<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Claus Peter Flor</title>
	<atom:link href="http://www.hart-brasilientexte.de/tag/claus-peter-flor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.hart-brasilientexte.de</link>
	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
	<lastBuildDate>Sun, 26 Feb 2023 11:57:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>de-DE</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=4.1.42</generator>
	<item>
		<title>Pianist Arnaldo Cohen mit OSESP, dirigiert von Claus Peter Flor.</title>
		<link>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/21/pianist-arnaldo-cohen-mit-osesp-dirigiert-von-claus-peter-flor/</link>
		<comments>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/21/pianist-arnaldo-cohen-mit-osesp-dirigiert-von-claus-peter-flor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 23:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Claus Peter Flor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/21/pianist-arnaldo-cohen-mit-osesp-dirigiert-von-claus-peter-flor/</guid>
		<description><![CDATA[PIANISTA BRASILEIRO ARNALDO COHEN VOLTA AO PALCO DA SALA SÃƒO PAULOEm trÃªs concertos com a Osesp, regido por Claus Peter Flor, musico apresenta o Concerto nÂº1, de Brahms; o repertÃ³rio inclui também a Sinfonia nÂº2 “ Asrael do compositor tcheco Josef Suk Â A Ãºltima das trÃªs semanas consecutivas de concertos da Osesp sob a regÃªncia [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>PIANISTA BRASILEIRO ARNALDO COHEN VOLTA AO PALCO DA SALA SÃƒO PAULOEm trÃªs concertos com a Osesp, regido por Claus Peter Flor, musico apresenta o Concerto nÂº1, de Brahms;</p>
<p align="center">o repertÃ³rio inclui também a Sinfonia nÂº2 “ Asrael do compositor tcheco Josef Suk</p>
<p><span id="more-2327"></span>Â <img align="right" width="306" src="{E9EF566A-7C35-4EE1-9E80-B6A14752D1FA}mid://00000114/!x-usc:cid:image002.gif@01C9D33B.14B139E0" hspace="12" alt="21 MAI quinta 21h00   22 MAI sexta 21h00   23 MAI sÃ¡bado 16h30   CLAUS PETER FLOR regente  Arnaldo Cohen piano    JOSEF SUK  Sinfonia nÂº 2 em dÃ³ menor, Op.27 - Asrael  JOHANNES BRAHMS  Concerto nÂº 1 em ré menor, Op.15      " height="167" />A Ãºltima das trÃªs semanas consecutivas de concertos da Osesp sob a regÃªncia do maestro alemáo Claus Peter Flor traz ao pÃºblico da Sala Sáo Paulo duas obras que marcam o inÃ­cio da carreira de dois grandes compositores. Os concertos tÃªm inÃ­cio com a dramÃ¡tica e fÃºnebre Sinfonia nÂº2, do compositor tcheco Josef Suk, também conhecida como Sinfonia Asrael, escrita apÃ³s o falecimento de sua esposa e de seu mestre e sogro, AntonÃ­n DvÃ³rak, como uma homenagem pÃ³stuma a ambos. Na segunda parte do espetÃ¡culo, a Osesp, ao lado do pianista Arnaldo Cohen, apresenta o Concerto nÂº1 para piano, de Brahms, cujo processo de criaçáo iniciou-se com o projeto de um sinfonia, passando para um concerto para dois pianos, até tomar o formato de um concerto para piano e orquestra. O compositor alemáo começou a escrever sua obra incentivado por Robert Schumann e por sua esposa Clara Schumann, por quem era apaixonado.Â Quinta, 21/5 (21h); Sexta, 22/5 (21h) e SÃ¡bado, 23/5 (16h30). Preços: de R$ 30 a R$ 104Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pÃºblica estadual pagam1/2, mediante comprovaçáoRecomendaçáo etÃ¡ria: 7 anosEstacionamento: 610 vagas (592 comuns e 18 para Portadores de Necessidades Especiais) &#8211; R$ 8.Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. JÃºlio Prestes 16 (11) 3223-3966.CartÃµes de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.Ingressos também pela Ingresso RÃ¡pido 4003-1212 &#8211; www.ingressorapido.com.brÂ Â RepertÃ³rioÂ Josef SUKKrecovice (RepÃºblica Tcheca), 4 de janeiro de 1874 / BeneÅ¡ov (RepÃºblica Tcheca), 29 de maio de 1935Sinfonia nÂº 2 em dÃ³ menor, Op.27 &#8211; AsraelDuraçáo aproximada: 58 minutosAno da composiçáo: 1905-06Â Josef Suk foi herdeiro de uma grande escola de compositores tchecos que incluiu, entre outros, Smetana, JanÃ¡cek e DvorÃ¡k. Este Ãºltimo foi seu professor no ConservatÃ³rio de Praga de 1885 a 1892. A relaçáo dos dois ultrapassou o plano profissional quando, em 1898, Suk casou-se com a filha do mestre, Otilie. Tornou-se conhecido ainda jovem em seu paÃ­s, quando sua Serenata para Cordas, escrita aos 18 anos, obteve significativo sucesso de pÃºblico. Sua primeira grande obra foi sua Primeira Sinfonia, escrita em 1899, que seguiu o modelo das sinfonias de DvorÃ¡k. Ela revelava um compositor com amplo domÃ­nio técnico da escrita orquestral, porém ainda Ã  procura de uma voz prÃ³pria. A tristeza pela morte de DvÃ³rak motivou a concepçáo de uma segunda sinfonia que seria sua homenagem pÃ³stuma ao mestre. Iniciou a composiçáo em Hamburgo em janeiro de 1905. A sinfonia rapidamente tomou forma e, seis meses depois, Suk jÃ¡ completara os trÃªs primeiros movimentos. Iniciava o quarto movimento quando outra notÃ­cia trÃ¡gica, ainda menos previsÃ­vel, abalou-o profundamente. Sua mulher, filha do mestre querido, falecera com apenas 27 anos de idade. Reunindo todas as energias que lhe restaram durante essa fase de luto, descartou a mÃºsica que esboçara para o quarto movimento e reiniciou os dois Ãºltimos movimentos, desta vez como uma homenagem fÃºnebre Ã  prÃ³pria mulher. Por se tratar de uma obra de complexo significado catÃ¡rtico, os temas desta sinfonia estáo todos ligados ao luto e Ã s lembranças de momentos felizes. Isso justifica que a obra tenha recebido do compositor o subtÃ­tulo de Sinfonia Asrael, emprestando o nome do anjo da mitologia islÃ¢mica que transporta a alma dos mortos para o além. O desafio de escrever uma obra com referÃªncias autobiogrÃ¡ficas induziu o compositor a encontrar neste trabalho uma linguagem mais pessoal, distanciando-se da esfera de influÃªncia da mÃºsica de DvorÃ¡k, ainda que a obra faça citaçÃµes a diversas passagens da obra do mestre. A complexidade da harmonia aproxima-se em certos momentos das correntes do romantismo expressionista e do modernismo simbolista, ainda que no geral o compositor permaneça sintonizado com o prolongamento do sinfonismo romÃ¢ntico de Tchaikovsky. O principal material da obra, chamado pelo autor de ˜tema do destino™, é exposto dramaticamente nas cordas em unÃ­ssono apÃ³s uma longa e sombria introduçáo. Este tema do destino ecoarÃ¡ ciclicamente em todos os outros movimentos. O primeiro dos dois movimentos finais que homenageiam Otilka, apesar das referÃªncias recorrentes ao tema do destino, faz prevalecer inicialmente um tom introspectivo de lamento saudoso que evoca a personalidade gentil da esposa. Em sÃºbito contraste, o Ãºltimo movimento irrompe dramaticamente com o referido tema, o que sugeriria uma redençáo triunfante sobre o destino. Entretanto, essa transformaçáo é interrompida por uma versáo sombria do mesmo tema do destino, conduzindo a sinfonia para sua dissoluçáo final.Â Johannes BRAHMSHamburgo (Alemanha), 7 de maio de 1833 / Viena (Ãustria), 3 de abril de 1897Concerto nÂº 1 para Piano em ré menor, Op.15Duraçáo aproximada: 42 minutosAno da composiçáo: 1854-57Â Em carta a um amigo Joseph, Brahms relatou no seguinte tom a recepçáo do Concerto nÂº 1, apÃ³s a segunda apresentaçáo em Leipzig, na qual atuara como solista: ”O concerto foi um brilhante e definitivo&#8230; fracasso. O primeiro e o segundo movimento foram ouvidos sem a menor demonstraçáo de apreço. No final, trÃªs pares de máos aplaudiram timidamente enquanto assobios partiram de todos os cantos do teatro, sufocando os aplausos. Mas o fracasso náo me impressionou de modo algum. Afinal de contas, estou apenas experimentando e tentando encontrar o meu caminho. Mesmo assim, a vaia foi além da conta. Brahms estava com 25 anos de idade e trabalhara quatro anos naquela partitura. Seis anos antes, Schumann tinha escrito um artigo no Novo Jornal da MÃºsica saudando Brahms como o sucessor de Beethoven pela qualidade de sua mÃºsica de cÃ¢mara. A profecia soou como um desafio para o jovem compositor. Em 1854, ele escreveu ao casal Schumann para anunciar que estava compondo uma sinfonia. Pouco depois, Schumann foi internado em um asilo, onde viveu por apenas mais dois anos, até sua morte. Nesse perÃ­odo, Brahms, que manteve a vida toda uma paixáo secreta por Clara Schumann, mas nunca se declarou em respeito Ã  grande amizade que tinha por Robert, resolveu mudar-se para a residÃªncia de Clara para ajudÃ¡-la a tomar conta dos filhos do casal. Continuou ali a composiçáo da sinfonia, nutrindo-se da inspiraçáo que Clara lhe proporcionava. Em pouco tempo notou que ainda náo possui o mesmo domÃ­nio que Beethoven e decidiu transformar a sinfonia numa sonata para dois pianos, mas Brahms continuava insatisfeito com a obra e decidiu náo publicÃ¡-la. Um amigo sugeriu entáo que ele fizesse uma combinaçáo das duas versÃµes e transformasse a obra num concerto para piano e orquestra. Brahms aceitou de imediato a ideia, porque percebeu que a grandiosidade do discurso exigia a sonoridade da orquestra. O trabalho ainda estendeu-se por mais de um ano, pois seu perfeccionismo o levou a refazer os dois Ãºltimos movimentos. ApÃ³s o fracasso da estreia, Brahms passou outros dois anos revisando a partitura, especialmente o terceiro movimento, até publicÃ¡-la em 1861. Os vestÃ­gios desse tortuoso processo criativo, inevitavelmente, aparecem na versáo final do Concerto. Ã€s vezes, a orquestra parece ter um destaque excessivo, principalmente no primeiro movimento. O piano, por sua vez, frequentemente aparenta estar numa obra de cÃ¢mara, em vez de desempenhar um papel virtuosÃ­stico, apesar das dificuldades técnicas da parte solista. O pÃºblico da época náo estava acostumado, e isso certamente explica a recepçáo fria na estreia para uma obra que hoje nos soa táo fascinante. Mas hÃ¡ que se considerar também que a extrema concisáo da obra, com temas derivados de variantes de uma Ãºnica ideia, deve ter sido outro obstÃ¡culo difÃ­cil para o pÃºblico. Ã‰ possÃ­vel que isso tenha ajudado a convencer Brahms de que era necessÃ¡rio promover tais revisÃµes, especialmente no Ãºltimo movimento, que ganhou trÃªs temas claramente contrastantes, dando Ã  parte do piano uma expressáo mais intensa de virtuosidade. Â RegenteClaus Peter Flor &#8211; Ãšltima vez com a Osesp em setembro de 2007Nascido em Leipzig, em 1953, Claus Peter Flor estudou violino em sua cidade natal. Posteriormente teve aulas de regÃªncia com Rolf Reuter e, mais tarde, com Rafael Kubelik e Kurt Sanderling. Aos 31 anos de idade, tornou-se diretor artÃ­stico da SinfÃ´nica de Berlim e passou a colaborar com as orquestras Gewandhaus (Leipzig) e Staatskapelle (Dresden). Em 1988, fez sua estreia com a FilarmÃ´nica de Berlim. Ocupou o cargo de regente principal convidado da Philharmonia (de 1991 a 1994), da SinfÃ´nica de Dallas (de 1999 a 2008) e da SinfÃ´nica de Miláo Giuseppe Verdi (de 2003 a 2008) ”a convite pessoal do diretor artÃ­stico Riccardo Chailly. De 1991 a 1996 foi consultor artÃ­stico da Tonhalle de Zurique. Regeu as orquestras Concertgebouw, de Paris, as sinfÃ´nicas de Viena, Londres, do Teatro alla Scala de Miláo, Houston, Sáo Paulo, Nacional Real da EscÃ³cia e Bamberg e as filarmÃ´nicas de Roterdá, da Holanda, da RÃ¡dio da Holanda, Munique, das RÃ¡dios de Munique, Frankfurt, Hamburgo, Leipzig, da Ã“pera do Estado da Baviera, NHK e Yomiuri Nippon. Foi regente em produçÃµes operÃ­sticas na Staatsoper e na Deutsche Oper de Berlim, em Munique, Dresden, Hamburgo e ColÃ´nia. Tem grande atuaçáo na Ãsia, tendo regidoa FilarmÃ´nica da MalÃ¡sia, SinfÃ´nica KBS da Coreia, FilarmÃ´nica da China e SinfÃ´nica de Cingapura. Também regeu o concerto de abertura do Festival de Artes Boca de 2008, com a Orquestra Nacional Russa e Lang Lang. Tem ampla discografia, incluindo uma série de gravaçÃµes de Mendelssohn com a SinfÃ´nica Bamberg. Claus Peter Flor é atualmente diretor artÃ­stico da Orquestra FilarmÃ´nica da MalÃ¡sia.Â Â <a name="_Toc192665061" title="_Toc192665061"></a>SolistaArnaldo Cohen &#8211; pianoÃšltima vez com a Osesp em agosto de 2008, no Quinteto com Piano em fÃ¡ menor, Op.34 de BrahmsÂ Arnaldo Cohen teve no grande pianista brasileiro Jacques Klein seu principal mestre e conquistou por unanimidade o 1Âº PrÃªmio no Concurso Internacional Busoni, na ItÃ¡lia. Desde entáo, apresentou-se em mais de 2.000 concertos, como solista das mais importantes orquestras do mundo. Em dezembro de 2006, o jornal New York Times definiu a arte de Cohen: ”Com uma técnica infalÃ­vel, sua performance foi um modelo de equilÃ­brio e de imaginaçáo. Também em 2006, a revista Gramophone incluiu uma gravaçáo de Cohen para integrar a prestigiosa lista do ”Editor™s Choice e justificou: ”Sua interpretaçáo de Liszt náo fica nada a dever Ã  famosa gravaçáo feita por Horowitz e sua maturidade musical e virtuosidade estonteante o colocam na mesma categoria de Richter. O Ãºltimo CD de Cohen, como solista da Osesp, regida por John Neschling, foi saudado pela mesma revista como ”difÃ­cil de superar.ApÃ³s viver mais de 20 anos em Londres, Cohen transferiu-se para os Estados Unidos em 2004, tornando-se o primeiro mÃºsico brasileiro a assumir uma cÃ¡tedra vitalÃ­cia na Universidade de Indiana. Na Inglaterra, Cohen lecionou na Royal Academy of Music e no Royal Northern College of Music, onde recebeu o tÃ­tulo de Fellow Honoris Causa. Os destaques da Ãºltima temporada incluem apresentaçÃµes de Cohen como solista das orquestras de Cleveland, Filadélfia e Los Angeles. Â Osesp “ Desde 1954, a Orquestra SinfÃ´nica do Estado de Sáo Paulo (Osesp) trilhou uma histÃ³ria de conquistas, que culminou em uma instituiçáo hoje reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelÃªncia. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece Ã  frente da Orquestra e deixa um projeto para sua reformulaçáo. Com o apoio do SecretÃ¡rio de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997 o maestro John Neschling é escolhido para assumir a direçáo artÃ­stica e conduzir essa nova fase na histÃ³ria da Osesp.Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  A Sala Sáo Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, sáo criados os coros SinfÃ´nico, de CÃ¢mara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de VoluntÃ¡rios; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp.Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â Â  Em 2008, a Osesp é indicada pela revista inglesa Gramophone como ”uma das trÃªs orquestras emergentes no mundo nas quais se deve prestar atençáo.InstituÃ­da em junho de 2005, a Fundaçáo Osesp administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relaçÃµes de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre mÃºsicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos. Â Â ORQUESTRA SINFÃ”NICA DO ESTADO DE SÃƒO PAULO “ OSESPÂ CLAUS PETER FLOR regenteArnaldo Cohen pianoÂ JOSEF SUKSinfonia nÂº 2 em dÃ³ menor, Op.27 &#8211; AsraelJOHANNES BRAHMSConcerto nÂº 1 em ré menor, Op.15</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/21/pianist-arnaldo-cohen-mit-osesp-dirigiert-von-claus-peter-flor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Claus Peter Flor, Leipzig, dirigiert mehrere OSESP-Konzerte &#8211; mit großem Erfolg.</title>
		<link>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/15/claus-peter-flor-leipzig-dirigiert-mehrere-osesp-konzerte-mit-grosem-erfolg/</link>
		<comments>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/15/claus-peter-flor-leipzig-dirigiert-mehrere-osesp-konzerte-mit-grosem-erfolg/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 19:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Claus Peter Flor]]></category>
		<category><![CDATA[OSESP]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/15/claus-peter-flor-leipzig-dirigiert-mehrere-osesp-konzerte-mit-grosem-erfolg/</guid>
		<description><![CDATA[http://www.calepino.com.br/vivamusica/article.php3?id_article=3646 http://www.osesp.art.br/home_english/ http://www.osesp.art.br/podcast/ http://www.hart-brasilientexte.de/2009/03/26/cd-tip-john-neschling-mit-osesp-choros-de-heitor-villa-lobos-biscoito-fino/#more-2008]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.calepino.com.br/vivamusica/article.php3?id_article=3646">http://www.calepino.com.br/vivamusica/article.php3?id_article=3646</a></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/home_english/">http://www.osesp.art.br/home_english/</a></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/podcast/">http://www.osesp.art.br/podcast/</a></p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2009/03/26/cd-tip-john-neschling-mit-osesp-choros-de-heitor-villa-lobos-biscoito-fino/#more-2008">http://www.hart-brasilientexte.de/2009/03/26/cd-tip-john-neschling-mit-osesp-choros-de-heitor-villa-lobos-biscoito-fino/#more-2008</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/05/15/claus-peter-flor-leipzig-dirigiert-mehrere-osesp-konzerte-mit-grosem-erfolg/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
