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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; kranke FÃ¼hrungskrÃ¤fte</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasiliens kranke Führungskräfte &#8211; Vorbilder der Gesellschaft? &#8222;Toda a emocao é colocado no trabalho.&#8220;</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 21:54:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trabalhar pode ser prejudicial Ã  saÃºde GILBERTO URURAHYA corrida pelo aumento da produtividade tem um custo elevado para os executivos e suas empresas. O estresse vence e as doenças modernas se multiplicam. ”Trabalhar pode prejudicar gravemente sua saÃºde. Ã‰ difÃ­cil imaginar o governo ou mesmo qualquer entidade de classe liderar campanha publicitÃ¡ria em televisÃµes, em [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar pode ser prejudicial Ã  saÃºde</p>
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<p>GILBERTO URURAHYA corrida pelo aumento da produtividade tem um custo elevado para os executivos e suas empresas. O estresse vence e as doenças modernas se multiplicam. ”Trabalhar pode prejudicar gravemente sua saÃºde. Ã‰ difÃ­cil imaginar o governo ou mesmo qualquer entidade de classe liderar campanha publicitÃ¡ria em televisÃµes, em outdoors ou em jornais com os dizeres acima em letras garrafais. Entretanto, as estatÃ­sticas sáo cruéis. As doenças modernas, aquelas que tÃªm como pano de fundo o estresse crÃ´nico, aumentam a cada ano. A produçáo exagerada dos hormÃ´nios gerados pelo estresse (adrenalina e cortisol) tem provocado baixas importantes no campo corporativo. Acidente vascular cerebral hemorrÃ¡gico para Paula, 47 anos, diretora de banco; infarto do miocÃ¡rdio para Ricardo, 45 anos, diretor de multinacional da Ã¡rea de serviços; depressáo para Teresa, 42 anos, diretora de relaçÃµes externas de empresa de bebida sáo alguns exemplos, pegos ao acaso, entre numerosas vÃ­timas, cada vez mais jovens, do estresse crÃ´nico. Alguns incapacitam, outros&#8230; matam. Segundo pesquisa realizada em nossa clÃ­nica, o estresse crÃ´nico representa o principal fator de risco para a saÃºde dos executivos: trÃªs a cada cinco homens e uma a cada trÃªs mulheres sofrem do mal. ApÃ³s realizarmos mais de 25 mil check-ups médicos em executivos de ambos os sexos, ao longo dos Ãºltimos 15 anos, encontramos o seguinte perfil de saÃºde: ¢ 80% se alimentam mal; ¢ 65% sáo sedentÃ¡rios (alegam a fadiga como causa); ¢ 50% usam Ã¡lcool regularmente (como relaxante pelo excesso de adrenalina produzida); ¢ 45% fumam; ¢ 26% tÃªm insÃ´nia; ¢ 25% apresentam alteraçÃµes das gorduras sangüÃ­neas ” como baixas do HDL (colesterol bom) e elevaçÃµes do LDL (colesterol ruim) e dos triglicerÃ­deos; ¢ 20% se automedicam (tranqüilizantes, analgésicos, antiÃ¡cidos, estatinas&#8230;); ¢ 19% tÃªm hipertensáo arterial; ¢ 16% sofrem de gastrite; ¢ 12% sáo obesos; ¢ 12% das mulheres apresentam infecçÃµes ginecolÃ³gicas, em funçáo da baixa de imunidade; ¢ e 6% sáo diabéticos. Um percentual importante da populaçáo examinada apresenta, ao mesmo tempo, vÃ¡rias das condiçÃµes acima descritas. Segundo alguns especialistas, o futuro serÃ¡ ainda mais sombrio. A continuar nesse ritmo, as condiçÃµes de trabalho atuais conduziráo a uma explosáo de invalidez gerada por problemas fÃ­sicos e emocionais. Mas, como chegamos a este ponto? Em uma economia cada vez mais globalizada, as empresas devem permanentemente melhorar a sua produtividade para enfrentar a concorrÃªncia em relaçáo a preços e/ou aumentar a qualidade do serviço, sob pena de perder mercado. A palavra de ordem é competitividade. Assim, o trabalho tem-se intensificado no campo corporativo, em que se observa uma mobilizaçáo instantÃ¢nea mÃ¡xima das capacidades humanas. A rotina dos executivos é uma roda-viva massacrante. Viagens freqüentes, com fusos-horÃ¡rios desnorteantes, resultam em noites maldormidas que agridem fortemente seus relÃ³gios biolÃ³gicos. Agendas rÃ­gidas e metas cada vez mais ambiciosas a serem atingidas. A vida pessoal foi colocada em que plano? Náo hÃ¡ espaço para a individualidade. Toda a emoçáo é colocada no trabalho. Náo hÃ¡ equilÃ­brio, inexistindo, portanto, bem-estar. Em boa parte dos casos, esses profissionais ”moram no trabalho e, eventualmente, dormem em suas casas. Conectados aos escritÃ³rios virtuais, possuem dois ou trÃªs aparelhos celulares e estáo alcançÃ¡veis 24 horas por dia, durante sete dias da semana. Sem tempo para uma reciclagem e muito menos disponibilidade emocional para o lazer, os executivos sáo reféns de um modo de vida monocÃ³rdio e pouco criativo. Por outro lado, no campo corporativo, precisam ser polivalentes e policompetentes, tendo como alvo o bÃ´nus previamente acordado. Os dirigentes de recursos humanos mais lÃºcidos, preocupados com a segurança empresarial e conscientes de que o estresse excessivo acaba necessariamente pesando sobre os resultados das empresas, buscam vÃ¡rias maneiras para atenuar o mal. Palestras, seminÃ¡rios voltados para a qualidade de vida, academias de ginÃ¡stica no seio da empresa&#8230; As açÃµes, no entanto, sáo sempre desenvolvidas em grupo, quando, na realidade, a abordagem do indivÃ­duo deve ser individual. Exemplificando, o indivÃ­duo deve conhecer quais sáo os fatores de risco para sua saÃºde, como se encontra o seu meio interno, seus metabolismos, a fim de estabelecer programas de promoçáo Ã  saÃºde para a correçáo de qualquer desvio, impactando em forte segurança pessoal e empresarial. Para enfrentar a competitividade desenfreada, nos paÃ­ses desenvolvidos as empresas começaram a posicionar a saÃºde de seus colaboradores no centro do pensamento organizacional e a escolha recaiu sobre a prevençáo no mais amplo sentido. Programas de exames médicos periÃ³dicos, açÃµes voltadas para a ergonomia no ambiente de trabalho, estÃ­mulo a programas de férias anuais&#8230; Os resultados logo surgiram, representados pela diminuiçáo do absenteÃ­smo ” em razáo de doença ou acidente do trabalho ”, o que permitiu a manutençáo da engrenagem empresarial. Também foi possÃ­vel reduzir custos com head hunters e com despesas médico-hospitalares e seguradoras, além de disseminar a percepçáo de segurança entre seus funcionÃ¡rios. GILBERTO URURAHY é médico.<a href="http://www.hospitalar.com/cientificas/not0079.html">http://www.hospitalar.com/cientificas/not0079.html</a></p>
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