Domino-Effekt haben und sei der „Dolchstoß“ mit dem Lula und Dilma Rousseff das Herz Amazoniens tödlich träfen. „Nach meinen Informationen sind in Brasilien 61 Wasserkraftwerke geplant, die meisten davon in Amazonien.“ Derzeit werden neben Belo Monte bereits mehrere andere errichtet.

 Wer meint, daß da ein katholischer Bischof mit seinen Vorwürfen maßlos übertreibt, lediglich Stimmung macht, braucht nur die Qualitätszeitungen Brasiliens aufzuschlagen. Die berichten fast täglich über Streiks, Arbeiterrevolten auf den Baustellen, heftige Zusammenstöße mit der Militärpolizei, eine stark in die Höhe geschnellte Mordrate sowie Kinderprostitution, „Chaos und Gewalt“, dazu die Aktionen der sich wehrenden Indianer.

Wohl ebenso unvorstellbar in Deutschland: Wegen Massenelend und  zunehmender Armut lösen in einem Land wie Brasilien derartige Großbaustellen stets eine regelrechte Völkerwanderung aus, machen sich Hunderttausende aus den Slums der südlichen Großstädte nach Amazonien auf, kampieren direkt neben den Großbaustellen in Zelten und Hütten, hoffen auf einen Job, eine Gelegenheitsarbeit. Bischof Kräutler hat dies alles jetzt sozusagen vor der Haustür – und sieht sich dann als Seelsorger gedrängt, „Schritte zu unternehmen, die man als Bischof in Deutschland oder Österreich nicht tun müßte“. Dazu gehört, der Welt die Vorgeschichte eines Staudammprojekts zu erklären, das die Foltergeneräle des Militärregimes geplant hatten, viele mit deren Abtreten 1985 daher auch Belo Monte für abgehakt hielten. Mit dem Amtsantritt von Lula 2003 erst recht. Noch 2009 sichert er Kräutler im Präsidentenpalast von Brasilia zu: “Dieses Projekt zwinge ich niemandem auf – Erwin, du kannst mit mir rechnen.“ Heute urteilt der Bischof: „Das war Theater, politisches Spielchen, nur Show. Der Widerstand gegen Belo Monte identifizierte sich mit Lulas Arbeiterpartei PT. Als wir entdeckten, daß Lula seine Position geändert hatte, sind wir aus allen Wolken gefallen. Das war Verrat. Ich selbst fühle mich verraten. Lula hat Amazonien nie verstanden – und versteht auch die Indianer nicht.“

Aber Brasilien ist doch eine Demokratie, ein Rechtsstaat, heißt es. Auch in diesem Punkte urteilt der Bischof auffällig konträr:“Heute haben wir eine Zivildiktatur – denn Belo Monte wurde aufgezwungen, ohne die Verfassung, darunter die Indianerrechte zu respektieren.“ Das derzeitige Chaos in Altamira sei anschaulicher Beweis, daß die Regierung eine ganze Stadt wie „Abfall“ behandele.

Hübsch politisch korrekt, mögen manche auch in Europa nur ungern die Rolle von Staatspräsidentin Dilma Rousseff bei den Kraftwerksplanungen kritisch hinterfragen – schließlich war sie in der Lula-Regierung just als Energieministerin für derartige Projekte, auch weitere neue Atomkraftwerke, zuständig. Bischof Kräutler zögert mit Klarstellungen nicht:“Wir können soviel protestieren, wie wir wollen – Dilma Rousseff verhindert jeglichen Dialog schon im Ansatz.  Belo Monte ist kein Thema für eine Diskussion. Sie ist sehr hart, unnachgiebig, akzeptiert keine abweichende Meinung. Umwelt, Indianer, die Flußuferbewohner, das Volk von Altamira – für Dilma Rousseff zählt dies alles nicht.“

Am Bauplatz von Belo Monte wurde bereits kräftig Urwald abgeholzt, bewegten Bagger und Planierraupen mehrere Millionen Kubikmeter Erde. Viele in Brasilien halten daher weiteren Widerstand gegen den künftig drittgrößten Stausee der Erde für sinnlos. Auch Bischof Kräutler? „Nein, keineswegs. Ich bin nicht der Typ, der klein beigibt. Wir werden alle gewaltlosen Mittel anwenden, um dieses Monsterprojekt doch noch zu verhindern.“

Dieser Beitrag wurde am Montag, 17. September 2012 um 23:07 Uhr veröffentlicht und wurde unter der Kategorie Kultur, Politik abgelegt. Du kannst die Kommentare zu diesen Eintrag durch den RSS-Feed verfolgen.

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