Klaus Hart Brasilientexte

Aktuelle Berichte aus Brasilien – Politik, Kultur und Naturschutz

Daniel Cohn-Bendit, Pädophilie – Frankfurter Allgemeine. Cohn-Bendit im Grünen-Wahlkampf Brasiliens – Unterstützer der Wunderheiler-Sektenpredigerin Marina Silva von der Assembleia de Deus des umstrittenen Kongreßabgeordneten Marco Feliciano(“Gott tötete John Lennon”).

http://www.faz.net/aktuell/politik/inland/daniel-cohn-bendit-in-der-defensive-eine-ehrung-voller-entschuldigungen-12157282.html

http://www.hart-brasilientexte.de/2010/09/06/daniel-cohn-bendit-im-grunen-wahlkampf-brasiliens-was-alles-fehlt/

Líder francês de maio de 68 critica ‘irracionalidade’ da política brasileira

Para ele, Serra e Dilma são iguais por defenderem social-democracia. Daniel Cohn-Bendit aponta verdes no mundo como alternativa

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http://www.hart-brasilientexte.de/2013/04/10/brasilien-kraftige-unterstutzung-der-wunderheilersekten-fur-umstrittenen-sektenpastor-marco-felicianogott-totete-john-lennon-prasident-der-parlaments-menschenrechtskommission-auch-zahlreiche/

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Ausriß. “Marcos Feliciano: Gott tötete John Lennon”. Sekten-”Volksnähe”, auch in deutschen  Medien, sogar im TV, positiv bewertet.

Rio de Janeiro – Há no PV quem acredite firmemente na possibilidade de Marina Silva ultrapassar o tucano José Serra e provocar um segundo turno contra a petista Dilma Rousseff nas eleições presidenciais. Essa ala otimista do partido ganhou uma injeção extra de ânimo nesta quinta-feira (26), quando um dos maiores ícones vivos da esquerda e do pensamento libertário mundial, o francês Daniel Cohn-Bendit, esteve no Rio de Janeiro para manifestar seu apoio à Marina e também ao candidato do PV ao governo estadual, Fernando Gabeira. A aliança da legenda com o DEM foi, no entanto, motivo de questionamento e ironia por parte do visitante.

No momento mais descontraído da palestra, Cohn-Bendit respondeu a um simpatizante do PV que questionou sobre a avaliação do francês a respeito da aliança feita por Gabeira com o DEM do ex-prefeito Cesar Maia. “Eu defendo o meio ambiente, mas o PV se aliou ao que tem de pior neste país e a quem não tem nada a ver com o processo democrático e a luta ecológica”, atacou. “Eu os chamo de demônios. Em que medida essa companhia demoníaca pode prejudicar a imagem do PV?”, indagou o militante, para riso de muitos e constrangimento de alguns.

Em sua resposta, o francês também foi bem-humorado. “Preciso confessar uma coisa: se você tentar explicar a política brasileira na Europa, vai se dar mal. Se observarmos todos os partidos que compõem a coligação de Dilma (Rousseff) ou a coligação de (José) Serra, também não dá para entender muita coisa”, constatou. Para ele, trata-se de uma certa “irracionalidade” do sistema eleitoral brasileiro.

“Não me cabe julgar se a coligação aqui no Rio é boa, apesar de eu saber que Alfredo (Sirkis) era contra e Fernando (Gabeira) a favor. Para mim, seria um problema se esse apoio significasse o abandono do programa ecológico do PV. Não interessa de onde as pessoas vieram, mas sim aonde elas querem nos acompanhar”, concluiu.

Conhecido quando jovem como Dani le Rouge (Dani, o Vermelho), Cohn-Bendit foi o principal líder estudantil do histórico movimento protagonizado pelos jovens franceses em maio de 1968. Considerado pela agência de inteligências dos Estados Unidos (CIA) como um dos maiores “inimigos do capitalismo”, devido a seu poder de comunicação com a massa, o francês continuou na vida política e se tornou um dos pioneiros da militância ecológica na Europa. Hoje deputado pelos Verdes da França, Cohn-Bendit é o líder da bancada verde no Parlamento Europeu.

Durante a palestra organizada pelo PV em um teatro do Leblon, o francês declarou seu apoio à Marina, falou de suas “decepções” com o governo Lula e disse que “Dilma e Serra são a mesma coisa”. Um dos criadores do slogan “É Proibido Proibir”, usado pelos estudantes em Maio de 1968, Cohn-Bendit falou também sobre liberdade de expressão, além de analisar o andamento das discussões sobre as mudanças climáticas e atuação de algumas correntes do movimento ambientalista na Europa.

“Seja na Europa, nos Estados Unidos ou no Brasil, nós temos todos exatamente o mesmo problema”, propôs no debate. “A ideologia política tradicional, seja de direita ou de esquerda, é uma ideologia produtivista, que acredita que o bem-estar reside em ter cada vez mais coisas e cada vez mais rápido. Essa mentalidade nos levou a uma catástrofe econômica e ao atual estado de degradação climática, que toca muito mais aos pobres que aos ricos”, criticou.

Para ele, a grande dificuldade política para os ecologistas seria saber como persuadir a sociedade de que a “mudança de paradigma” passa pela “transformação ecológica da economia”. Isso significa elimiar a oposição entre proteção ao meio ambiente e desenvolvimento econômico.

“O discurso que opõe a ecologia à economia é um discurso idiota, porque a ecologia é uma maneira de pensar e agir que transforma a economia. Não existe solução estrutural para a degradação climática sem que ocorra uma reforma profunda da estrutura da economia. Além disso, as transformações ecológicas podem criar milhões e milhões de empregos”, defendeu.

Mesma coisa

Dando sequência ao seu raciocínio, o agora Dani le Vert (Dani, o Verde), como foi apresentado pelo presidente regional do PV, Alfredo Sirkis, afirmou que a verdadeira luta política passa hoje pela transformação ecológica. Ele considera que o único debate real colocado atualmente é dado entre a social-democracia e a emergência dos verdes.

“A social-democracia tem muitas faces, pode ser Tony Blair na Inglaterra, pode ser Martine Aubry na França ou os social-democratas da Alemanha. É tudo mais ou menos a mesma coisa. E eu francamente acredito que Serra e Dilma são também a mesma coisa. Existem diferenças entre os dois, é claro, mas, fundamentalmente, em sua estrutura e modo de pensar a economia, são a mesma coisa. A verdadeira alternativa são as proposições da ecologia política, representadas nas eleições presidenciais do Brasil pela Marina”, disse.

Após declarar seu apoio à candidata do PV, Cohn-Bendit falou de suas “decepções” com a política externa do governo Lula. “O que me espanta na política de Lula não é ele querer que o Brasil assuma, ao lado da Turquia, a mediação com o Irã. Este é o papel de um chefe de Estado. O que me espanta na política de Lula são os sinais de cumplicidade que ele apresenta com (o presidente do Irã, Mahmoud) Ahmadinejad. É o pensamento simplista que diz que os inimigos dos meus inimigos são meus amigos. Isso acontece também em relação a (Hugo) Chávez e a (Fidel) Castro”. (Rede Brasil atual)

Dieser Beitrag wurde am Dienstag, 23. April 2013 um 21:04 Uhr veröffentlicht und wurde unter der Kategorie Kultur, Politik abgelegt. Du kannst die Kommentare zu diesen Eintrag durch den RSS-Feed verfolgen.

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