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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Brasilien &#8211; Dilma Rousseff &#8211; UNO 2012</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasilien &#8211; die Rede von Präsidentin Dilma Rousseff vor der UNO-Vollversammlung 2012.</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 19:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
		<category><![CDATA[Brasilien - Dilma Rousseff - UNO 2012]]></category>

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		<description><![CDATA[Senhor presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic, Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, Senhoras e senhores Chefes de Estado e de Governo, Senhoras e senhores, Mais uma vez uma voz feminina inaugura o debate na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Para muitos, nós, mulheres, somos a metade do céu, mas nós queremos ser a metade [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p> 	<em>Senhor presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic,<br />
Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,<br />
Senhoras e senhores Chefes de Estado e de Governo,<br />
Senhoras e senhores,<br />
</em></p>
<p><em>Mais uma vez uma voz feminina inaugura o debate na Assembleia-Geral  das Nações Unidas. Para muitos, nós, mulheres, somos a metade do céu,  mas nós queremos ser a metade da Terra também, com igualdade de direitos  e oportunidades, livres de todas as formas de discriminação e  violência, capazes de construir a sua emancipação, e com ela contribuir  para a plena emancipação de todos.</em></p>
<p><strong><img src="http://www.hart-brasilientexte.de/wp-content/uploads/2011/01/luladilma6.JPG" alt="luladilma6.JPG" /></strong></p>
<p><span id="more-13858"></span></p>
<p><em>Senhor Presidente,<br />
</em></p>
<p><em>Um ano após o discurso que pronunciei nesta mesma tribuna, constato  a permanência de muitos dos problemas que nos afligiam já em setembro  de 2011. Quero hoje voltar a discutir algumas destas questões cuja  solução é cada vez mais urgente.<br />
Senhor Presidente,</em></p>
<p><em> </em><em>A grave crise econômica, iniciada em 2008, ganhou novos e inquietantes  contornos. A opção por políticas fiscais ortodoxas vem agravando a  recessão nas economias desenvolvidas com reflexos nos países emergentes,  inclusive o Brasil.</em></p>
<p><!--more--></p>
<p><em>As principais lideranças do mundo desenvolvido ainda não  encontraram o caminho que articula ajustes fiscais apropriados e  estímulos ao investimento e à demanda indispensáveis para interromper a  recessão e garantir o crescimento econômico.<br />
</em></p>
<p><em>A política monetária não pode ser a única resposta para resolver o  crescente desemprego, o aumento da pobreza e o desalento que afeta, no  mundo inteiro, as camadas mais vulneráveis da população.<br />
</em></p>
<p><em>Os Bancos Centrais dos países desenvolvidos persistem em uma  política monetária expansionista que desequilibra as taxas de câmbio.  Com isso, os países emergentes perdem mercado devido à valorização  artificial de suas moedas, o que agrava ainda mais o quadro recessivo  global.<br />
</em></p>
<p><em>Não podemos aceitar que iniciativas legítimas de defesa comercial  por parte dos países em desenvolvimento sejam injustamente classificadas  como protecionismo. Devemos lembrar que a legítima defesa comercial  está amparada pelas normas da Organização Mundial do Comércio.<br />
</em></p>
<p><em>O protecionismo e todas as formas de manipulação do comércio devem  ser combatidos, pois conferem maior competitividade de maneira espúria e  fraudulenta.<br />
</em></p>
<p><em>Não haverá resposta eficaz à crise enquanto não se intensificarem  os esforços de coordenação entre os países e os organismos multilaterais  como o G-20, o FMI e o Banco Mundial. Esta coordenação deve buscar  reconfigurar a relação entre política fiscal e monetária para impedir o  aprofundamento da recessão, controlar a guerra cambial e reestimular a  demanda global.<br />
</em></p>
<p><em>Sabemos, por experiência própria, que a dívida soberana dos Estados  e a dívida bancária e financeira não serão equacionadas num quadro  recessivo, ao contrário, a recessão só agudiza esses problemas. É  urgente a construção de um amplo pacto pela retomada coordenada do  crescimento econômico global, impedindo a desesperança provocada pelo  desemprego e pela falta de oportunidades.<br />
</em></p>
<p><em>Senhor presidente,<br />
</em></p>
<p><em>Meu país tem feito a sua parte. Nos últimos anos mantivemos uma  política econômica prudente, acumulamos reservas cambiais expressivas,  reduzimos fortemente o endividamento público e com políticas sociais  inovadoras, retiramos 40 milhões de brasileiros e brasileiras da  pobreza, consolidando um amplo mercado de consumo de massa.<br />
</em></p>
<p><em>Fomos impactados pela crise, como todos os países. Mas, apesar da  redução conjuntural de nosso crescimento, estamos mantendo o nível de  emprego em patamares extremamente elevados. Continuamos reduzindo a  desigualdade social e aumentando significativamente a renda dos  trabalhadores. Superamos a visão incorreta que contrapõe, de um lado as  medidas de incentivo ao crescimento, e de outro, os planos de  austeridade. Esse é um falso dilema. A responsabilidade fiscal é tão  necessária quanto são imprescindíveis medidas de estímulo ao  crescimento, pois a consolidação fiscal só é sustentável em um contexto  de recuperação da atividade econômica.<br />
</em></p>
<p><em>A história revela que a austeridade, quando exagerada e isolada do  crescimento, derrota a si mesma. A opção do Brasil tem sido a de  enfrentar, simultaneamente, esses desafios.<br />
</em></p>
<p><em>Ao mesmo tempo em que observamos um estrito controle das contas  públicas, aumentamos nossos investimentos em infraestrutura e educação.<br />
</em></p>
<p><em>Ao mesmo tempo em que controlamos a inflação, atuamos vigorosamente  nas políticas de inclusão social e combate à pobreza. E, ao mesmo tempo  em que fazemos reformas estruturais na área financeira e  previdenciária, reduzimos a carga tributária, o custo da energia e  investimos em infraestrutura, em conhecimento para produzir ciência,  tecnologia e inovação.<br />
</em></p>
<p><em>Há momentos em que não podemos escolher entre uma coisa ou outra.  Não há este tipo de alternativa. Há que desenvolvê-las de forma  simultânea e articulada.<br />
</em></p>
<p><em>Assim como em 2011, senhor presidente, o Oriente Médio e o Norte da  África continuam a ocupar um lugar central nas atenções da comunidade  internacional. Importantes movimentos sociais, com distintos signos  políticos varreram regimes despóticos e desencadearam processos de  transição cujo sentido e direção ainda não podem ser totalmente  estabelecidos.<br />
</em></p>
<p><em>Mas não é difícil identificar em quase todos esses movimentos um  grito de revolta contra a pobreza, o desemprego, a realidade da falta de  oportunidades e de liberdades civis, impostas por governos autoritários  a amplos setores dessas sociedades, sobretudo às populações mais  jovens.<br />
</em></p>
<p><em>Não é difícil, igualmente, encontrar nesses acontecimentos as  marcas de ressentimentos históricos, provocados por décadas de políticas  coloniais ou neocoloniais levadas a cabo em nome de uma ação  supostamente civilizatória. Pouco a pouco, foram ficando claros os  interesses econômicos que estavam por de trás daquelas políticas.<br />
</em></p>
<p><em>Hoje, assistimos consternados à evolução da gravíssima situação da  Síria. O Brasil condena, nos mais fortes termos, a violência que  continua a ceifar vidas nesse país.<br />
</em></p>
<p><em>A Síria produz um drama humanitário de grandes proporções no seu  território e em seus vizinhos. Recai sobre o governo de Damasco a maior  parte da responsabilidade pelo ciclo de violência que tem vitimado  grande número de civis, sobretudo mulheres, crianças e jovens. Mas  sabemos também da responsabilidade das oposições armadas, especialmente  daquelas que contam com apoio militar e logístico de fora.<br />
</em></p>
<p><em>Como presidenta de um país que é pátria de milhões de descendentes  de sírios, lanço um apelo às partes em conflito para que deponham as  armas e juntem-se aos esforços de mediação do representante especial da  ONU e da Liga Árabe. Não há solução militar para a crise síria. A  diplomacia e o diálogo são não só a melhor, mas, creio, a única opção.<br />
</em></p>
<p><em>Ainda como presidenta de um país no qual vivem milhares e milhares  de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais  veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países  ocidentais. O Brasil é um dos protagonistas da iniciativa generosa  “Aliança de Civilizações”, convocada originalmente pelo governo turco.<br />
</em></p>
<p><em>Com a mesma veemência, senhor Presidente, repudiamos também os atos de terrorismo que vitimaram diplomatas americanos na Líbia.<br />
</em></p>
<p><em>Senhor Presidente,<br />
</em></p>
<p><em>Ainda com os olhos postos no Oriente Médio, onde residem alguns dos  mais importantes desafios à paz e à segurança internacional, quero  deter-me mais uma vez na questão israelo– palestina.<br />
</em></p>
<p><em>Reitero minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo  brasileiro ao reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das  Nações Unidas. Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina  livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz  com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política  regional.<br />
</em></p>
<p><em>Senhor presidente,<br />
</em></p>
<p><em>A comunidade internacional tem dificuldade crescente para lidar com  o acirramento dos conflitos regionais. E isto fica visível nos impasses  do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Esse é um dos mais graves  problemas que enfrentamos. A crise iniciada em 2008 mostrou que é  necessário reformar os mecanismos da governança econômica mundial. Na  verdade, isto até hoje não foi integralmente implementado.<br />
</em></p>
<p><em>As guerras e os conflitos regionais, cada vez mais intensos, as  trágicas perdas de vidas humanas e os imensos prejuízos materiais para  os povos envolvidos demonstram a imperiosa urgência da reforma  institucional da ONU e em especial de seu Conselho de Segurança.<br />
</em></p>
<p><em>Não podemos permitir que este Conselho seja substituído – como vem  ocorrendo – por coalizões que se formam à sua revelia, fora de seu  controle e à margem do direito internacional.<br />
</em></p>
<p><em>O uso da força sem autorização do Conselho, uma clara ilegalidade,  vem ganhando ares de opção aceitável. Mas, senhor Presidente,  definitivamente, não é uma opção aceitável. O recurso fácil a esse tipo  de ação é produto desse impasse que imobiliza o Conselho. Por isso, ele  precisa urgentemente ser reformado.<br />
</em></p>
<p><em>O Brasil sempre lutará para que prevaleçam as decisões emanadas da  ONU. Mas queremos ações legítimas, fundadas na legalidade internacional.  Com esse espírito, senhor presidente, defendi a necessidade da  “responsabilidade ao proteger” como complemento necessário da  “responsabilidade de proteger”.<br />
</em></p>
<p><em>Senhoras e senhores,<br />
</em></p>
<p><em>O multilateralismo está hoje mais forte depois da Rio+20.<br />
</em></p>
<p><em>Naqueles dias de junho, realizamos juntos a maior e mais  participativa conferência da história das Nações Unidas, no que se  refere ao meio ambiente, e pudemos passos firmes rumo à consolidação  histórica de um novo paradigma: crescer, incluir, proteger e preservar,  ou seja, a síntese do desenvolvimento sustentável.<br />
</em></p>
<p><em>Agradeço especialmente o empenho do secretário-geral Ban Ki-moon e  do embaixador Sha Zukang, que tanto colaboraram com o Brasil, antes e  durante a Conferência.<br />
</em></p>
<p><em>O documento final que aprovamos por consenso no Rio de Janeiro não  só preserva o legado de 1992, como constitui ponto de partida para uma  agenda de desenvolvimento sustentável para o século XXI, com foco na  erradicação da pobreza, no uso consciente dos recursos naturais e nos  padrões sustentáveis de produção e consumo.<br />
</em></p>
<p><em>As Nações Unidas tem pela frente uma série de tarefas delegadas  pela Conferência do Rio, somos parceiros. Menciono aqui, em particular, a  definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.<br />
</em></p>
<p><em>A Rio+20 projetou um poderoso facho de luz sobre o futuro que  queremos. Temos de levá-lo avante. Temos a obrigação de ouvir os  repetidos alertas da ciência e da sociedade, no que se refere à mudança  do clima. Temos de encarar a mudança do clima como um dos principais  desafios às gerações presentes e futuras.<br />
</em></p>
<p><em>O governo brasileiro está firmemente comprometido com as metas de  controle das emissões de gás de efeito estufa e com o combate, sem  tréguas, ao desmatamento da Floresta Amazônica.<br />
</em></p>
<p><em>Em 2009, voluntariamente, adotamos compromissos e os transformamos  em legislação. Essas metas são particularmente ambiciosas para um país  em desenvolvimento, um país que lida com urgências de todos os tipos  para oferecer bem-estar à sua população.<br />
</em></p>
<p><em>Esperamos que os países historicamente mais responsáveis pela  mudança do clima, e mais dotados de meios para enfrentá-la, cumpram  também com suas obrigações perante a comunidade internacional. Outra  iniciativa das Nações Unidas que o Brasil também considera importante,  que saudamos, é o lançamento da Década de Ação pela Segurança no  Trânsito – 2011/2020. O Brasil está mobilizado nas ações de proteção à  vida, que assegurem a redução dos acidentes de trânsito, uma das  principais causas de morte entre a população jovem do mundo. Para isso,  nosso governo está desenvolvendo uma ampla campanha de conscientização  em parceria com a Federação Internacional de Automobilismo.<br />
</em></p>
<p><em>Senhor Presidente,<br />
</em></p>
<p><em>Em um cenário de desafios ambientais, crises econômicas e ameaças à  paz em diferentes pontos do mundo, o Brasil continua empenhado em  trabalhar com seus vizinhos por um ambiente de democracia, um ambiente  de paz, de prosperidade e de justiça social.<br />
</em></p>
<p><em>Avançamos muito na integração do espaço latino-americano e  caribenho como prioridade para nossa inserção internacional. Nossa  região é um bom exemplo para o mundo. O Estado de Direito que  conquistamos com a superação dos regimes autoritários que marcaram o  nosso continente está sendo preservado e está sendo fortalecido.<br />
</em></p>
<p><em>Para nós, a democracia não é um patrimônio imune a assaltos, temos  sido firmes, &#8211; Mercosul e Unasul &#8211; quando necessário, para evitar  retrocessos porque consideramos integração e democracia princípios  inseparáveis.<br />
</em></p>
<p><em>Reafirmo também o nosso compromisso de manter a região livre de  armas de destruição em massa. E nesse ponto, quero lembrar a existência  de imensos arsenais que, além de ameaçar toda a humanidade, agravam  tensões e prejudicam os esforços de paz.<br />
</em></p>
<p><em>O mundo pede, em lugar de armas, alimentos, para o bilhão de  homens, mulheres e crianças que padecem do mais cruel castigo que se  abate sobre a humanidade: a fome.<br />
</em></p>
<p><em>Por fim, senhor Presidente, quero referir-me a um país-irmão,  querido de todos os latino-americanos e caribenhos: Cuba. Cuba tem  avançado na atualização de seu modelo econômico. E para seguir em frente  nesse caminho, precisa do apoio de parceiros próximos e distantes.<br />
</em></p>
<p><em>Precisa do apoio de todos. A cooperação para o progresso de Cuba é,  no entanto, prejudicada pelo embargo econômico que há décadas golpeia  sua população. É mais do que chegada a hora de pôr fim a esse  anacronismo, condenado pela imensa maioria dos países das Nações Unidas.<br />
</em></p>
<p><em>Senhor presidente,<br />
</em></p>
<p><em>Este ano, assistimos todos aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos,  organizados brilhantemente pelo Reino Unido. Com o encerramento dos  Jogos de Londres, já começou, para o Brasil, a contagem regressiva para  as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, que serão precedidas pela Copa  do Mundo de 2014.<br />
</em></p>
<p><em>A cada dois anos, durante os Jogos de verão e de inverno, a  humanidade parece despertar para valores que nos deveriam inspirar  permanentemente: a tolerância, o respeito pelas diferenças, a igualdade,  a inclusão, a amizade e o entendimento, princípios que são também os  alicerces dos direitos humanos e desta Organização.<br />
</em></p>
<p><em>Ao inaugurar esta sexagésima sétima Assembleia Geral, proponho a  todas as nações aqui representadas que se deixem iluminar pelos ideais  da chama olímpica.<br />
</em></p>
<p><em>Senhoras e senhores,<br />
</em></p>
<p><em>O fortalecimento das Nações Unidas é extremamente necessário neste  estágio em que estamos, onde a multipolaridade abre uma nova perspectiva  histórica. É preciso trabalhar para que assim seja. Trabalhar para que,  na multipolaridade que venha a prevalecer, a cooperação predomine sobre  o confronto, o diálogo se imponha à ameaça, a solução negociada chegue  sempre antes e evite a intervenção pela força.<br />
</em></p>
<p><em>Reitero que nesse esforço, necessariamente coletivo, e que  pressupõe busca de consensos, cabe às Nações Unidas papel privilegiado.  Sobretudo, à medida que a Organização e suas diferentes instâncias se  tornem mais representativas, mais legítimas e, portanto, mais eficazes.<br />
</em></p>
<p><em>Muito obrigada</em></p>
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