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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; Belom Monte</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Brasilien: Indianer besetzen Baustelle für Belo-Monte-Wasserkraftwerk. Nach über 15 Stunden durch Polizei vertrieben.</title>
		<link>http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/27/brasilien-indianer-besetzen-baustelle-fur-belo-monte-wasserkraftwerk/</link>
		<comments>http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/27/brasilien-indianer-besetzen-baustelle-fur-belo-monte-wasserkraftwerk/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 17:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Naturschutz]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
		<category><![CDATA[Belom Monte]]></category>
		<category><![CDATA[Brasilien]]></category>
		<category><![CDATA[Indianer]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8222;Belo Monte will only succeed if we do nothing about it. We will not be silent. We will shout out loud and we will do it now&#8220;, said Juma Xipaia, an indigenous leader that will be affected by the dam, if built. &#8222;We are warriors and we are not asking the Brazilian Government any favor. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.hart-brasilientexte.de/wp-content/uploads/2011/10/bel1.jpg" alt="bel1.jpg" /></p>
<p><strong>&#8222;Belo Monte will only succeed if we  do nothing about it. We will not be<br />
silent. We will shout out loud and we  will do it now&#8220;, said Juma Xipaia, an<br />
indigenous leader that will be affected  by the dam, if built. &#8222;We are<br />
warriors and we are not asking the Brazilian  Government any favor. We will<br />
only demand what our Constitution already  ensures us: our rights. Our<br />
ancestors fought so we could be here and now.  Lots of documents and meetings<br />
were already done and nothing has changed. The  machinery continue to arrive<br />
to destroy our region&#8220;.</strong></p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/25/brasiliens-umstrittenes-wasserkraftwerksprojekt-belo-monte-regierung-lehnt-ab-sich-vor-interamerikanischer-menschenrechtskommission-zu-verteidigen/"><strong>http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/25/brasiliens-umstrittenes-wasserkraftwerksprojekt-belo-monte-regierung-lehnt-ab-sich-vor-interamerikanischer-menschenrechtskommission-zu-verteidigen/</strong></a></p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2010/09/30/bischof-erwin-krautler-altamira-erhalt-alternativen-nobelpreis-2010/"><strong>http://www.hart-brasilientexte.de/2010/09/30/bischof-erwin-krautler-altamira-erhalt-alternativen-nobelpreis-2010/</strong></a></p>
<p><img src="http://www.hart-brasilientexte.de/wp-content/uploads/2011/10/bel2.jpg" alt="bel2.jpg" /></p>
<p><strong>Fotos Ivan Canabrava &#8211; siehe Foto-Link.</strong></p>
<p><a href="http://das-blaettchen.de/2011/06/brasiliens-umstrittene-wasserkraftwerke-5349.html"><strong>http://das-blaettchen.de/2011/06/brasiliens-umstrittene-wasserkraftwerke-5349.html</strong></a></p>
<p><strong>Indígenas e pescadores ocupam canteiro de  obras de Belo Monte<br />
</strong></p>
<p>Altamira (PA),  26/10/2011</p>
<p>Cerca de 600 indígenas, pescadores e ribeirinhos da bacia  do rio Xingu estão<br />
acampados pacificamente, desde a madrugada de hoje,* *no  canteiro de obras<br />
de Belo Monte para exigir a paralisação das obras da usina  hidrelétrica, em<br />
Altamira, no Pará.  A rodovia Transamazônica, na altura do  quilômetro 50,<br />
também foi interditada. O protesto não tem prazo para  terminar.</p>
<p><span id="more-11354"></span></p>
<p>&#8222;Diante da intransigência do governo em dialogar e da  insistência em nos<br />
desrespeitar, ocupamos a partir de agora o canteiro de  obras de Belo Monte e<br />
trancamos seu acesso pela rodovia Transamazônica.  Exigimos que o governo<br />
envie para cá um representante com mandado para  assinar um termo de<br />
paralisação e desistência definitiva da construção de  Belo Monte&#8220;, diz a<br />
declaração dos Povos do Xingu contra Belo Monte, resultado  do seminário<br />
realizado em Altamira esta semana.</p>
<p>&#8222;Belo Monte só vai  sair se cruzarmos os braços. Não podemos ficar calados.<br />
Temos que berrar e é  agora&#8220;, disse Juma Xipaia, liderança indígena Xipaia,<br />
uma das etnias afetadas  por Belo Monte. &#8222;Somos guerreiros e não vamos pedir<br />
nada ao governo, mas  exigir o que a Constituição nos garante. Nossos<br />
antepassados lutaram para que  nós estivéssemos aqui. Já foram feitos vários<br />
documentos, várias reuniões e  nada mudou. As máquinas continuam chegando&#8220;.</p>
<p>A Comissão Interamericana de  Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos<br />
Estados Americanos (OEA) havia  convocado o governo brasileiro a dar<br />
explicações sobre a ausência de medidas  de proteção aos direitos das<br />
populações indígenas e de outros grupos  ameaçados pelo projeto de Belo<br />
Monte, como foi solicitado pela instituição,  no início de abril.  De acordo<br />
com a CIDH, o governo deveria cumprir a  obrigação de realizar processos de<br />
consulta com cada uma das comunidades  indígenas afetadas *antes* da<br />
construção da usina. A audiência com o  Comissariado da CIDH deveria ter<br />
acontecido ontem, mas no final da semana  passada o governo brasileiro,<br />
surpreendentemente, anunciou que não enviaria  representação para esta<br />
reunião.</p>
<p>&#8222;É uma vergonha a maneira como nosso  próprio governo nos tratou, com<br />
contínuas mentiras e negando-se ao diálogo  com as comunidades afetadas&#8220;,<br />
disse Sheyla Juruna, liderança indígena do  Movimento Xingu Vivo Para Sempre,<br />
que foi para Washington participar da  reunião promovida pela CIDH. &#8222;Estou<br />
horrorizada por ver como somos tratados  em nossa própria terra sem ter<br />
sequer o direito de sermos consultados sobre  esse horroroso projeto&#8220;,<br />
acrescentou durante coletiva na sede da  OEA.</p>
<p>Ontem (26), a Justiça adiou, mais uma vez, a decisão sobre a  continuidade<br />
das obras de Belo Monte com novo pedido de vistas &#8211; desta vez,  da<br />
desembargadora Maria do Carmo Cardoso. O julgamento da Ação Civil  Pública<br />
impetrada pelo Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA) está  empatado no<br />
Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com um voto contra  e outra a<br />
favor da usina. Caso a desembargadora Maria do Carmo vote junto com  a<br />
desembargadora Selene Almeida, que se posicionou pela ilegalidade do  projeto<br />
por considerar que as consultas indígenas não aconteceram conforme  prevê a<br />
Constituição, a Convenção 169 da Organização Internacional do  Trabalho e a<br />
diretriz da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, as  obras de Belo<br />
Monte poderão ser paralisadas.</p>
<p>O acampamento no canteiro  de obras de Belo Monte será permanente:<br />
convocam-se outras entidades e  movimentos nessa luta.</p>
<p>*Para mais informações:*</p>
<p>&#8211; Tica  Minami, Movimento Xingu Vivo Para Sempre: (11) 6597 8359</p>
<p>*Fotos  disponíveis:*</p>
<p>http://dl.dropbox.com/u/17980715/fotos%20belomonte.rar</p>
<p>©  Ivan Canabrava</p>
<p>bm1 &#8211; Caiapó em frente ao canteiro de obras  ocupado de belo monte<br />
bm1a &#8211; Indígena com arco e flecha em frente a canteiro  ocupado<br />
bm2 &#8211; Guerreiro indígena pinta o rosto antes da ocupação de Belo  Monte<br />
bm3 &#8211; Guerreiro indígena pinta o rosto antes da ocupação de Belo  Monte<br />
bm4 &#8211; Grupo indígena em frente à estrada que dá acesso ao canteiro de  obras<br />
de Belo Monte<br />
bm5 &#8211; Grupo indígena faz pajelança após invasão do  canteiro de obras de Belo<br />
Monte<br />
bm6 &#8211; Indígena manda sms para tribo  falando sobre ocupação<br />
bm7 &#8211; Caiapós fumam cachimbo após ocupação<br />
bm8 &#8211;  Índio se pinta no nascer do sol se preparando para a ocupação<br />
bm9 &#8211; Indígena  observa grupo ocupando canteiro de obras<br />
bm10 &#8211; Índio com arma em frente ao  canteiro de obras</p>
<p>&#8212;</p>
<p><strong>#OCCUPYAMAZONDAM : Indigenous  people and traditional communities from the<br />
Xingu basin peacefully occupy the  Belo Monte dam construction site</strong></p>
<p><strong> </strong><br />
Altamira, Para, Brazilian  Amazon &#8211; 26/10/2011</p>
<p>Indigenous, fishermen and riverin people from the  Xingu river basin occupied<br />
today the Belo Monte dam construction site to stop  its construction to break<br />
ground in Altamira, located in the middle of the  Amazon state of Pará. The<br />
protesters are demanding the presence of a  Brazilian Government high-level<br />
official  at the site to initiate a new round  of negotiations, more<br />
transparent, inclusive and respecting the rights of  local people affected by<br />
the dam.</p>
<p>&#8222;Belo Monte will only succeed if we  do nothing about it. We will not be<br />
silent. We will shout out loud and we  will do it now&#8220;, said Juma Xipaia, an<br />
indigenous leader that will be affected  by the dam, if built. &#8222;We are<br />
warriors and we are not asking the Brazilian  Government any favor. We will<br />
only demand what our Constitution already  ensures us: our rights. Our<br />
ancestors fought so we could be here and now.  Lots of documents and meetings<br />
were already done and nothing has changed. The  machinery continue to arrive<br />
to destroy our region&#8220;.</p>
<p>The Inter  American Commission on Human Rights (IACHR), from the Organisation<br />
of  American States (OAS), has requested explanations why the  Brazilian<br />
Government did not act to ensure the rights of Indigenous People  affected by<br />
the dam, as requested by the Inter American Commission on Human  Rights in<br />
April. According to the OAS, the Brazilian Government must comply  with the<br />
obligation of consulting and informing the Indigenous People who  will be<br />
affected by the dam BEFORE the construction begins. The meeting with  the<br />
CIDH commissionaires should have happened yesterday (26) but the  Brazilian<br />
Government announced, at the end of the last week, that would not  send any<br />
representation to this meeting.</p>
<p>&#8222;É uma vergonha a maneira  como nosso próprio governo nos tratou, com<br />
contínuas mentiras e negando-se ao  diálogo com as comunidades afetadas&#8220;,<br />
disse Sheyla Juruna, liderança indígena  do Movimento Xingu Vivo Para Sempre,<br />
que foi para Washington participar da  reunião promovida pela CIDH. &#8222;Estou<br />
horrorizada por ver como somos tratados  em nossa própria terra sem ter<br />
sequer o direito de sermos consultados sobre  esse horroroso projeto&#8220;,<br />
acrescentou durante coletiva na sede da  OEA.</p>
<p>Ontem (26), a Justiça adiou, mais uma vez, a decisão sobre a  continuidade<br />
das obras de Belo Monte com novo pedido de vistas &#8211; desta vez,  da<br />
desembargadora Maria do Carmo Cardoso. O julgamento da Ação Civil  Pública<br />
impetrada pelo Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA) está  empatado no<br />
Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), com um voto contra  e outra a<br />
favor da usina. Caso a desembargadora Maria do Carmo vote junto com  a<br />
desembargadora Selene Almeida, que se posicionou pela ilegalidade do  projeto<br />
por considerar que as consultas indígenas não aconteceram conforme  prevê a<br />
Constituição, a Convenção 169 da Organização Internacional do  Trabalho e a<br />
diretriz da Convenção Interamericana de Direitos Humanos, as  obras de Belo<br />
Monte poderão ser paralisadas.</p>
<p>Para mais  informações:</p>
<p>&#8211; Tica Minami, Movimento Xingu Vivo Para Sempre: (11) 6597  8359 ou (93) 3515<br />
2927</p>
<p>Fotos e vídeo disponíveis ao longo do  dia.</p>
<p>&#8212;<br />
Tica Minami<br />
Comunicação e Meio Ambiente<br />
11-6597  8359<br />
skype: ticaminami</p>
<p>*Learning is movement from moment to moment&#8230;  **(</p>
<p>J. Krishnamurti)<br />
*</p>
<p><strong>Para mais  informações:</strong></p>
<p>&#8211; Tica Minami, Movimento Xingu Vivo Para Sempre: (11) 6597  8359</p>
<p><strong>Fotos  disponíveis:</strong></p>
<p><a href="http://dl.dropbox.com/u/17980715/fotos%20belomonte.rar" title="http://dl.dropbox.com/u/17980715/fotos belomonte.rar">http://dl.dropbox.com/u/17980715/fotos%20belomonte.rar</a></p>
<p>©  Ivan Canabrava</p>
<p>bm1  &#8211; Caiapó em frente ao canteiro de obras ocupado de belo monte<br />
bm1a &#8211;  Indígena com arco e flecha em frente a canteiro ocupado<br />
bm2 &#8211; Guerreiro  indígena pinta o rosto antes da ocupação de Belo Monte<br />
bm3 &#8211; Guerreiro  indígena pinta o rosto antes da ocupação de Belo Monte<br />
bm4 &#8211; Grupo indígena  em frente à estrada que dá acesso ao canteiro de obras de Belo Monte<br />
bm5 &#8211;  Grupo indígena faz pajelança após invasão do canteiro de obras de Belo  Monte<br />
bm6 &#8211; Indígena manda sms para tribo falando sobre ocupação<br />
bm7 &#8211;  Caiapós fumam cachimbo após ocupação<br />
bm8 &#8211; Índio se pinta no nascer do sol se  preparando para a ocupação<br />
bm9 &#8211; Indígena observa grupo ocupando canteiro de  obras<br />
bm10 &#8211; Índio com arma em frente ao canteiro de obras</p>
<p>&#8212;</p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/27/brasilien-sklavenarbeit-unter-lula-rousseff-regierung-ignoriert-die-halfte-der-sklaverei-anzeigen-von-der-bischoflichen-bodenpastoral-cpt-laut-landesmedien/"><strong>http://www.hart-brasilientexte.de/2011/10/27/brasilien-sklavenarbeit-unter-lula-rousseff-regierung-ignoriert-die-halfte-der-sklaverei-anzeigen-von-der-bischoflichen-bodenpastoral-cpt-laut-landesmedien/</strong></a></p>
<p><strong>Bischof Coelho in Deutschland:</strong></p>
<p><strong>Er erzählte von einem Land, in dem nur einige wenige Familien  nahezu alle  wesentlichen gesellschaftlichen Bereiche beherrschten und  Korruption an der  Tagesordnung sei: „Die Kirche hat die wichtige  Aufgabe, der armen Bevölkerung  bei ihren existenziellen Problemen  gegenüber der Profitgier von Wenigen zu  helfen.“ Menschen würden von  ihrem Land vertrieben, sie hätten kaum Rechte und  Umweltschutz  existiere nicht.</strong> <strong>(Münstersche Zeitung)</strong></p>
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