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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Brasilien-&#8222;Biosprit&#8220;-Verbrechen gegen die Menschheit</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasiliens katholische Nachrichtenagentur ADITAL: &#8222;Produktion von Agro-Treibstoffen ist ein Verbrechen gegen die Menschheit&#8220;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 14:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturschutz]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
		<category><![CDATA[Brasilien-"Biosprit"-Verbrechen gegen die Menschheit]]></category>

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		<description><![CDATA[Produçáo de agrocombustÃ­veis é um crime contra a humanidade Adital &#8211; A declaraçáo foi fortemente repudiada pelo presidente brasileiro, Luiz InÃ¡cio Lula da Silva, mas o Relator Especial da Organizaçáo das NaçÃµes Unidas para osDireitos Ã  Alimentaçáo, Jean Ziegler, foi enfÃ¡tico: a produçáo de agrocombustÃ­veis é um crime contra a humanidade. Ziegler disse ainda que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><font face="MS Sans Serif" color="#550000">Produçáo de agrocombustÃ­veis é um crime contra a humanidade</font></strong></p>
<p><strong><font face="Trebuchet MS" color="#666666">Adital &#8211; </font></strong></p>
<p>A declaraçáo foi fortemente repudiada pelo presidente brasileiro, Luiz InÃ¡cio Lula da Silva, mas o Relator Especial da Organizaçáo das NaçÃµes Unidas para osDireitos Ã  Alimentaçáo, Jean Ziegler, foi enfÃ¡tico: a produçáo de agrocombustÃ­veis é um crime contra a humanidade.</p>
<p><span id="more-363"></span>Ziegler disse ainda que os paÃ­ses participantes da 30Âª ConferÃªncia Regional da Organizaçáo para a Agricultura e a Alimentaçáo (FAO, sigla em inglÃªs) para a América Latina e o Caribe devem declarar uma moratÃ³ria dos agrocombustÃ­veis(&#8230;)</p>
<p>Para a organizaçáo de defesa dos direitos alimentares, Food First Information and Action Network (FIAN), o fomento aos agrocombustÃ­veis náo vai resolver o problema da fome na regiáo, pelo contrÃ¡rio, ameaça agravÃ¡-lo.</p>
<p>A FIAN pediu que os Estados presentes na conferÃªncia tomem medidas imediatas de proteçáo para as terras e territÃ³rios das comunidades rurais e povos indÃ­genas, assim como para o acesso dos setores urbanos pobres aos alimentos.</p>
<p>Os agrocombustÃ­veis promoveráo a perda das autonomias alimentares, pois o aumento da demanda por terra, para a expansáo dos monocultivos, aumentarÃ¡ os conflitos no campo. Nesse sentido, vai dificultar a execuçáo das polÃ­ticas de reforma agrÃ¡ria.</p>
<p>O acesso econÃ´mico aos alimentos se deteriorarÃ¡ ainda mais. Produtos como milho, trigo, produtos lÃ¡cteos, carnes e azeites vegetais, bÃ¡sicos para a alimentaçáo humana, jÃ¡ sofreram aumentos. E os setores pobres, que gastam entre 50% e 70% de suas rendas em comida, enfrentam dificuldades em comprÃ¡-los.</p>
<p>Também a ajuda alimentar a paÃ­ses como ZimbÃ¡bue, Eritréia, Haiti, Djibouti, GÃ¢mbia, Tajiquistáo, Togo serÃ¡ prejudicada porque no hÃ¡ tantos excedentes de produçáo de alimentos.</p>
<p>A expansáo dos monocultivos tem implicaçÃµes na mudança climÃ¡tica, jÃ¡ que inÃºmeros bosques e selvas estáo sendo destruÃ­dos para dar espaço aos monocultivos. Esses produzem a contaminaçáo dos solos, rios, Ã¡guas subterrÃ¢neas, devido ao uso intensivo de fertilizantes e pesticidas quÃ­micas.</p>
<p><strong><font face="MS Sans Serif" color="#550000">Brasil &#8211; Cana de açÃºcar: 200 mil hectares de grilagem no Maranháo</font></strong></p>
<p><font face="Trebuchet MS" color="#666666"><strong>Mayron Régis *</strong></font><br />
<strong><font face="Trebuchet MS" color="#666666">Adital &#8211; </font></strong></p>
<p>&#8222;Articulaçáo de entidades do Maranháo, ParÃ¡ e Tocantins na Ã¡rea de influÃªncia da Estrada de Ferro CarajÃ¡s, que acompanha os impactos ambientais e sociais dos grandes projetos e propÃµem alternativas&#8220;.O governo do Maranháo em seus proclames para o mercado fixou um teto de quarenta usinas de etanol para os prÃ³ximos anos o que, em termos prÃ¡ticos, arredondar-se-Ã¡ de um milháo a dois milhÃµes de hectares amolados, em nome de grandes grupos econÃ´micos das regiÃµes sul, sudeste e nordeste brasileiro, para o plantio de cana-de-açÃºcar.</p>
<p>Tendo o Estado de Sáo Paulo como parÃ¢metro de qualquer polÃ­tica de investimento no setor de agroenergia vÃª-se que a conversáo de Ã¡reas de mata nativa e de produçáo de alimentos em Ã¡reas incumbidas para a cana refluiu em certos momentos da recente histÃ³ria econÃ´mica do Brasil, mas os anos subseqüentes ao e o prÃ³prio ano de 2005 presenciaram e presenciam a industria sucro-alcooleira abrangendo boa parte de Sáo Paulo, ParanÃ¡, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul como se, por conta dos investimentos do PrÃ³-Ã¡lcool, nos anos setenta, os empreendimentos mais anciáos e os empreendimentos mais jovens teimassem em ver na produçáo de etanol para consumo interno e para exportaçáo o bem maior e o bem mais original de um paÃ­s tropical.</p>
<p>Quando nos referimos, por alto, a dois milhÃµes de hectares que pousaráo ou náo nas máos na indÃºstria sucro-alcooleira nos anos mais Ã  frente fiquem certos que entre elas estáo as melhores terras do Maranháo como as dos municÃ­pios de Campestre e Porto Franco, oeste maranhense, onde o grupo Maity, um dos grandes beneficiÃ¡rios do PrÃ³-Ã¡lcool, compraz-se em ferrar agricultores familiares, com seus funcionÃ¡rios e com policiais militares, para que suas rotinas produtivas se desajustem e desajustados produtivamente fica mais fÃ¡cil para a empresa retirÃ¡-los da Ã¡rea.</p>
<p>Os agricultores familiares Ã  beira do rio Tocantins se obstinam com as cercas da empresa que impedem a sua circulaçáo ou impedem que recebam visitas; e os agricultores familiares de um assentamento federal se obstinam por verem plantios de cana e resÃ­duos cercando-os graças a assentados que arrendaram seus lotes para a Maity. Esta empresa padece de qualquer coisa, menos de humildade, afinal ajuda financeira e apoios de polÃ­ticos sobram. Ela vai atrÃ¡s de mais terra em Porto Franco. Encontrar-se-Ã¡ com o Grupo Brasil, fundo de investimentos de aposentados do Banco do Brasil, para vÃª quem tem mais bala na agulha. Ou Maity engole ou o Grupo Brasil engole o restante das terras boas do oeste maranhense &#8211; um processo de tomada de terras para o plantio de cana, financiado pelo BNDES e fundos de investimentos locais e internacionais, e tomada mesmo porque nessas terras viveram e vivem famÃ­lias por décadas e que de repente se vÃªem aceitando acordos com representantes de empresas cuja origem ninguém sabe e ninguém viu.</p>
<p>Uma das regiÃµes com alta aptidáo para o plantio de cana estÃ¡ localizada entre a baixada oriental e o Baixo ParnaÃ­ba maranhenses e um grupo paulista desmancharia com maior prazer essa regiáo em um projeto de etanol com ajuda de documentos forjados pelo ex-deputado estadual Kleber Leite em cartÃ³rios de municÃ­pios da regiáo se náo fosse necessÃ¡ria uma nova demarcaçáo que comprove a legalidade dos documentos. Por enquanto, duas mil e quinhentas pessoas estáo a salvo de saÃ­rem definitivamente de suas Ã¡reas, porque a grilagem arrastaria 47 mil hectares e consta que o senhor Kleber Leite possui escritura de mais de 200 mil hectares incluindo Morros, Humberto de Campos, Bela Ãgua, Sáo Benedito do Rio Preto e Urbano Santos. A industria sucro-alcooleira virÃ¡ atrÃ¡s de muita terra no Maranháo e para conseguir sÃ³ a grilagem.<br />
[Esse texto faz parte do projeto Desintoxicando os excessos do etanol: uma proposta de investigaçáo da dinÃ¢mica e dos efeitos da propagaçáo da cana de açÃºcar na regiáo do Projeto Grande CarajÃ¡s, projeto do STTR de Loreto, financiado pelo Centro de Apoio SÃ³cio-Ambiental (CASA)].<br />
Publicaçáo da Secretaria Executiva do FÃ³rum CarajÃ¡s<br />
Edmilson Pinheiro &#8211; SecretÃ¡rio Executivo : <a href="mailto:edmilson@forumcarajas.org.br">edmilson@forumcarajas.org.br</a><br />
Mayron Régis- Assessor de Comunicaçáo: <a href="mailto:mayron@forumcarajas.org.br">mayron@forumcarajas.org.br</a><br />
Novo endereço: Av. Joaáo Pessoa, Q. 09, Casa 19-FilipinhoÂ  -Sáo LuÃ­s/MA.<br />
CEP: 65040 &#8211; 000 Tel: (98) 3249 97 12</p>
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