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O maestro alemáo Gerd Albrecht rege a Sinfonia Concertante, do compositor austríaco e a obra A Sereia, do também austríaco Alexander Zemlinsky em três concertos com a Osesp na Sala Sáo Paulo

 25 SET quinta 21h00   26 SET sexta 21h00   27 SET sábado 16h30   Gerd Albrecht regente  Arcádio Minczuk oboé  Sérgio Burgani clarinete  Dante Yenque trompa  Alexandre Silvério fagote    Wolfgang A. MOZART  Sinfonia concertante em Mi b maior, KV297b  Alexander ZEMLINSKY  A Sereia    ENSAIO GERAL ABERTO  para alunos do 6º ao 9º ano previamente inscritos - 25 setembro quinta 9h00    A autoria da Sinfonia que será apresentada pela Osesp entre os dias 25 e 27 de setembro é questionada por alguns musicólogos. Há quem diga que náo há provas de que Mozart é realmente seu compositor. Por outro lado, indícios de estilo denunciam que náo poderia ser outro o autor. A Sinfonia concertante em Mi b maior, KV297b é composta para quatro solistas de sopro, representados nestes concertos por músicos da própria Osesp, chefes de seus naipes de instrumentos “ Arcádio Minczuk oboé; Sérgio Burganiclarinete;Dante Yenque - trompa e Alexandre Silvériofagote. A obra que encerra a programaçáo “ A Sereia, de Alexandre Zemlinsky – é baseada na história da Pequena Sereia de Hans Christian Andersen.  Wolfgang A. MOZARTSalzburgo (Áustria), 27 de janeiro de 1756 / Viena (Áustria), 5 de dezembro de 1791Sinfonia concertante em Mi bemol maior, KV 297bDuraçáo aproximada: 32 minutos / Ano da composiçáo: 1778 A história desta obra poderia inspirar uma novela de suspense e mistério. Quando Köchel organizou a primeira ediçáo do catálogo de obras de Mozart, esta peça náo foi incluída, porque a autoria de Mozart era bastante questionável. A única cópia que se conhecia náo era um manuscrito assinado pelo compositor, mas sim uma reproduçáo feita por um copista. Após muito debate, os musicólogos tenderam a aceitar que a concepçáo da peça é mesmo de Mozart, ainda que algum outro músico possa ter feito adaptações na instrumentaçáo. A principal evidência em favor dessa hipótese é o estilo da obra, bastante coerente com outras que o compositor escreveu durante sua estada em Paris, em 1778. De fato, numa carta ao pai, Mozart menciona que compusera em Paris uma sinfonia concertante para flauta, oboé, fagote e trompa, atendendo uma encomenda. A escolha do gênero e dos instrumentos náo havia sido fortuita. Ao passar por Mannheim, Mozart conhecera quatro excelentes instrumentistas de sopro que, por acaso, estariam também em Paris na mesma época que ele. Foi para eles que Mozart escreveu a sinfonia. Numa carta subseqüente, Mozart relata ao pai que entregou as partes dos solistas, mas se queixa de que a obra náo foi executada, as partes de orquestra náo foram copiadas, e que a encomenda náo havia sido paga e tampouco seu material devolvido. Tudo indicava, portanto, que este trabalho de Mozart estaria perdido para sempre. É possível que Mozart tenha conseguido resgatar as partes perdidas e, quando o clarinete, instrumento recentemente desenvolvido, despertou o interesse de Mozart, ele tenha aproveitado o material guardado da temporada parisiense, para uma nova instrumentaçáo da obra. Alguns musicólogos defendem que as partes solistas sáo originais, com a clarineta no lugar do oboé e este no lugar da flauta, enquanto a orquestraçáo teria sido reformulada por algum discípulo. Outros, ao contrário, acreditam que essas partes tenham contribuições alheias.  Alexander ZEMLINSKYViena (Áustria), 14 de outubro de 1871 / Larchmont (EUA), 15 de março de 1942A SereiaDuraçáo aproximada: 45 minutos / Ano da composiçáo: 1903 O interesse pela obra de Zemlinsky renasceu recentemente, após décadas relegada ao esquecimento. Durante sua vida, Zemlinsky foi um músico bem-sucedido que ocupou posições importantes, como a de primeiro mestre-capela em Viena e de regente em Praga. Como compositor, suas obras obtiveram o respeito de importantes colegas. Brahms, impressionado com uma sinfonia e um quarteto de Zemlinsky, recomendou-o ao editor Simrock. Mahler regeu a estréia de Era uma vez…, a primeira ópera de Zemlinsky, cuja carreira foi, em grande parte, dedicada justamente ao gênero lírico. Zemlinsky coloca-se no fim de uma linhagem de compositores românticos que náo abre novas portas para o século XX. A composiçáo do poema sinfônico A Sereia esteve, de certo modo, ligada a disputa amorosa entre ele e Gustav Mahler por uma de suas alunas, Alma. Iniciada em 1902, imediatamente após o casamento de Alma com Mahler, a peça começou como uma sinfonia com o título provisório Da Morte, refletindo talvez os sentimentos penosos decorrentes daquela paixáo frustrada. Voltando suas energias para o estudo, Zemlinsky encontrou um novo caminho na análise de Uma Vida de Herói de Richard Strauss, e a obra tomou sua forma final como um poema sinfônico que narra a história da Pequena Sereia de Hans Christian Andersen. Este conto baseia-se numa lenda arcaica que relata as aventuras de uma sereia que abandona seu habitat marítimo para viver entre os homens. Seu envolvimento infeliz com as paixões humanas acaba finalmente por condená-la à morte.  Regente – Gerd Albrecht – Primeira vez com a OsespGerd Albrecht nasceu em Essen, Alemanha, em 1935. Entre outros, teve aulas com Herbert von Karajan. Em 1957, ganhou o primeiro prêmio no concurso internacional de regentes em Besançon. Em 1961, tornou-se o primeiro regente do Teatro Municipal de Mainz e, no ano seguinte, era o mais jovem diretor artístico em Lübeck. Posteriormente, ocupou o mesmo cargo em Kassel e Berlim (Ópera Alemá). Participou dos festivais de Salzburgo, Turin e Berlim, com a Orquestra Nacional da RAI. Realizou mais de 150 gravações e recebeu múltiplos prêmios, como Grand Prix du Disque, Deutscher Schallplattenpreis, Editionspreis e Prix Caecilia. Em 1984, recebeu o prêmio Músico do Ano da Alemanha. Foi diretor artístico de música e ópera em Hamburgo, além de ter sido o primeiro náo-tcheco a ocupar a posiçáo de regente principal da Orquestra Filarmônica Tcheca, nos 100 anos de história da orquestra. Escreveu diversos livros infantis e, em 1989, fundou a Fundaçáo de Música da Juventude em Hamburgo, que auxilia jovens talentos. Em Berlim e Hamburgo, criou o Klingende Museum, um lugar onde crianças podem tocar instrumentos de orquestra com acompanhamento. Por seu comprometimento, foi premiado com o Grimm-Preis alemáo, em 1974, e pouco depois com o prêmio ESCO por seu trabalho com os jovens. Foi regente titular das Sinfônicas Yomiuri Nippon em Tóquio e da Rádio Dinamarquesa em Copenhagen. Em 2006, conduziu a Filarmônica de Helsinque na estréia mundial de La Hija del Cielo no Teatro Pérez Galdós, em Gran Canária.  SolistasArcádio Minczuk - oboéNascido em Sáo Paulo em 1964, iniciou os estudos de oboé com José Davino Rosa. Após ingressar na Escola Municipal de Música de Sáo Paulo, passou a estudar oboé com Benito Sanchez e música de câmara com Walter Bianchi. Estudou no Conservatório de Oberlin, nos Estados Unidos, sob orientaçáo de James Caldwell, onde obteve o Artist Diploma. Atuou como professor nos Festivais de Música de Londrina, Itu e Campos de Jordáo “neste último, foi coordenador da área de música erudita em 1998 e 1999. Atualmente é professor de oboé e música de câmara no Instituto de Artes da Unesp e professor do Conservatório de Tatuí. Oboísta da Osesp desde 1981, também desenvolve intensa atividade em música de câmara. Sérgio Burgani – clarinetePaulista de Sáo Bernardo do Campo, foi aluno de Rafael Gallardo Caro na Escola Municipal de Música de Sáo Paulo. Continuou os estudos com o professor José Máximo Ribeiro e na Faculdade Carlos Gomes. Estudou com Leonardo Righi, Luiz Gonzaga Carneiro, Herbert Blayman, William McCall, Guy Deplus (França) e com Francesco Belli (Itália). Foi premiado em vários concursos nacionais, entre eles o Jovens Solistas de Piracicaba, Jovens Intérpretes da Música Brasileira (Rio de Janeiro), Sul América – Jovens Concertistas Brasileiros, II e VIII Prêmios Eldorado de Música. Apresentou-se como integrante de grupos de câmara e como solista com diversas orquestras do Brasil. Destacou-se na apresentaçáo do Ciclo Brahms, ao lado de Antonio Meneses, Gilberto Tinetti, José Feghali, Paulo Gori e do Quinteto de Cordas Bela Bartók, executando grande parte do repertório de câmara para clarinete. Professor no Instituto de Artes da Unesp, desenvolve intenso trabalho com o grupo Sujeito a Guincho, cujo primeiro CD obteve o Prêmio Sharp de Música em 1996. Dante Yenque - trompaO peruano Dante Yenque nasceu em 1964 na cidade de Piura e, aos 15, entrou para o Conservatório Nacional de Música de Lima para estudar com Edward Brown. Na mesma época, começou a tocar na Orquestra SinfônicaNacional de Lima e também na Camerata de Lima. Em 1984, mudou-se para a Venezuela, onde estudou no Conservatório de Caracas e entrou para a Orquestra Juvenil Simon Bolívar e para as sinfônicas Latino-Americana e Municipal de Caracas. Dois anos mais tarde, foi para o Conservatório de Música de Detmold, na Alemanha, onde teve aulas com Michael Höltzel e tocou nas orquestras de Câmara de Detmold e Sinfônica Juvenil do Festival de Bayreuth. Em 1990, realizou turnê pela Holanda, Polônia e Rússia com a Orquestra de Hamburgo e conquistou o segundo prêmio no Concurso Internacional de Música de Veneza. Foi ainda membro do Europäisches Hornsextet e apresentou-se com as Filarmônicas de Munique, Hong-Kong e Buenos Aires, Staatskapelle Dresden, Semperoper, Sinfônica de Duisburg e Filarmonia Hungarica. Em agosto de 2002, representou a América Latina no Festival Mundial de Trompistas na Finlândia.  Alexandre Silvério – fagoteNatural de Osasco, Silvério começou a estudar fagote em 1992, na Escola Municipal de Música de Sáo Paulo, sob orientaçáo de Gustav Busch. Dois anos depois, passou a estudar com Francisco Formiga. Integrou várias orquestras no Estado de Sáo Paulo, teve aulas com professores como Noel Devos, Claudio Gonella e Afonso Venturieri. Venceu por quatro vezes consecutivas o Concurso Jovens Solistas da Osesp e interpretou com a mesma orquestra o Concerto para Fagote de Weber, transmitido para Rádio e TV. Em 1997, passou a integrar a Osesp e, dois anos depois, recebeu bolsa para estudar em Berlim, com Klaus Thunemann. Após obter seu diploma com nota máxima, entrou para a Academia da Filarmônica de Berlim, onde teve aulas com Markus Wiedmann, Hennig Trog e Stefan Schweigert. Atuou com grupos como a Orquestra de Câmara Alemá e a Sinfônica de Berlim, além de diversos concertos e turnês com a Filarmônica de Berlim, sob a regência de maestros como Simon Rattle, Pierre Boulez, Marris Jansons, Nikolaus Harnoncourt, Seiji Ozawa, John Elliot Gardner, André Previn e Christian Thielemann.  OsespCom 130 apresentações anuais em sua temporada de concertos, a Orquestra Sinfônica do Estado de Sáo Paulo “ Osesp foi fundada pelo maestro Souza Lima em 1954 e durante 24 anos comandada por Eleazar de Carvalho. Desde 1997, tem a direçáo artística do maestro John Neschling. Sua sede é a Sala Sáo Paulo (www.salasaopaulo.com.br). Com uma programaçáo abrangente “ que mescla as grandes obras da literatura musical internacional com primeiras audições mundiais e compositores brasileiros “, a Osesp traz ao Brasil alguns dos mais importantes solistas e regentes da atualidade, dentre mais de 60 convidados a cada ano. Desde que foi implantado o sistema de assinaturas anuais, em 2000, o número de assinantes tem superado a temporada anterior.Com o apoio do Governo do Estado e da Secretaria de Estado da Cultura, John Neschling criou o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho, o Serviço de Assinaturas, a Coordenadoria de Programas Educacionais, o Serviço de Voluntários e a editora de partituras Criadores do Brasil. Também iniciou uma parceria com os selos BIS e Biscoito Fino para gravaçáo de mais de 30 CDs. Em 2007, a Osesp foi premiada com o Grammy Latino. Instituída em junho de 2005, a Fundaçáo Osesp administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relações de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre músicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.   ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO “ OSESPGERD ALBRECHT regenteArcádio Minczuk oboéSérgio Burgani clarineteDante Yenque trompaAlexandre Silvério fagote RepertórioWolfgang A. MOZARTSinfonia concertante em Mi b maior, KV297bAlexander ZEMLINSKYA Sereia Quinta, 25/9 (21h); Sexta, 26/9 (21h) e Sábado, 27/9 (16h30). Preços: de R$ 28 a R$ 98Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública estadual pagam1/2, mediante comprovaçáoRecomendaçáo etária: 8 anosEstacionamento: 610 vagas (592 comuns e 18 para Portadores de Necessidades Especiais) – R$ 8.Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. Júlio Prestes 16 (11) 3223-3966.Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.Ingressos também pela Ingresso Rápido 4003-1212 – www.ingressorapido.com.br

Dieser Beitrag wurde am Montag, 22. September 2008 um 20:24 Uhr veröffentlicht und wurde unter der Kategorie Kultur abgelegt. Du kannst die Kommentare zu diesen Eintrag durch den RSS-Feed verfolgen.

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