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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; OSESP-Podcast</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasilien: Beifall für Claudio Cruz &#8211; erster Geiger des OSESP. Die Wochenkonzerte zum Anklicken bei Radio FM Cultura. Tango-Batuque von 2007 &#8211; Podcast.</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 14:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
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		<description><![CDATA[CLÃUDIO CRUZ RECEBE HOMENAGEM EM COMEMORAÃ‡ÃƒO AOS 20 ANOS COMO SPALLA DA OSESP E APRESENTA OBRA INÃ‰DITA DE COMPOSITOR BRASILEIRO http://www.osesp.art.br/sons_imagens/aovivo/ http://www.osesp.art.br/podcast/ Concerto Para Violino e Orquestra, de Ronaldo Miranda, terÃ¡ sua primeira audiçáo mundial com regÃªncia do maestro Roberto Minczuk. Os concertos marcam o lançamento nacional do CD gravado por ClÃ¡udio Cruz com a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>CLÃUDIO CRUZ RECEBE HOMENAGEM EM COMEMORAÃ‡ÃƒO AOS 20 ANOS COMO SPALLA DA OSESP </strong></p>
<p align="center"><strong>E APRESENTA OBRA INÃ‰DITA DE COMPOSITOR BRASILEIRO</strong></p>
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<p><strong><span id="more-5100"></span></strong><em>Concerto Para Violino e Orquestra, de Ronaldo Miranda, terÃ¡ sua primeira audiçáo mundial com regÃªncia do maestro Roberto Minczuk. Os concertos marcam o lançamento nacional do CD gravado por ClÃ¡udio Cruz com a Osesp, que inclui obras para violino compostas por Bruch e Tchaikovsky</em>Â Â Uma grande festa foi preparada para comemorar os 20 anos do violinista ClÃ¡udio Cruz como spalla da Orquestra SinfÃ´nica do Estado de Sáo Paulo, nos concertos dos dias 22, 23 e 24 de abril, na Sala Sáo Paulo.Â A primeira homenagem serÃ¡ a estreia mundial da obra <strong><em>Concerto Para Violino e Orquestra</em></strong>, composta, a pedido da Fundaçáo Osesp, por Ronaldo Miranda e <strong>dedicada </strong>ao violinista. A segunda surpresa é um presente ao homenageado e ao pÃºblico que tem acompanhado a carreira do mÃºsico paulista ao longo dos Ãºltimos anos: o lançamento oficial do <strong>CD <em>Osesp e ClÃ¡udio Cruz,</em></strong> com o <em>Concerto Para Violino nÂº1, </em>de Max Bruch e o <em>Concerto Para Violino</em>, de Pyotr I. Tchaikovsky. O principal destaque vai para a informaçáo de que o CD, bem como seu encarte, náo seráo vendidos e estaráo disponÃ­veis para download no site da Osesp (<a href="http://www.osesp.art.br/" title="http://www.osesp.art.br/">www.osesp.art.br</a>), na semana seguinte aos concertos.Â Além da obra de Ronaldo Miranda, o repertÃ³rio das trÃªs apresentaçÃµes inclui a <em>Abertura Zur Namensfeier</em>, de <strong>Beethoven</strong> e a <strong><em>Sinfonia nÂº1, </em>de Gustav Mahler</strong>,<em> </em>também conhecida com Sinfonia <strong>Titá</strong>. Esta obra faz parte do projeto da Osesp de apresentar todas as sinfonias do compositor austrÃ­aco até o final de 2011. Â <strong>Serviços</strong>Â <strong>Quinta</strong>, 22/04 (21h); <strong>Sexta</strong>, 23/04 (21h); <strong>SÃ¡bado</strong>, 24/04 (16h30)Preços: <strong>de R$ 36 a R$ 122</strong><br />
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pÃºblica tÃªm 50% de desconto, mediante comprovaçáo<br />
Recomendaçáo etÃ¡ria<strong>: 7 anos</strong><br />
CartÃµes de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.<br />
Ingressos também pela <strong>Ingresso RÃ¡pido 4003-1212 &#8211; <a href="http://www.ingressorapido.com.br/" title="http://www.ingressorapido.com.br/">www.ingressorapido.com.br</a></strong>Estacionamento: 611 vagas (20 para Portadores de Necessidades Especiais e 33 para Idosos) &#8211; <strong>R$ 10</strong>.<br />
Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. JÃºlio Prestes 16 <strong>(11) 3223-3966</strong>.<strong>Â </strong><strong>Â </strong><strong>RepertÃ³rio</strong><strong>Â </strong><strong>Ludwig van BEETHOVEN</strong>Bonn, Alemanha ”16 de dezembro de 1770 / Viena, Ãustria ”26 de março de 1827<strong><em>Abertura Zur Namensfeier, </em></strong><strong>Op.115</strong>Duraçáo aproximada‚8 minutosAno da composiçáo‚1814-15Â Beethoven pertence ao grupo relativamente pequeno de compositores que obtiveram glÃ³ria e pleno reconhecimento em vida. Náo desprezou as influÃªncias de sua época: os ventos italianos sopravam em Viena e ele os absorveu com elegÃ¢ncia e <em>savoir-faire</em>. (Basta citar o tempo lento da <em>Sonata em LÃ¡ Sustenido Maior</em>, Op.110, que nos remete ao célebre <em>Adagio </em>de Albinoni.) A essÃªncia da linguagem beethoveniana estÃ¡, contudo, calcada na tradiçáo cultural alemá, dos ensinamentos absorvidos de Haydn ao contato com artistas e intelectuais de seu paÃ­s, como o poeta Friedrich Schiller (1759-1805), cujos versos o compositor utilizou na ”Ode Ã  Alegria, movimento final da <em>Nona Sinfonia</em>. Esboços dessa obra jÃ¡ começaram a aparecer uma década antes; Beethoven articulava suas ideias temÃ¡ticas e as reutilizava e, assim, antecipou referÃªncias sonoras Ã  <em>Nona Sinfonia </em>na <em>Abertura Zur Namensfeier </em>(<em>Festa do Dia</em>), peça raramente executada. A obra deveria estar pronta em outubro de 1814, mas sÃ³ foi concluÃ­da meses mais tarde, estreando em Viena no Natal de 1815. <strong>Â </strong><strong>Ronaldo MIRANDA</strong><em>Rio de Janeiro (RJ) ” 26 de abril de 1948</em><strong><em>Concerto Para Violino e Orquestra</em></strong>Duraçáo aproximada‚23 minutosAno da composiçáo‚2009Â Composto em 2009, por encomenda da Osesp, o <em>Concerto Para Violino e Orquestra </em>divide-se em quatro movimentos, apresentando um discurso sonoro em que convivem livremente atonalismo e neotonalidade. O primeiro movimento ” ”PrÃ³logo ” coloca logo em destaque o violino solista, pontuado por intervençÃµes orquestrais de carÃ¡ter pontilhista. ”Discurso é um exemplar bem condensado da ”forma sonata [em linhas essenciais: exposiçáo (com dois temas) / desenvolvimento / reexposiçáo, com os respectivos contrastes de tonalidade]. O Tema A inicial é enérgico e incisivo, exibindo o violino solista num motivo discursivo e retÃ³rico, entre acordes rebatidos pela massa orquestral, enquanto o Tema B é lÃ­rico e melÃ³dico, com seus longos e sinuosos enunciados divididos entre orquestra e solista. ”Reflexáo é o tÃ­tulo do terceiro movimento, onde atmosferas contrastantesse sucedem sem maiores compromissos formais, tal como um <em>intermezzo </em>livre e repleto de especulaçÃµes tÃ­mbricas.O quarto e Ãºltimo tempo, ”EpÃ­logo, estabelece variaçÃµes contÃ­nuas, em forma de parÃ¡frase, para o tema popular brasileiro <em>Estrela Brilhante</em>, um ponto de macumba também conhecido como <em>Estrela do Mar</em>. Timbre, melodia,ritmo e harmonia sáo trabalhados nas vÃ¡rias propostas de variaçáo. Uma brilhante cadÃªncia para o violino precedea relembrança do tema principal, seguido de uma coda bastante virtuosÃ­stica. O <em>Concerto </em>é dedicado ao violinistaClÃ¡udio Cruz.Â <strong>Gustav MAHLER</strong><em>Kalischt, RepÃºblica Tcheca ” 7 de julho de 1860 / Viena, Ãustria ” 18 de maio de 1911</em><strong><em>Sinfonia nÂº 1 em Ré Maior ” </em></strong><strong>Titá</strong>Duraçáo aproximada‚53 minutosAno da composiçáo‚1885-88Â Em sua longa carreira como regente, Mahler teve significativa passagem pela Ã“pera Real de Budapeste, onde estreou, em 1889, sua <em>Primeira Sinfonia</em>, sob seu prÃ³prio comando. A obra provocou controvérsias, de pÃºblico e de crÃ­tica. Dizem os cronistas da época que a plateia náo gostou do carÃ¡ter irÃ´nico da ”Marcha FÃºnebre do terceiro movimento: para um pÃºblico que mal começava a se acostumar com as obras de Brahms e Bruckner, a nova peça trazia mesmo um excesso de informaçÃµes novas. Na verdade, o tempo provou que a <em>Sinfonia nÂº 1 </em>de Mahler é uma obra especial, justamente pelo seu contraste e pela sua fragmentaçáo formal. O primeiro movimento tem carÃ¡ter bucÃ³lico e pastoral, com citaçÃµes dos <em>Lieder eines fahrenden Gesellen</em>, do prÃ³prio Mahler. O segundo tempo flui em estilo austrÃ­aco, com reminiscÃªncias de Schubert a Bruckner. JÃ¡ no terceiro movimento, o compositor satiriza a tradicional marcha fÃºnebre a partir de citaçÃµes distorcidas do cÃ¢none francÃªs <em>FrÃ¨re Jacques</em>. A intençáo é inegÃ¡vel, e o prÃ³prio autor escreveu no programa da estreia a indicaçáo: ”<em>A les Pompes FunÃ¨bres</em>. Mas o que seria uma melodia fÃºnebre aos poucos se transforma em sugestáo de canto judaico, dança hÃºngara ou até mesmo uma cançáo de cabaré em Berlim. Entra em cena entáo a seçáo central, em modo maior, que, em sua precisáo germÃ¢nica, mais parece um angelical acalanto ou um canto pastoral. Volta o insÃ³lito motivo fÃºnebre, com suas febris derivaçÃµes, fechando em forma ternÃ¡ria o controvertido movimento. Finalmente, o Ãºltimo tempo desenvolve-se em estrutura rapsÃ³dica, com vÃ¡rias atmosferas contrastantes. A entrada do ”Finale explode em vigor e drama, como uma tempestade orquestral que desaba sobre o ouvinte. O primeiro tema, <em>allegro energico</em>, traz reminiscÃªncias do melhor Schumann sinfÃ´nico, enquanto o langoroso motivo que se expande a seguir nos remete ao melodismo wagneriano. As seçÃµes divergentes se sucedem até a conclusáo apoteÃ³tica, com as cintilaçÃµes dos metais.<strong>Â </strong><em>Resumos baseados nos originais escritos pelo compositor e professor Ronaldo Miranda para o programa de concertos da Osesp.</em><strong>Â </strong><strong>Regente</strong><strong>Roberto Minczuk “</strong> <em>Ãšltima vez com a Osesp em maio de 2005</em>Diretor artÃ­stico e regente titular da Orquestra SinfÃ´nica Brasileira da Cidade do Rio de Janeiro e da FilarmÃ´nica de Calgary, além de ocupar o cargo de diretor artÃ­stico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou também como diretor artÃ­stico adjunto e regente associado da Osesp, da SinfÃ´nica de Ribeiráo Preto, regente titular da SinfÃ´nica da Universidade de BrasÃ­lia e diretor artÃ­stico do Festival de Campos do Jordáo. Esteve Ã  frente das filarmÃ´nicas de Nova York, Los Angeles, Israel, Londres, Royal Liverpool, Oslo, Hallé, Roterdá; das orquestras da Filadélfia, Cleveland e Minnesota; das sinfÃ´nicas de San Francisco, Saint Louis, Atlanta, Baltimore, Montreal, Toronto, Ottawa, BBC de Londres, Cardiff, Escocesa, Barcelona e da RÃ¡dio Holandesa e as nacionais da França, Lyon, Bélgica, Lille e EscÃ³cia. Apresentou-se com a FilarmÃ´nica de Londres em turnÃª pelos EUA e regeu as Ãºltimas produçÃµes de <em>Os Sete Pecados Capitais </em>e <em>O VÃ´o de Lindbergh </em>na Ã“pera de Lyon e no Festival Internacional de Edinburgh. Estreou nos EUA com a FilarmÃ´nica de Nova York em 1998, tendo sido convidado, em 2002, a assumir o posto de regente associado ” cargo ocupado pela Ãºltima vez por Leonard Bernstein. Entre os prÃªmios que recebeu estáo o Martin Segall, Grammy Latino com o CD <em>Jobim SinfÃ´nico</em>, Emmy, PrÃªmio Carlos Gomes, APCA como Melhor Regente, PrÃªmio TIM e PrÃªmio Bravo. Foi retratado no curta-metragem <em>Introitus</em>, veiculado no canal Bravo, CanadÃ¡. Em 2009, foi condecorado com a Medalha Pedro Ernesto, a mais alta comanda da CÃ¢mara Municipal do Rio de Janeiro. Com a FilarmÃ´nica de Londres, gravou pela Naxos obras de Ravel, Piazzolla, Martin e Tomasi; com a Osesp, pelo selo BIS, sete CDs que incluem a integral das <em>Bachianas Brasileiras</em>, <em>Danças Brasileiras </em>e ainda quatro CDs com a Orquestra AcadÃªmica do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordáo, com obras de DvorÃ¡k, Mussorgsky, Tchaikovsky, entre outros.<strong>Â </strong><strong>Solista</strong><strong>ClÃ¡udio Cruz “ </strong>violinoIniciou-se na mÃºsica com seu pai, o luthier Joáo Cruz, e recebeu orientaçáo de Erich Lehninger e Maria Vischnia, Joseph Gingold, Chaim Taub, Kenneth Goldsmith e Olivier Toni. Vencedor de diversos concursos no Brasil, foi premiado pela APCA em 1985 e 1997, ganhador do PrÃªmio Carlos Gomes em 2002 como camerista e 2006 como solista instrumental. Em 1991, estreou na Europa, tendo sido aclamado como ”grande intérprete de Mozart pelo jornal <em>Berliner Morgenpost</em>. Tem sido convidado a atuar na França, ItÃ¡lia, Alemanha, Ãustria, Hungria, Japáo, CroÃ¡cia, Uruguai, Argentina, Chile e Estados Unidos. Spalla da Osesp desde 1990, foi primeiro violino do Quarteto AmazÃ´nia e ocupou por dez anos o cargo de diretor musical da Orquestra de CÃ¢mara Villa-Lobos. Foi professor nos festivais de Campos do Jordáo, Londrina, BrasÃ­lia, Itu, entre outros. Em intensa atividade como regente, apresentou-se com algumas das mais importantes orquestras brasileiras, destacando-se a Osesp, as sinfÃ´nicas Brasileira, Municipal de Sáo Paulo, do Teatro Nacional de BrasÃ­lia, Nacional do Rio de Janeiro, Bahia e Curitiba. Sua discografia inclui a gravaçáo, na ItÃ¡lia, de obras de Oswald, Villa-Lobos, Krieger e Ronaldo Miranda; trÃªs CDs com a Orquestra de CÃ¢mara Villa-Lobos; com o Quarteto AmazÃ´nia, interpretando Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Alexandre Levy, Carlos Gomes e Nepomuceno, além de obras da compositora croata Dora PejaÄeviÄ‡ e tangos de Piazzolla “ este Ãºltimo ganhador do Grammy Awards em 2002. Lançou <em>Campinas de Todos os Sons </em>(2004); um CD de Sinfonias (Beethoven e Mozart), <em>ColetÃ¢neas</em> (2007) e <em>50 anos de Bossa Nova</em> (2008) com a SinfÃ´nica de Ribeiráo Preto. Com a Osesp gravou os <em>Concertos</em> de Bruch e Tchaikovsky. Em 2009 gravou na SuÃ­ça a <em>Sonata</em> de Debussy e peças de Villa-Lobos com o pianista Michel Dalberto. Esteve Ã  frente da SinfÃ´nica das Américas (FlÃ³rida), a MetrÃ³pole Orkest (Holanda), Orquestra de CÃ¢mara de Osaka no Japáo, SinfÃ´nica de Avignon (França) entre outras. Foi regente titular da SinfÃ´nica Municipal de Campinas (2003-05) e, desde 2005, é regente titular da SinfÃ´nica de Ribeiráo Preto.<strong><em>Â </em></strong><strong><em>Osesp</em></strong><strong> “ </strong>Desde 1954, a Osesp trilhou uma histÃ³ria de conquistas, que culminou em uma instituiçáo reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelÃªncia. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece Ã  frente da Orquestra e deixa um projeto para sua reformulaçáo. Com o apoio do SecretÃ¡rio de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997 o maestro John Neschling é escolhido para assumir a direçáo artÃ­stica e conduzir essa nova fase na histÃ³ria da Osesp. A Sala Sáo Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, sáo criados os coros SinfÃ´nico, de CÃ¢mara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de VoluntÃ¡rios; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp. Em maio de 2009, a Osesp ganha o XII PrÃªmio Carlos Gomes na categoria Orquestra SinfÃ´nica, pelo conjunto de apresentaçÃµes realizadas durante o ano de 2008. Indicada pela revista inglesa <em>Gramophone</em> como uma das trÃªs orquestras emergentes no mundo Ã s quais se deve prestar atençáo, a Osesp dÃ¡ continuidade ao projeto de ampliaçáo constante da cultura musical brasileira e para a Temporada 2010 conta com o maestro francÃªs Yan Pascal Tortelier como regente titular e o mÃºsico e escritor Arthur Nestrovski como diretor artÃ­stico.InstituÃ­da em junho de 2005, a <strong>Fundaçáo Osesp </strong>administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relaçÃµes de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre mÃºsicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.Â</p>
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