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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Petra Lang</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Deutsche Sopranistin Petra Lang mit Rückert-Liedern in Sao Paulo &#8211; US-Dirigent John Nelson mit OSESP.</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 19:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O maestro norte americano John Nelson e a mezzo soprano alemá Petra Lang faráo as Rückert Lieder, do austrÃ­aco Gustav Mahler, em programa que conta ainda com a Abertura Manfred e a Sinfonia nÂº 2 de Schumann http://www.bach-cantatas.com/Bio/Lang-Petra.htm Â Â Nesta semana a Osesp preparou algumas boas razÃµes para uma visita Ã  Sala Sáo Paulo. Antes de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O maestro norte americano John Nelson e a mezzo soprano alemá Petra Lang faráo as Rückert Lieder, do austrÃ­aco Gustav Mahler, em programa que conta ainda com a Abertura Manfred e a Sinfonia nÂº 2 de Schumann</p>
<p><a href="http://www.bach-cantatas.com/Bio/Lang-Petra.htm">http://www.bach-cantatas.com/Bio/Lang-Petra.htm</a></p>
<p><span id="more-5399"></span>Â Â Nesta semana a Osesp preparou algumas boas razÃµes para uma visita Ã  Sala Sáo Paulo. Antes de mais nada, a presença de dois grandes mÃºsicos do cenÃ¡rio internacional que se apresentam pela primeira vez ao lado da orquestra. Esse é o caso do maestro costarriquenho, naturalizado norte americano, John Nelson; e da mezzo soprano alemá, Petra Lang, uma das maiores especialistas no repertÃ³rio mahleriano da atualidade. Náo é por menos que ela foi convidada para os solos das Rückert Lieder, do compositor austrÃ­aco.O repertÃ³rio da semana é outro bom motivo para assistir aos concertos da Osesp, além da mÃºsica de Mahler -parte do projeto da orquestra paulista de completar, em dois anos, o ciclo de cançÃµes e sinfonias do compositor-, teremos duas obras de Robert Schumann, em comemoraçáo ao bicentenÃ¡rio de nascimento do compositor alemáo.Â Â ServiçoTemporada Osesp 2010Â Quinta, 13/5 (21h); Sexta, 14/5 (21h); SÃ¡bado, 15/5 (16h30)Preços: de R$ 36 a R$ 122<br />
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pÃºblica tÃªm 50% de desconto, mediante comprovaçáo<br />
Recomendaçáo etÃ¡ria: 7 anos<br />
CartÃµes de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.<br />
Ingressos também pela Ingresso RÃ¡pido 4003-1212 &#8211; <a href="http://www.ingressorapido.com.br/" title="http://www.ingressorapido.com.br/"><font color="#800080">www.ingressorapido.com.br</font></a>Estacionamento: 611 vagas (20 para Portadores de Necessidades Especiais e 33 para Idosos) &#8211; R$ 10.<br />
Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. JÃºlio Prestes 16 Bilheteria: (11) 3223-3966.Â Â RepertÃ³rioÂ Robert SCHUMANNZwickau (Alemanha), 8 de junho de 1810 / Endenich (Alemanha), 29 de julho de 1856Manfred, Op.115: AberturaÂ O final da década de 1840 foi especialmente produtivo para Schumann. Nesse perÃ­odo compÃ´s a Cançáo do Advento, o Réquiem Para Mignon, Genoveva, e a mÃºsica incidental para o poema dramÃ¡tico Manfred, de Lord Byron. Revista em 1851, a mÃºsica é encabeçada pela ”Abertura, seu trecho mais famoso. O texto é ambientado no castelo gÃ³tico da personagem-tÃ­tulo, na SuÃ­ça, em meio Ã s paisagens dos Alpes, e retrata o herÃ³i romÃ¢ntico, capaz de nutrir paixÃµes e que rejeitava tanto o contato humano quanto o conforto oferecido pelas religiÃµes. Schumann, que sempre se identificou com Manfred, esse herÃ³i atormentado pela loucura e pela morte, concentrou algo do enredo na sua dramÃ¡tica abertura orquestral, dominada por trÃªs temas principais. Â Sinfonia nÂº 2 em DÃ³ Maior, Op.61Schumann dedicou-se Ã  composiçáo e abordou o piano, a cançáo, a mÃºsica de cÃ¢mara e, por fim, a mÃºsica sinfÃ´nica e coral. As quatro sinfonias da maturidade receberam sua atençáo entre 1840 e 1851. A Sinfonia nÂº 2 foi escrita entre 1845 e 1846, mas cronologicamente, foi a terceira a ser composta. Buscava se recuperar fÃ­sica e psiquicamente de uma grande crise &#8211; primeiro sinal da doença que, dez anos mais tarde, levaria-o a ser internado. Assim, boa parte dessa nova sinfonia foi concebida, segundo palavras do prÃ³prio autor, durante esses ”dias negros nos quais dizia sentir-se muito doente. Ã‰ por isso que a Segunda Sinfonia foi tomada como uma metafÃ³rica representaçáo da luta travada entre as trevas e a luz, reflexo do embate entre o sentimento de depressáo, mais evidente nos trÃªs primeiros movimentos, e o de euforia, que o fez terminar a partitura em tom vistoso, vitorioso.Â Gustav MAHLERKalischt, RepÃºblica Tcheca ” 7 de julho de 1860 / Viena, Ãustria ” 18 de maio de 1911Rückert LiederÂ Gustav Mahler, formado na tradiçáo austrÃ­aca, conseguiu trabalhar simultaneamente com duas formas antitéticas ” a da cançáo (Lied) e a da sinfonia. A primeira delas, concisa e de curta duraçáo, dialoga com elementos da estrutura da sinfonia ” forma concebida em extensos arcos expressivos, baseada no desenvolvimento temÃ¡tico e nos fenÃ´menos da proliferaçáo musical. Principalmente em suas quatro primeiras sinfonias (de um total de nove, mais uma inacabada), Mahler empregou cançÃµes ” Ã s vezes apenas as melodias e motivos mais salientes, outras vezes cançÃµes inteiras, incluindo os textos poéticos ” agregando-as ao discurso sinfÃ´nico. Inspiradas nos textos da antologia Des Knaben Wunderhorn (A Trompa MÃ¡gica do Menino), de Arnim e Brentano, essas cançÃµes guardam muitas vezes uma atmosfera caracterÃ­stica da Europa Central. As quatro CançÃµes de Rückert (Rückert Lieder) foram compostas em 1901, no auge de sua carreira, quando o mÃºsico dirigia a Ã“pera de Viena. (Seu tÃ­tulo foi dado pelo editor, que acrescentou a elas uma quinta cançáo, ”Liebst du um Schönheit [Se me Amas Pela Beleza], dedicada a Alma, sua esposa, em versáo para voz e acompanhamento de piano.) Cada uma é um mergulho no universo psicolÃ³gico do compositor. Nos textos do poeta Friedrich Rückert, Mahler encontrou elementos para se expressarde maneira sutil e profunda. Na primeira cançáo, ”Blick mir nicht in die Lieder! (Náo me Olhes nas CançÃµes!), ele deseja esconder seu labor assim como fazem as abelhas. Em ”Ich atmet™ einen linden Duft (”Respirei uma Delicada FragrÃ¢ncia), o poeta sente a presença da amada no galho de tÃ­lia que ela lhe trouxe, cujo aroma encarna o prÃ³prio amor. Em ”Um Mitternacht (”Ã€ Meia-Noite), desolado, o poeta-guardiáo canta sobre instrumentos de sopro da orquestra e acaba por entregar-se Ã  máo de Deus, em uma apoteose sonora ampliada pela presença de piano e harpa. ”Liebst du um Schönheit (”Se me Amas Pela Beleza), orquestrada por Max Puttmann depois da morte do compositor, foi um presente do artista Ã  sua amada, a quem recomendava amÃ¡-lo sÃ³ pelo amor, e nada mais. Em ”Ich bin der Welt abhanden gekommen (”Estou Perdido Para o Mundo), o corne-inglÃªs desenrola um dos mais belos temas de Mahler. Ali, na voz do poeta, ouve-se a confissáo de se ter afastado do mundo, para viver na solidáo do seu amor, do seu céu, da sua cançáo.Â Resumos baseados nos originais escritos pelo professor e escritor J. Jota de Moraes para o programa de concertos da Osesp.Â RegenteJohn Nelson &#8211; Naturalizado americano, John Nelson é considerado um dos mais versÃ¡teis e completos regentes da atualidade. Nascido na Costa Rica, estudou na Juilliard School, e ganhou o PrÃªmio Irving Berlin de regÃªncia. Foi diretor musical da SinfÃ´nica de Indianapolis, da Ã“pera de Saint Louis e do Festival Carammor de Nova York, além de principal regente convidado da Orquestra Nacional de Lyon e consultor artÃ­stico das orquestras de Nashville e Louisville. Atualmente é diretor musical do Ensemble Orchestral de Paris. Dirigiu muitas orquestras americanas, incluindo as filarmÃ´nicas de Nova York e Los Angeles, a Orquestra de Filadélfia e as sinfÃ´nicas de Boston, Chicago, Cleveland, Pittsburgh e Sáo Francisco. Na Europa, esteve Ã  frente das sinfÃ´nicas de Londres e Bournemouth, Philharmonia, Real FilarmÃ´nica e Nacional Escocesa, Gewandhaus de Leipzig, Staatskapelle Dresden, entre outras. Dirigiu ainda quase todas as orquestras da AustrÃ¡lia e as filarmÃ´nicas de Hong-Kong, Japáo e de Xangai. Em 1972 dirigiu Carmen em Nova York. Les Troyens de Berlioz no Metropolitan e no Grande Teatro de Genebra e Béatrice et Bénédict no Festival Berlioz de Lyon sáo outros destaques de sua carreira operÃ­stica. Dedica-se também Ã s grandes obras corais sacras, tendo fundado a Soli Deo Gloria •organizaçáo sem fins lucrativos que encoraja compositores e maestros a promoverem as obras do gÃªnero. Realizou numerosas gravaçÃµes para a EMI e para os selos Sony, Deutsche Grammophon, Deca, BMG, Erato e New World Records. Entre os prÃªmios recebidos, destacam-se o Grammy, pela gravaçáo de Semele de Händel, e Diapason d™Or de L™Année, por Béatrice et Bénédict de Berlioz. Lançou o DVD da gravaçáo realizada em Versalhes, com a integral dos concertos para piano de Beethoven.Â SolistaPetra Lang “ mezzo soprano &#8211; primeira vez com a OsespNascida em Frankfurt, Petra Lang começou os estudos musicais ao violino, antes de se dedicar ao canto, tendo estudado com Gertie Charlent, no ConservatÃ³rio de MÃºsica de Darmstadte, com Ingrid Bjonerde, de 1989 a 2006. Interpretou Kundry em Parsifal, Sieglinde em As ValquÃ­rias, Brangäne em Tristáo e Isolda, VÃªnus em Tannhäuser, Ortrud em Lohengrin e Adriano em Rienzi. Outros papéis incluem Judith em O Castelo do Barba Azul de BartÃ³k, Cassandra em Les Troyens de Berlioz, e Ariadne em Ariadne auf Naxos de Strauss. Destacam-se também sua interpretaçáo das obras de Mahler. Tem sido convidada para cantar nas principais Ã³peras europeias e americanas, bem como para participar de importantes festivais de mÃºsica, como de Bayreuth, Salzburg e Bregenz. Solista convidada das principais orquestras internacionais, recebeu dois prÃªmios Grammys, em 2002, por sua interpretaçáo de Cassandra durante a gravaçáo ao vivo de Les Troyens com a SinfÃ´nica de Londres, sob a batuta de Sir Colin Davis. Fez diversos recitais (Lieder) nas principais salas de concerto europeias, tais como Wigmore Hall de Londres, Concertgebouw (Amsterdá), Louvre e ThéÃ¢tre du ChÃ¢telet de Paris, Schubertiade de Feldkirch (Ãustria), Festival de Edinburgh, Carnegie Hall (Nova York) e em teatros de Genebra, Bruxelas, Gent e por toda a Alemanha. Gravou, para o selo Oehms Classics, diversas composiçÃµes de Clemens Krauss. Compromissos recentes incluem apresentaçÃµes como Sieglinde em As ValquÃ­rias em Berlim; Kundry em Parsifal com Bernard Haitink em Londres e Viena; a Segunda Sinfonia de Mahler com o maestro Pierre Boulez em Berlim e Viena; VÃªnus em Tannhäuser de Wagner em Sáo Diego e Sáo Francisco, Berlim e Espanha, Judith em O Castelo do Barba Azul de BartÃ³k com Christoph Von DohnÃ¡nyi em Genebra, além de concertos com o maestro Marek Janowski em Paris, com IvÃ¡n Fischer em Budapeste, bem como recitais em Genebra, Paris, e Amsterdá, mais a Sinfonia nÂº 3, de Mahler, com a FilarmÃ´nica de Nova York. Â </p>
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