Klaus Hart Brasilientexte

Aktuelle Berichte aus Brasilien – Politik, Kultur und Naturschutz

Brasilien: Sao Paulos deutschstämmiger Kardinal Odilo Scherer zelebriert wie im Vorjahr einen kämpferischen Protest-Gottesdienst am 1. Mai. Einladung von Waldemar Rossi, Führer der Arbeiterpastoral.

1º DE MAIO, NA SÉ, DIA DOS TRABALHADORES

Como vem acontecendo há mais de 10 anos, sindicatos comprometidos com as lutas dos trabalhadores, entidades, movimentos populares e as pastorais sociais da arquidiocese de Sáo Paulo promoveráo mais um encontro de trabalhadores, neste ano de 2010.Náo será uma atividade de shows ou de comícios. Será um momento de homenagem aos nossos mártires, atividades culturais de conteudo classista e defesa dos nossos direitos ameaçados pela ganância do capital.Seu início se dará, como de costume, com a celebraçáo da MISSA, às 9 horas, na catedral, presidida pelo cardeal de Sáo Paulo, D.Odilo Scherer

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Waldemar Rossi, Diktaturgegner,  in der Kathedrale von Sao Paulo.

 Willy Brandt und sein Diktatur-Amtskollege José Magalhaes Pinto:  http://www.hart-brasilientexte.de/2013/11/19/brasiliens-folter-diktatur1964-1985-mit-wem-bundesausenminister-willy-brandt-damals-bilaterale-vertrage-unterzeichnet-das-massaker-an-stahlarbeitern-unter-gouverneur-jose-magalhaes-pinto/

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Kardinal Odilo Scherer

Katholische Kirche in Deutschland und Brasilien zum ThyssenKrupp-Stahlwerk in Rio de Janeiro: http://www.hart-brasilientexte.de/2010/01/19/thyssenkrupp-in-rio-de-janeiro-neues-stahlwerk-wird-immer-teurer-laut-handelsblatt-lokale-militardiktatur-im-umfeld-laut-grunen-politiker-alfredo-sirkis-todesschwadronen-folter-scheiterhauf/

 

 

Em seguida, às 10,30 horas, daremos início ao ato classista, na Praça da Sé, em frente à catedral: encenações, músicas e pronunciamento dos movimentos e entidades promotoras do ato. Todos os momentos estaráo voltados para as questões que dizem respeito aos interesses dos trabalhadores, do campo e da cidade.

 

DIVULGUE,

COMPAREÇA,

CONVIDE AMIGOS E AMIGAS

 

A História de nossas lutas e de nossos mártires náo pode ser esquecida ou trocada por shows e sorteios financiados por empresas que exploram os trabalhadores.

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1º DE MAIO NÃO É CIRCO

1º DE MAIO É COMPROMISSO DE CLASSE.

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/12/29/waldemar-rossi-leiter-der-arbeiterseelsorge-in-der-erzdiozese-sao-paulo-lula-regierung-macht-immer-mehr-versprechen-erfullt-sie-aber-nicht/

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/01/07/lula-steht-rechts-ich-habe-ihn-immer-fur-einen-rechten-gehalten-ele-e-da-direitafrancisco-de-oliveira-renommierter-brasilianischer-soziologe-in-caros-amigos/#more-1553

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/01/26/neoliberales-system-und-medien-der-rechten-versuchen-lula-als-linken-zu-verkaufen-waldemar-rossi-fuhrer-der-katholischen-arbeiterseelsorge-sao-paulos/#more-1697

http://www.hart-brasilientexte.de/2009/12/14/nach-wie-vor-hemmungslose-aktionen-der-todesschwadronen-institutionalisierte-barbarei-lulas-menschenrechtsminister-paulo-vannuchi-raumt-gegen-ende-der-zweiten-amtszeit-erneut-fortbestehen-der-b/

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/01/06/lula-o-filho-do-brasil-viel-lob-in-europa-fur-lula-spielfilm-atzende-kritik-dagegen-in-brasilien-selbst/

”Equívocos de um governo que se diz popular      
Escrito por Waldemar Rossi   
20-Abr-2010
Os debates e embates sobre a construçáo de mais uma mega-obra do governo Lula estáo em andamento: a construçáo da barragem e da usina de energia elétrica de Belo Monte, no rio Xingu, estado do Pará, no seio da ameaçada Amazônia.  Representando os interesses das grandes indústrias extrativas, do agronegócio e da agroindústria exportadora, entre outros, tem falado Maurício Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética. Tolmasquim afirma que o projeto irá salvar moradores da regiáo, garantindo que os moradores de lá seráo treinados para trabalhar na obra. Náo diz, porém, o que será feito dessa populaçáo após as obras, onde iráo morar e que atividades produtivas lhes estaráo sendo garantidas para o sustento de suas famílias. Também náo diz quantos teráo de ser deslocados de suas terras, onde vivem. Ou seja, essa populaçáo interessa para os investidores enquanto máo-de-obra barata.  Depois da obra, cada um que se vire como puder. Por outro lado confirma que a obra terá isenções de imposto de renda para os investidores e muito dinheiro vindo do BNDES (pasmem, 80% dos custos da obra seráo bancados pelo banco estatal) em longo prazo (dinheiro do BNDES é dinheiro arrecadado através dos impostos, portanto, dinheiro do povo que irá beneficiar o capital).  Do lado dos interesses dos moradores da regiáo e de todo o povo brasileiro estáo representantes dos movimentos que se opõem à obra porque ela irá prejudicar diretamente cerca de 50 mil pessoas de três municípios, quer pela inundaçáo de cerca de 600 km², quer pelo desequilíbrio ambiental sobre seus vários aspectos. Os resistentes entendem que com a barragem pronta haverá uma nova onda migratória, o que provocará crescimento do desmatamento, favorecendo o aquecimento global, entre outros prejuízos, e o aumento do conseqüente conflito entre os novos migrantes e as populações indígenas e ribeirinhas que vivem na regiáo há dezenas de anos.  Portanto, nova onda de violência estará marcando a vida do povo brasileiro. Aliás, a violência já foi instalada pelo próprio governo Lula ao passar por cima da populaçáo local. “O Xingu pode virar um rio de sangue”, prometem os caiapós, xipaias, jurunas e araras, em carta enviada ao presidente, contra construçáo da usina.  A Coordenadora do Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade (do Pará) e do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, a ambientalista Antonia Melo, acusa a falta de diálogo com a populaçáo, ao mesmo tempo em que mostra que o governo Lula usa dois pesos e duas medidas, sempre em favor dos interesses do capital. Segundo Antonia, em julho do ano de 2009 um grupo de moradores e de professores mostrou ao presidente por que o projeto é inviável.  Mas Lula se fechou em uma concepçáo unilateral, mostrando que náo irá arredar pé da construçáo da barragem, embora dissesse que náo iria impor o projeto goela abaixo de ninguém. Entretanto, nada fez para estabelecer o necessário e correto diálogo com a populaçáo, enquanto que o processo continua com todos os benefícios governamentais para os empreendedores.  Como a obra vai atingir três cidades, provocando inundações em bairros inteiros, afetando a vida de milhares de trabalhadores, além de afetar o meio ambiente de forma irreversível “ em prejuízo de todo o povo “, a ambientalista considera a usina “um crime contra a humanidade”.  Neste sentido, vale recordar como Lula vem impondo goela abaixo a transposiçáo do “Velho Chico”, inclusive com o uso criminoso do Exército, passando por cima dos interesses do povo para favorecer os negócios da agroindústria de exportaçáo, em prejuízo de toda a populaçáo que vive do seu trabalho ao longo do Rio Sáo Francisco.  E, o que é mais criminoso, reservando menos de 5% das águas para atender a milhões de nordestinos que padecem com a falta do precioso líquido. Os defensores da construçáo da usina de Belo Monte (empresários e outros interessados exclusivamente em seus lucros) dizem que a resistência é ideológica. Por acaso, a defesa de sua construçáo náo é ideológica? Ninguém pode negar que a luta entre os interesses do capital e dos povos é e sempre foi ideológica: contra ou a favor da vida dos povos; contra ou a favor dos interesses dos exploradores.  De que lado tem estado “nosso” presidente?  Waldemar Rossi é metalúrgico aposentado e coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de Sáo Paulo.

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http://www.hart-brasilientexte.de/2010/04/24/sebastiano-nicomedes-tiao-ex-obdachloser-stuckeschreiber-buchautor-einer-der-fuhrer-der-nationalen-obdachlosenbewegung-gesichter-brasiliens-obdachlosenvertreibung-und-fusball-wm-2014-olympisc/

Dieser Beitrag wurde am Montag, 26. April 2010 um 15:02 Uhr veröffentlicht und wurde unter der Kategorie Kultur, Politik abgelegt. Du kannst die Kommentare zu diesen Eintrag durch den RSS-Feed verfolgen.

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