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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Hagai Shaham</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>OSESP erstmals mit israelischem Violinisten Hagai Shaham.</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 21:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
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		<description><![CDATA[VIOLINISTA ISRAELENSE TOCA COM A OSESP EM SUA ESTREIA NA AMÃ‰RICA DO SUL EM CONCERTOS QUE CONTARÃƒO, AINDA, COM O BOLERO, DE MAURICE RAVEL O violinista Hagai Shaham faz sua estreia em palcos sulamericos em obras de dois compositores pouco conhecidos do pÃºblico brasileiro- Ernest Bloch e Jeno Hubay. O programa da semana contempla ainda [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>VIOLINISTA ISRAELENSE TOCA COM A OSESP EM SUA ESTREIA NA AMÃ‰RICA DO SUL </strong></p>
<p align="center"><strong>EM CONCERTOS QUE CONTARÃƒO, AINDA, COM O BOLERO, DE MAURICE RAVEL</strong></p>
<p><strong><span id="more-4888"></span></strong><em>O violinista Hagai Shaham faz sua estreia em palcos sulamericos em obras de dois compositores pouco conhecidos do pÃºblico brasileiro- Ernest Bloch e Jeno Hubay. O programa da semana contempla ainda a mais famosa obra de Maurice Ravel “ Bolero “ e o ballet El Sombrero de Tres Picos, de Manuel de Falla, com a cantora Adriana Clis</em>Â Â A Ãºltima semana de programaçáo da Osesp no mÃªs de Março marcarÃ¡ a estreia de dois convidados ao lado da orquestra paulista. O regente colombiano, <strong>Alejandro Posada</strong>, atual regente principal da <strong>SinfÃ´nica de Castilla y LeÃ³n</strong> e violinista israelense <strong>Hagai Shaham</strong>, vencedor de diversos prÃªmios internacionais, que solarÃ¡ duas obras raramente apresentadas nos palcos sul americanos: <em>Baal Shem</em>: SuÃ­te, do suÃ­ço-americano Ernest Bloch e <em>Cenas da Csarda</em>: nÂº 4 e 5, do hÃºngaro <strong>Jeno Hubay</strong>.Â O programa dos concertos, que aconteceráo na Sala Sáo Paulo, conta ainda com o famoso <strong><em>Bolero</em></strong>, de Ravel, a mais destacada e reconhecida obra do compositor francÃªs, composta em 1928, e <strong><em>El Sombrero de Tres Picos</em></strong>, do espanhol Manuel de Falla, que contou com cenÃ¡rios de Picasso em sua estreia, em Londres, em 1919. A mezzo soprano <strong>Adriana Clis</strong>, farÃ¡ os solos nesta obra.Â Â <strong>Serviços</strong><strong>Quinta</strong>, 25/3 (21h); <strong>Sexta</strong>, 26/3 (21h); <strong>SÃ¡bado</strong>, 27/3 (16h30).<br />
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Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. JÃºlio Prestes 16 <strong>(11) 3223-3966</strong>.<br />
<strong>RepertÃ³rio</strong><strong>Â </strong><strong>Manuel DE FALLA</strong>CÃ¡diz, Espanha ” 23 de novembro de 1876 / Alta Gracia, Argentina ” 14 de novembro de 1946<strong></strong><strong><em>El Sombrero de Tres Picos</em></strong>Duraçáo aproximada‚37 minutos / Ano da composiçáo‚1917-19Â Considerado o maior compositor espanhol do século XX, Manuel de Falla iniciou a carreira escrevendo <em>zarzuelas </em>(operetas espanholas) e consolidou sua formaçáo em Paris, entre 1900 e 1920. O musicÃ³logo alemáo Egon Voss diz que De Falla, mesmo náo tendo criado composiçÃµes revolucionÃ¡rias, soube aproveitar valores que despontavam na época. Ideologicamente compartilhava das ideias do racionalismo musical; esteticamente, pendia ao neoclassicismo; tecnicamente, Ã  harmonia impressionista e, por fim, a uma escrita inspirada no Renascimento espanhol. O legado do compositor náo é extenso ” fruto de uma autocrÃ­tica que sÃ³ lhe permitia entregar ao pÃºblico resultados que considerasse perfeitos. Entre suas partituras mais conhecidas destacam-se <em>Noites no Jardim de Espanha</em> e os balés <em>El Amor Brujo </em>e <em>El Sombrero de Tres Picos </em>(<em>O Chapéu de TrÃªs Bicos</em>), considerado sua Ãºltima partitura de carÃ¡ter nitidamente nacionalista. A versáo completa estreou em 1919 no Alhambra Theatre de Londres, com cenÃ¡rios de Picasso. O libreto trata de uma singela histÃ³ria, na qual um moleiro e sua mulher ludibriam um devasso corregedor do governo ”cujo sÃ­mbolo de autoridade era o chapéu de trÃªs bicos. Marcada por intensidade e otimismo, é uma obra divertida e bem humorada. De Falla náo teme, por exemplo, ironizar o severo Beethoven, fazendo referÃªncia Ã s quatro famosas notas da <em>Quinta Sinfonia </em>” ”o tema do destino ” que anunciam que os aguazis chegaram Ã  casa do moleiro para levÃ¡-lo preso. Uma fina dose de ironia a Stravinsky também perpassa toda a obra. Â <strong>Ernest BLOCH</strong>Genf, SuÃ­ça ” 24 de julho de 1880 / Portland, EUA ” 15 de julho de 1959<strong><em>Baal Shem</em></strong>Duraçáo aproximada‚14 minutos / Ano da composiçáo‚1939<strong><em></em></strong>Â Nascido na SuÃ­ça, Bloch estudou na Bélgica e na Alemanha; morou em Genebra, Paris, Roma e EUA. Estudou violino em Genebra, com Ã‰mile Jacques-Dalcroze; em Frankfurt, com Iwan Knorr; em Bruxelas, com o violinista, regente e compositor EugÃ¨ne YsaÃ¿e. Aos 20 anos, alguns de seus trabalhos jÃ¡ haviam sido apresentados. Em 1910, sua Ã³pera <em>Macbeth </em>foi montada na Opéra Comique, em Paris. Nessa época aproximou-se da companhia de dança de Maud Allan, que o contratou como regente de sua orquestra e o levou a uma turnÃª pelos EUA. A companhia faliu logo e Bloch começou a dar aulas de mÃºsica para sobreviver. Naturalizado americano, trabalhou na Mannes School, de Nova York; no Instituto de MÃºsica de Cleveland e no ConservatÃ³rio de Sáo Francisco, até fixar-se em Portland, onde conseguiu dedicar-se Ã  composiçáo. Foi um artista fascinado pelo comportamento da religiáo judaica e usou diversos cÃ¢nticos e melodias em suas criaçÃµes. Este <em>Baal Shem “ TrÃªs Cenas da Vida HassÃ­dica </em>(”Ã€ memÃ³ria de minha máe), foi escrito para violino e piano em 1923 e orquestrado em 1939. O tÃ­tulo se refere ao fundador do moderno movimento hassÃ­dico, o rabino Israel ben Eliezer, conhecido como Baal Shem Tov ”literalmente o ”Mestre do (Divino) Nome de Deus ” que acreditava num elo direto com Deus por meio do canto e da dança. O primeiro movimento refere-se Ã  confissáo de quem ora no leito da morte. O segundo é, provavelmente, a mais famosa peça de Bloch para violino. JÃ¡ o terceiro evoca a festa que marca o fim do ciclo anual de leituras do Pentateuco, quando o livro sagrado é carregado pela sinagoga em uma alegre procissáo com danças e cÃ¢nticos. <strong>Â </strong><strong>Jeno HUBAY</strong>Budapeste, Hungria ” 15 de setembro de 1858 / Budapeste, Hungria ” 12 de março de 1937<strong><em>Cenas da Csarda</em></strong><strong>: nÂº4 e 5</strong>Duraçáo aproximada‚10 minutos / Ano da composiçáo: 1882-87<strong><em></em></strong>Â Eugen Huber nasceu numa famÃ­lia alemá de mÃºsicos radicados na Hungria. O modo hÃºngaro de ser conduziu sua longa vida e o incentivou a traduzir seu nome original para o idioma pÃ¡trio: Jeno (Eugen) Hubay (Huber). Violinista, compositor e professor de renome, recebeu os primeiros ensinamentos do pai, Karl, diretor da Ã“pera Nacional HÃºngara e mestre da Academia de MÃºsica de Budapeste. Habilidoso e intuitivo, jÃ¡ aos 11 anos Hubay deu o primeiro concerto pÃºblico como violinista. Aos 13, mudou-se para Berlim e lÃ¡ ficou durante cinco anos. Incentivado por Liszt, Hubay debutou em Paris. No dia desse evento, Vieuxtemps (violinista virtuose e compositor de sucesso) estava na plateia: táo impressionado ficou com a apresentaçáo, que se transformou logo em conselheiro, amigo e responsÃ¡vel pela admissáo de Hubay como chefe do departamento de estudos de violino no Instituto de MÃºsica de Bruxelas. O retorno de Hubay Ã  Hungria foi glorioso: em 1886, assumiu o lugar do pai na direçáo da Academia de MÃºsica de Budapeste. A essa altura jÃ¡ era compositor consagrado. Em sua trajetÃ³ria, deixou Ã³peras, duas sinfonias, concertos para viola e para violino, peças de cÃ¢mara e obras curtas para violino, além das <em>czardas</em>. As <em>Cenas da Csarda </em>nÂº 4 e 5 seguem a concepçáo clÃ¡ssica do gÃªnero: uma dança hÃºngara do final do século XIX, construÃ­da sobre ritmos simples e com temas recorrentes.Â <strong>Maurice RAVEL</strong>Ciboure (França), 7 de março de 1875 / Paris (França), 28 de dezembro de 1937<strong><em>Bolero</em></strong>Duraçáo aproximada:‚16 minutos / Ano da composiçáo:‚1928<em></em>Â Muitas vezes apontado pela crÃ­tica como o ”Ãºltimo grande clÃ¡ssico da histÃ³ria da mÃºsica, Ravel foi a princÃ­pio considerado revolucionÃ¡rio nos cÃ­rculos tradicionalistas. Sua obra sofreu influÃªncias diversas, incluindo Liszt, Chabrier, Debussy, Satie, o folclore espanhol, compositores clÃ¡ssicos e barrocos, <em>jazz</em>, Stravinsky, Borodin, Mussorgsky e Rimsky-Korsakov, representantes da mÃºsica do passado como Mozart e Couperin etc. De origem basca, Ravel reporta-se constantemente a motivos ligados Ã  regiáo. Sáo marcantes a Ã³pera <em>L™Heure Espagnole </em>e a <em>Rapsodie Espagnole, </em>lado a lado com <em>La Valse,</em> os balés <em>Daphnis et Choé </em>e o <em>Bolero</em>. MÃºsica de balé frequentemente ouvida nas salas de concerto, <em>Bolero</em> foi encomendado pela coreÃ³grafa Ida Rubinstein. Segundo Ravel, ”é uma dança de andamento bem moderado e constantemente uniforme, tanto pela harmonia quanto pelo ritmo, marcado sem cessar pelo tambor. A estrutura formal é clara e simples: sobre uma fÃ³rmula muito simples do baixo e um ritmo de bolero de dois compassos, repetidos do inÃ­cio ao fim, desenvolvem-se dois trechos de melodia. A harmonia oscila por semitons em torno do LÃ¡ central. Durante 328 compassos, até o clÃ­max, é mantido tal princÃ­pio ” que sÃ³ se altera, surpreendentemente, bem no fim. O <em>Bolero </em>permanece até hoje como a obra mais popular de Ravel. Â <em>Resumos baseados nos originais escritos pelo professor Marino Maradei Jr. para o programa de concertos da Osesp.</em><strong>Â </strong><strong>Regente</strong><strong>Â </strong><strong>Alejandro Posada“ </strong><em>primeira vez com a Osesp</em><strong></strong>Regente principal da SinfÃ´nica de Castilla y LeÃ³n, o maestro colombiano tem se apresentado por toda Europa e América Latina. Foi o regente principal da FilarmÃ´nica e da Orquestra de CÃ¢mara de Sarajevo, da FilarmÃ´nica de Belgrado e de outras orquestras e grupos de cÃ¢mara na Ãustria, Alemanha e Hungria. Regeu também em Washington, Taiwan, Espanha, Costa Rica, Venezuela, El Salvador, Chile, RepÃºblica Dominicana, México e, desde 1996, é regente associado da SinfÃ´nica da ColÃ´mbia. Estudou regÃªncia orquestral e coral em Viena e ganhou o prÃªmio de excelÃªncia do Ministério AustrÃ­aco da CiÃªncia e Pesquisa. Entre outras premiaçÃµes, destacam-se o primeiro lugar no Concurso para Jovens Regentes da Orquestra de CÃ¢mara de Viena e o segundo prÃªmio no Concurso Internacional em Cadaqués. Também recebeu um prÃªmio especial no Concurso Internacional de RegÃªncia Nicolai Malko, em Copenhagen. Â <strong>Solistas</strong><strong>Â </strong><strong>Adriana Clis &#8211; </strong>mezzo soprano &#8211; <em>Ãšltima vez com a Osesp em abr/2008 na </em>Cantata nÂº 147 <em>de Johann Sebastian Bach</em><strong></strong>Presença constante nas temporadas das maiores orquestras do Brasil, tais como a Osesp, as sinfÃ´nicas Municipal de Sáo Paulo, da USP, Brasileira, do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, de BrasÃ­lia, Orquestra da Petrobras SinfÃ´nica, Orquestra Experimental de RepertÃ³rio, Amazonas FilarmÃ´nica e Banda SinfÃ´nica de SP. Na Europa, cantou em Bellegarde, Sévres e Paris (França) e em Berlim (Alemanha). Conquistou o primeiro lugar nos concursos de Canto de Araçatuba (1996), Internacional Honorina Barra (Curitiba, 1998), Nacional de MÃºsica de CÃ¢mara Henrique Nirenberg (RJ, 1999), Jovens Solistas Eleazar de Carvalho (2002) e o Internacional de Canto Bidu Sayáo (Belém, 2003). Além disso, recebeu o PrÃªmio Carlos Gomes 2002, na categoria Revelaçáo e, em 2004, foi uma das finalistas das audiçÃµes para Novas Vozes LÃ­ricas do Teatro ColÃ³n de Buenos Aires, onde integrou a temporada de 2005 na Ã³pera <em>As ValquÃ­rias </em>de Wagner. Estudou canto na Faculdade Carlos Gomes e com Regina de Boer, Carmo Barbosa, Leilah Farah e Eiko Senda. Aperfeiçoou-se com Klara Kadinskaia, no ConservatÃ³rio Tchaikovsky, em Moscou. Pela Fundaçáo Vitae, estudou em Miláo, com o maestro Pier Miranda Ferraro, da Academia LÃ­rica Italiana. Atualmente tem como preparador o pianista Ricardo Ballestero.Â <strong>Hagai Shaham “ </strong>Violino <strong>- </strong><em>Primeira vez com a Osesp</em>Começou a estudar violino com seis anos de idade e foi o Ãºltimo aluno de Ilona Feher. Estudou ainda com Elisha Kagan, Emanuel Borok, Arnold Steinhardt e o Quarteto Guarneri. Em 1990, ao lado de Arnon Erez, ganhou o primeiro prÃªmio no Concurso Internacional de MÃºsica ARD, em Munique, na categoria Duo Violino-Piano. Além desse, ganharam os primeiros prÃªmios dos concursos Ilona Kornhouser, da Academia Rubin de Tel-Aviv, quatro Clairmont Awards e uma bolsa de estudos da Fundaçáo Cultural Americana-Israelita. Apresentou-se com as principais orquestras do mundo, incluindo as filarmÃ´nicas da BBC, Real de Liverpool, Eslovaca e de Israel (com Zubin Mehta), as sinfÃ´nicas Nacional da Irlanda, Francesa, de Taipei, Singapura e Xangai, a Orquestra de CÃ¢mara Inglesa e a Nacional da Bélgica. Em 1985, tocou ao lado de Isaac Stern e Pinchas Zukerman em um concerto no Carnegie Hall, depois sendo convidado por Mehta para tocar na mesma sala. Em 2006, apresentou este mesmo trabalho com Mehta e o violoncelista Mischa Maisky no 70Âº aniversÃ¡rio da FilarmÃ´nica de Israel. Viaja regularmente por toda Europa, Américas Central e do Norte e se apresenta em festivais e recitais internacionais. Gravou para os selos Decca International, Chandos, Biddulph, Naxos, Classic Talent, AVIE e Hyperion. Ã‰ membro da Escola de MÃºsica de Thornton da Universidade da CalifÃ³rnia do Sul. Ã‰ cofundador da Fundaçáo Ilona Feher.Â Â Â <strong><em>Osesp</em></strong><strong> “ </strong>Desde 1954, a Osesp trilhou uma histÃ³ria de conquistas, que culminou em uma instituiçáo reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelÃªncia. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece Ã  frente da Orquestra e deixa um projeto para sua reformulaçáo. Com o apoio do SecretÃ¡rio de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997 o maestro John Neschling é escolhido para assumir a direçáo artÃ­stica e conduzir essa nova fase na histÃ³ria da Osesp. A Sala Sáo Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, sáo criados os coros SinfÃ´nico, de CÃ¢mara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de VoluntÃ¡rios; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp. Em maio de 2009, a Osesp ganha o XII PrÃªmio Carlos Gomes na categoria Orquestra SinfÃ´nica, pelo conjunto de apresentaçÃµes realizadas durante o ano de 2008. Indicada pela revista inglesa <em>Gramophone</em> como uma das trÃªs orquestras emergentes no mundo Ã s quais se deve prestar atençáo, a Osesp dÃ¡ continuidade ao projeto de ampliaçáo constante da cultura musical brasileira e para a Temporada 2010 conta com o maestro francÃªs Yan Pascal Tortelier como regente titular e o mÃºsico e escritor Arthur Nestrovski como diretor artÃ­stico.InstituÃ­da em junho de 2005, a <strong>Fundaçáo Osesp </strong>administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relaçÃµes de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre mÃºsicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.Â <strong>Mais informaçÃµes Ã  imprensa:</strong><strong>Com</strong> Alexandre Félix e Desirée Furoni “ <strong>Tel </strong>(11) 3367-9618 / 3367-9587<a href="http://www.osesp.art.br/" title="http://www.osesp.art.br/">www.osesp.art.br</a> &#8211; <a href="http://twitter.com/osesp" title="http://twitter.com/osesp http://twitter.com/osesp">http://twitter.com/osesp</a>Â -Â <a href="mailto:imprensa@osesp.art.br" title="mailto:imprensa@osesp.art.br">imprensa@osesp.art.br</a> <strong></strong>Â </p>
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