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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Dirigent Heinz Holliger</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasilien: Schweizer Heinz Holliger dirigiert OSESP. Immer mehr OSESP-Musik und Fachvorträge per Podcast &#8211; anklicken.</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 15:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
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		<description><![CDATA[Heinz HOLLIGER Langenthal, SuÃ­ça ” 21 de maio de 1939 http://www.osesp.art.br/home.aspx http://www.osesp.art.br/podcast/ Â Ardeur Noire (d™aprÃ¨s Debussy)Duraçáo aproximada 7 minutos / Ano da composiçáo 2008Â Seis CançÃµes Sobre Poemas de Christian MorgensternDuraçáo aproximada 12 minutos / Ano da composiçáo 2003Â Claude DEBUSSYSt. Germain-en-Laye, França ” 22 de agosto de 1862 / Paris, França ” 25 de março de [&#8230;]]]></description>
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<p>Langenthal, SuÃ­ça ” 21 de maio de 1939</p>
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<p><span id="more-5260"></span><strong>Â </strong><strong><em>Ardeur Noire (d™aprÃ¨s Debussy)</em></strong>Duraçáo aproximada 7 minutos / Ano da composiçáo 2008Â <strong><em>Seis CançÃµes Sobre Poemas de Christian Morgenstern</em></strong>Duraçáo aproximada 12 minutos / Ano da composiçáo 2003Â <strong>Claude DEBUSSY</strong>St. Germain-en-Laye, França ” 22 de agosto de 1862 / Paris, França ” 25 de março de 1918<strong><em>O MartÃ­rio de Sáo Sebastiáo</em></strong>Duraçáo aproximada 55 minutos / Ano da composiçáo 1911Â A estreia de <em>O MartÃ­rio de Sáo Sebastiáo </em>aconteceu<em> </em>no Teatro ChÃ¢telet hÃ¡ exatos 99 anos, em maio de 1911. VÃ¡rios fatores contribuÃ­ram para que essa obra fosse uma das menos apresentadas em todo o repertÃ³rio de Claude Debussy. Espécie de pÃ¡gina ilegÃ­tima, ela resulta da colaboraçáo improvÃ¡vel entre o francÃªs e um poeta e parlamentar italiano (Gabriele D™Annunzio), mais tarde herÃ³i de guerra promovido a prÃ­ncipe por Mussolini. A obra foi recebida com estupefato: um hÃ­brido de drama lÃ­rico, oratÃ³rio cÃªnico, cantata, teatro, pantomima e dança. Excessiva e em nada condizente com a sutileza e refinamento do compositor. Sua linguagem decadente torna o enredo implausÃ­vel, senáo incompreensÃ­vel. Para Debussy, jÃ¡ doente e em meio a séria crise financeira, essa acaba sendo obra de circunstÃ¢ncia, um acidente de percurso. Recebe a encomenda em dezembro de 1910, e em poucos meses compÃµe as 17 cenas musicais que iráo amarrar os cinco atos. O libreto exige da partitura mudanças bruscas de carÃ¡ter na forma estrita de prelÃºdios, interlÃºdios, Ã¡rias, polifonias, fanfarras, salmodias etc. Na estreia atabalhoada dessa versáo moderna, a mÃºsica de Debussy seria esmagada por cinco horas de dramaturgia, 3.938 versos, 150 atores e 300 figurantes. No ano seguinte Ã  estreia, colaboradores de Debussy jÃ¡ haviam chegado Ã  reduçáo da trama e sobram náo mais que uns milagrosos 200 versos. Ã‰ uma subtraçáo de 95% do original. Ã‰ quando a mÃºsica emerge em grande relevo semÃ¢ntico. Em mais de uma ocasiáo, Debussy deixa dÃºvida se cita a si mesmo ou se esses sáo apenas alguns gestos adquiridos. De uma forma ou de outra, impossÃ­vel náo reconhecer aqui e ali compassos de seus <em>Noturnos</em>, uma ou outra passagem misteriosa de <em>La Mer</em>, entre outros. Ã‰ na Terceira Mansáo, o ponto de maior esplendor musical da obra, seu clÃ­max, quando o personagem reencena a Paixáo do Cristo. Pelo que se sabe, a Ãºnica apresentaçáo da obra no Brasil, regida por Felix Weingartner teria acontecido no Rio de Janeiro em 1922. Â Citar é muito bonito para um mÃºsico. De criador para criador, é um ato de reconhecimento, respeito e gratidáo. Admiraçáo, sobretudo. <em>Ardeur Noire</em>, do oboÃ­sta e regente Heinz Holliger, composta em 2008 ”a partir de Debussy, 90 anos apÃ³s sua morte, dispÃµe sobre a tela orquestral figuras e manchas sonoras táo precisamente debussyanas, em seus acordes inconfundÃ­veis. Em arco diacrÃ´nico, o repertÃ³rio traz Holliger em um ciclo de juventude, a versáo orquestral de <em>Sechs Lieder</em>, seis cançÃµes dos anos 1950 revistas cinco décadas depois sobre poemas do alemáo Christian Morgenstern (1871-1914), contemporÃ¢neo de Debussy. Morgenstern, depois fixado no <em>nonsense </em>literÃ¡rio, aqui aparece em poemas do primeiro expressionismo, por assim dizer, quando a noite, que envolve a natureza e é por ela envolvida, é o sujeito de tudo. Sáo ainda escuridÃµes que prometem o dia, e o cromatismo de Holliger, num <em>chiaroscuro </em>tonal-atonal ainda ausente Ã  Neue Musik, responde a esse apelo do expressionismo romÃ¢ntico enquanto jovem.Â <em>Resumos baseados nos originais da compositora e curadora Regina Porto para o programa de concertos da Osesp.</em><strong>Â </strong><strong>Regente</strong><strong>Heinz Holliger “</strong> <em>Ãšltima vez com a Osesp em maio de 2005</em>Nascido em 1939, na SuÃ­ça, estudou em Berna, Paris e Basileia, diplomando-se em oboé, piano, regÃªncia e composiçáo, e tendo aulas, entre outros, com Pierre Boulez. Sua carreira como oboÃ­sta e compositor é repleta de prÃªmios. Por ser grande apreciador e incentivador da mÃºsica contemporÃ¢nea, também foi contemplado com dedicatÃ³rias em diversas obras de importantes compositores. Suas composiçÃµes foram estreadas em grandes teatros e festivais como a Ã“pera de Zurique, o Festival de Berlim, e o Festival Wien Modern. Em 2003, a Cidade da MÃºsica, em Paris, dedicou uma semana a Holliger como oboÃ­sta, compositor e maestro. Holliger rege regularmente muitas das principais orquestras mundiais, como as FilarmÃ´nicas de Berlim e Viena; as orquestras de Cleveland, Concertgebouw, de CÃ¢mara da Inglaterra, a Philharmonia (Londres) e a SinfÃ´nica de Viena. Uma especial colaboraçáo de muitos anos com a Orquestra de CÃ¢mara da Europa incluiu também a gravaçáo de vÃ¡rios discos. Como regente convidado, colabora regularmente com a Orquestra SinfÃ´nica SRW e a Orquestra do Festival de Budapeste, entre muitas outras. PrÃªmios e honrarias recebidos incluem o de Compositor pela Associaçáo SuÃ­ça de MÃºsicos, PrÃªmio Léonie Sonning para MÃºsica da Cidade de Copenhagen, PrÃªmio ArtÃ­stico da Cidade de Basel, PrÃªmiode MÃºsica Ernst von Siemens, PrÃªmio de MÃºsica da Cidade de Frankfurt, PrÃªmio Abbiati na Bienal de Veneza, um doutorado honorÃ¡rio da Universidade de Zurique, PrÃªmio do Festival de Zurique e PrÃªmio de MÃºsica Rheingau, além de premiaçÃµes pelas gravaçÃµes: Diapason d™Or, Midem Classical Award, Edison Award, Grand Prix du Disque. Das cinco gravaçÃµes recentemente lançadas, um CD duplo com a soprano Juliane Banse recebeu os PrÃªmios Midem Classical e Echo Classics em 2006.<strong>Â </strong><strong>Solistas</strong><strong>Anu Komsi “ </strong>soprano &#8211; <em>Primeira vez com a Osesp</em>Elogiada pela versÃ¡til musicalidade e dinÃ¢mica de sua voz, a finlandesa Anu Komsi tem atuado em Ã³peras e concertos por toda a Europa e EUA. Cantou papéis contemporÃ¢neos, como Eileen (<em>Wonderful Town, </em>de Joseph A. Fields e Jerome Chodorov), Mulher (<em>A Vida com um Idiota, </em>de Schnittke), Alice (<em>Alice-Symphony</em>, de Tredici), <em>Os Mestres Cantores de Marte</em>, de Kimmo Hakola, em um papel especialmente escrito para ela, bem como o papel principal em <em>Philomela </em>de James Dillon. Atuou também como solista com numerosas orquestras, incluindo as sinfÃ´nicas de Viena, BBC Escocesa, Nacional da EstÃ´nia e FilarmÃ´nica de Los Angeles, entre outras. Colaborou com regentes como <em>Sir </em>Roger Norrington, Oliver Knussen, Sakari Oramo, Yan Pascal Tortelier, Osmo Vänskä, Esa-Pekka Salonen e George Benjamin, tendo se apresentado no Concertgebouw, no Royal Festival Hall de Londres, na Konzerthaus de Viena, na Grande Ã“pera de Frankfurt, na Philharmonie de ColÃ´nia, no ThéÃ¢tre Du ChÃ¢telet e na Cité de la Musique, em Paris, e no Alice Tully Hall, de Nova York, entre outros. Como solista convidada da Ã“pera Nacional Finlandesa, participou em récitas de <em>O Rapto do Serralho </em>(Mozart) e <em>Peter Grimes </em>(Britten), e ainda em vÃ¡rios festivais na FinlÃ¢ndia, Inglaterra e RÃºssia. O seu CD <em>Grammar of Dreams</em>, com mÃºsica vocal de Kaija Saariaho, foi eleito ”Gravaçáo do Ano 2000 pela RÃ¡dio Finlandesa, obtendo destaque internacional nas revistas <em>Gramophone </em>e <em>Le Monde de La Musique</em>. Gravou em 2005, <em>Wing on Wing </em>de Esa-Pekka Salonen “ peça escrita especialmente para Anu e Piia Komsi (sua irmá gÃªmea) e para a SinfÃ´nica da RÃ¡dio Finlandesa. Compromissos das Ãºltimas temporadas incluem concertos e recitais no Queen Elisabeth Hall (Londres), AuditÃ³rio Nacional de MÃºsica (Madri), Ã“pera de Frankfurt, FilarmÃ´nica de Nova York, SinfÃ´nica da RÃ¡dio da Baviera, além de apresentaçÃµes nos Festivais de MÃºsica Tampere Biennale, de MÃºsica ContemporÃ¢nea de Ojai (EUA), Les LumiÃ¨res no Castelo de Suomenlinna (FinlÃ¢ndia), do Lincoln Center (Nova York) e da West Coast Kokkola Opera, da qual é diretora artÃ­stica.<strong><em>Â </em></strong><strong>Luisa Francesconi &#8211; </strong>mezzo soprano &#8211; <em>Ãšltima vez com a Osesp em maio de 2009, em </em>Lobgesang <em>de Mendelssohn</em>Dotada de um belo timbre de <em>mezzo </em>soprano lÃ­rico, estudou em BrasÃ­lia e aperfeiçoou os estudos com Rita Patané, em Miláo. Destaca-se no repertÃ³rio rossiniano e mozartiano ao interpretar papéis como Cenerentola, Rosina (<em>O Barbeiro de Sevilha</em>), Isabella (<em>L™Italiana in Algeri</em>), Segunda Dama (<em>A Flauta MÃ¡gica</em>), Cherubino (<em>As Bodas de FÃ­garo</em>), Idamante (<em>Idomeneo</em>) e Zerlina (<em>Don Giovanni</em>). Também se apresentou nas Ã³peras <em>I Capuleti e I Montecchi </em>(Romeo), <em>Orfeu e EurÃ­dice </em>(Orfeo) e <em>Dido e Enéas </em>(Dido). Canta um repertÃ³rio abrangente, que vai de Bach e Vivaldi Ã  Mahler e de Falla. Apresenta-se nos principais teatros brasileiros e italianos, entre eles o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o de Sáo Paulo, Sala Sáo Paulo, Auditorium Conciliazione e Teatro Argentina em Roma, Auditorium de Miláo, Maggio Fiorentino em Florença, Massimo de Palermo, Massimo Bellini em Catania e Teatro Regio de Torino. <strong><em>Â </em></strong><strong>Brigitte Balleys &#8211; </strong>mezzo soprano &#8211; <em>Ãšltima vez com a Osesp em março de 2003, em </em>O Rei Davi <em>de Honegger</em>A cantora suÃ­ça tornou-se conhecida apÃ³s vencer o Concurso de Canto Benson &amp; Hedges em Londres. Cantou <em>As</em><em> Bodas de FÃ­garo </em>na Ã“pera de Viena; <em>Fierrabras </em>em LiÃ¨ge, Zurique e em Viena; <em>Il Ritorno d™Ulisse in Patria </em>de Monteverdi em Lausanne, Avignon, Antuérpia (Bélgica) e Gent; <em>Werther </em>de Massenet em Lausanne; <em>Don Giovanni </em>em Ludwigshafen e Praga; <em>O Cavaleiro da Rosa </em>em Lyon, Montpellier e Berna; <em>L™Incoronazione di Poppea </em>no Festival de Spoleto, Amsterdá e Nova York; <em>Montezuma </em>em Lausanne e em turnÃª pela França; <em>Idomeneo </em>em Veneza, <em>Les Brigands </em>em Amsterdá e na Opéra Bastille de Paris; <em>Os Contos de Hoffmann </em>em Lyon; <em>A Violaçáo de Lucrécia </em>em Tourcoing; <em>Pelléas et Mélisande </em>em Paris; <em>Giulio Cesare </em>em Montpellier e Paris. Trabalha com Claudio Abbado, Nikolaus Harnoncourt, René Jacobs, Marek Janowski, Armin Jordan, Erich Leinsdorf, Fabio Luisi, Jean-Claude Malgoire, <em>Sir </em>Roger Norrington, Georges PrÃªtres, Helmut Rilling, Christophe Rousset, entre outros. Em seu repertÃ³rio sinfÃ´nico e camerÃ­stico estáo obras de Monteverdi a Alban Berg. Sua discografia inclui <em>La Demoiselle Elue</em>, <em>Fierrabras </em>e <em>Tagebuch eines Verschollenen </em>regidas por Claudio Abbado; <em>Altenberglieder</em>, <em>Sieben frühe Lieder</em>, <em>Sinfonia nÂº1 </em>de Scriabin e a <em>Sinfonia </em>de Krasa com Vladimir Ashkenazy (Decca); <em>Cornet, Il Tramonto, </em>de Respighi, e <em>La Canzone dei Ricordi, </em>de Martucci com JesÃºs LÃ³pez-Cobos, assim como cançÃµes de Honegger (Timpani, 2008), Binet e Schumann, <em>Sieben frühe Lieder </em>de Berg, com Vladimir Ashkenazy, <em>PoÃ¨me de l™Amour et de la Mer </em>de Chausson com Michael SchÃ¸nwandt, <em>Der Cornet </em>de Frank Martin com JesÃºs LÃ³pez-Cobos, <em>Das klagende Lied</em>, <em>Das Lied von der Erde </em>e <em>Lieder aus des Knaben Wunderhorn </em>de Mahler. <strong><em>Â </em></strong><strong><em>Osesp</em></strong><strong> “ </strong>Desde 1954, a Osesp trilhou uma histÃ³ria de conquistas, que culminou em uma instituiçáo reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelÃªncia. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece Ã  frente da Orquestra e deixa um projeto para sua reformulaçáo. Com o apoio do SecretÃ¡rio de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997 o maestro John Neschling é escolhido para assumir a direçáo artÃ­stica e conduzir essa nova fase na histÃ³ria da Osesp. A Sala Sáo Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, sáo criados os coros SinfÃ´nico, de CÃ¢mara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de VoluntÃ¡rios; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp. Em maio de 2009, a Osesp ganha o XII PrÃªmio Carlos Gomes na categoria Orquestra SinfÃ´nica, pelo conjunto de apresentaçÃµes realizadas durante o ano de 2008. Indicada pela revista inglesa <em>Gramophone</em> como uma das trÃªs orquestras emergentes no mundo Ã s quais se deve prestar atençáo, a Osesp dÃ¡ continuidade ao projeto de ampliaçáo constante da cultura musical brasileira e para a Temporada 2010 conta com o maestro francÃªs Yan Pascal Tortelier como regente titular e o mÃºsico e escritor Arthur Nestrovski como diretor artÃ­stico.InstituÃ­da em junho de 2005, a <strong>Fundaçáo Osesp </strong>administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relaçÃµes de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre mÃºsicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.Â</p>
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