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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Pelegos</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Wie funktionieren eigentlich Brasiliens Gewerkschaften unter Lula und José Dirceu? Waldemar Rossi von der bischöflichen Arbeiterpastoral analysiert.</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 16:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
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		<description><![CDATA[http://www.cultiva.org.br/mostra_colunist.php?id=257 Waldemar Rossi, Arbeiterpastoral der Erzdiözese Sao Paulo unter dem deutschstämmigen Kardinal Odilo Scherer:   Recentes notÃ­cias vindas do universo dos sindicatos nos revelam que a disputa pela hegemonia sindical vem gerando peleguismo, entreguismo, adesáo ao capital e violÃªncia contra companheiros de classe, dividindo e enfraquecendo a organizaçáo e as lutas dos trabalhadores. Â  Segundo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultiva.org.br/mostra_colunist.php?id=257">http://www.cultiva.org.br/mostra_colunist.php?id=257</a></p>
<p><strong>Waldemar Rossi, Arbeiterpastoral der Erzdiözese Sao Paulo unter dem deutschstämmigen Kardinal Odilo Scherer:</strong></p>
<p><span id="more-783"></span></p>
<p><font size="3" face="Times New Roman">  </font><font size="3" face="Times New Roman">Recentes notÃ­cias vindas do universo dos sindicatos nos revelam que a disputa pela hegemonia sindical vem gerando peleguismo, entreguismo, adesáo ao capital e violÃªncia contra companheiros de classe, dividindo e enfraquecendo a organizaçáo e as lutas dos trabalhadores. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Segundo notÃ­cias que nos chegam de Sáo José dos Campos, no Ãºltimo final de semana (dia 1 de agosto), uma assembléia de trabalhadores de empresas da construçáo civil que prestam serviços Ã  REVAP (Refinaria da Petrobras) &#8211; que se realizava na sede da Conlutas daquela cidade &#8211; foi invadida por cerca de 60 homens armados, alguns encapuzados, gritando e ameaçando os presentes, inclusive com tiros. MÃ³veis da sede e trÃªs veÃ­culos do Sindicato dos MetalÃºrgicos foram depredados. Documentos relativos Ã  fundaçáo da associaçáo daqueles trabalhadores foram roubados, tais como a ata e a lista de presença. Verdadeiro gangsterismo ressuscitado depois da triste era dos pelegos interventores nos principais sindicatos brasileiros. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Convém esclarecer que, segundo os mesmos informes, a Construçáo Civil da cidade tem sindicato de trabalhadores filiado Ã  CUT, cuja açáo negociadora da greve de 31 dias “ 16 de maio a 16 de junho &#8211; foi rejeitada pelos trabalhadores, que criaram comissáo de negociaçáo prÃ³pria. Pelos informes, o interesse de impedir a formaçáo de uma associaçáo dos trabalhadores das terceirizadas da Petrobras náo interessa Ã  CUT, Ã s empresas e nem Ã  prÃ³pria Petrobras. Náo por menos, a Petrobras e as empreiteiras vÃªm promovendo demissÃµes em massa naquela unidade. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Por outro lado, as mesmas divergÃªncias vÃªm ocorrendo no Ã¢mbito nacional dos petroleiros. Existem duas entidades nacionais: Federaçáo Ãšnica dos Petroleiros (FUP), ligada Ã  CUT, e a Frente Nacional dos Petroleiros (FNP), formada por sindicatos que se desfiliaram da CUT em razáo de sua adesáo incondicional Ã s polÃ­ticas reformistas do atual governo. No caso das negociaçÃµes com a Petrobras sobre os valores da PLR (Participaçáo nos Lucros e Resultados), a petroleira apresentou propostas diferenciadas para as duas entidades sindicais, sendo que para a FUP (CUT) os valores sáo mais baixos que os apresentados para a FNP. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Pelo fato de a FUP ter aceitado a oferta menor e a FNP defender a proposta mais vantajosa para os trabalhadores, a disputa atingiu seu auge na Baixada Santista, quando, em assembléia geral, militantes das duas entidades entraram em confronto que chegou Ã  violÃªncia entre eles. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Infelizmente, inÃºmeros outros casos de verdadeiras guerrinhas vÃªm ocorrendo entre trabalhadores de outras categorias profissionais por este Brasil afora, quase que invariavelmente inspiradas pelas posiçÃµes dos adesistas! </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Enquanto as direçÃµes sindicais se dividem, enfraquecendo a organizaçáo e as lutas dos trabalhadores, a direita se unifica em seu projeto de criminalizaçáo do movimento social. De um lado, lutamos contra a perseguiçáo ilegal, inconstitucional e violenta que vem sendo praticada pelo Ministério PÃºblico e a Brigada Militar do Rio Grande do Sul (com a conivÃªncia de sua governadora Yeda Crusius “ PSDB) contra os trabalhadores do MST. De outro lado, o Ministério PÃºblico Federal apresentou denÃºncia contra oito lideranças do MST “ pasmem! &#8211; tendo como base a &#8222;Lei de Segurança Nacional&#8220; da ditadura militar, lei que foi abolida com a Constituiçáo de 1988. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Como jÃ¡ temos comentado em outros artigos, a direita (governadores e prefeitos) vai, progressivamente, aplicando a violÃªncia contra todo e qualquer movimento reivindicatÃ³rio e de contestaçáo Ã s polÃ­ticas governamentais anti-nacionalistas. Ã‰ o capital nacional e principalmente internacional dando as cartas na polÃ­tica nacional. Sáo os interesses das multinacionais como a Aracruz e tantas empresas estrangeiras que se apossam das terras brasileiras “ unidas aos latifundiÃ¡rios nacionais -, com incentivo governamental, para a produçáo voltada Ã s commodities. Ã‰ a polÃ­tica cujo interesse é manter os altos juros para favorecer os grandes bancos. E assim por diante. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">E o novo peleguismo, incrustado nas esferas do governo federal, se dispÃµe a impedir a unificaçáo polÃ­tica e das lutas populares, unindo-se, assim, ao ataque do capital sobre os direitos dos trabalhadores, capital sem fronteiras que avança na guerra permanente do conflito ˜Capital x Trabalho™, impondo-nos derrotas histÃ³ricas. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><font size="3" face="Times New Roman">Porém, o fato de que existem lutas sinaliza que muitos náo se deixam iludir; que a coragem e a determinaçáo da classe trabalhadora náo estáo mortas; que a luta vai continuar e que nova ascensáo das lutas populares irÃ¡ em breve pipocar, pois toda repressáo e dominaçáo tÃªm seus limites. E a paciÃªncia dos trabalhadores também. </font><font size="3" face="Times New Roman">Â  </font><strong><font size="3" face="Times New Roman">Waldemar Rossi é metalÃºrgico aposentado e coordenador da Pastoral OperÃ¡ria da Arquidiocese de Sáo Paulo.</font></strong> <font size="3" face="Times New Roman">Â  </font></p>
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