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	<title>Klaus Hart Brasilientexte &#187; AuslÃ¤nderfeindlichkeit</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Ausländerfeindlichkeit in Brasilien: Mehrheit gegen Migranten</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 03:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Kultur]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
		<category><![CDATA[AuslÃ¤nderfeindlichkeit]]></category>
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		<description><![CDATA[72 Prozent der Brasilianer sind gemäß einer neuen Studie gegen den Zufluß von Ausländern. Wie die brasilianische Presse unter Bezugnahme auf eine vom Pew Research Center in Washington verbreitete Untersuchung in 47 Staaten der Erde weiter mitteilte, liege Brasilien damit auf dem 12. Rang. Die Elfenbeinküste rangierte mit 94 Prozent an der Spitze, während in [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>72 Prozent der Brasilianer sind gemäß einer neuen Studie gegen den Zufluß von Ausländern.</p>
<p><span id="more-404"></span></p>
<p>Wie die brasilianische Presse unter Bezugnahme auf eine vom Pew Research Center in Washington verbreitete Untersuchung in 47 Staaten der Erde weiter mitteilte, liege Brasilien damit auf dem 12. Rang. Die Elfenbeinküste rangierte mit 94 Prozent an der Spitze, während in Südkorea mit 25 Prozent die Ablehnungsrate am geringsten war. Wie es weiter hieß, stimmte in Lateinamerika die Mehrheit der Befragten mit dem Satz überein:”Unser Volk ist nicht perfekt, aber unsere Kultur ist überlegen.”Die neueste Studie des Latinobarometro-Instituts hat diese Trends bestätigt. Danach sind lediglich 14 Prozent der Bewohner von 18 lateinamerikanischen Staaten für die Einwanderung „vieler Ausländer anderer Rasse” als der jeweiligen nationalen Mehrheit. Die Einwanderung von Menschen „der selben Rasse” wird nur von 24 Prozent unterstützt. BrasilienÂ Â ist gemäß dieser Studie in Lateinamerika das siebte am meisten fremdenfeindliche Land “ nur 20 Prozent befürworten die Einwanderung von Menschen der selben Rasse, nur 17 Prozent die anderer Rassen. Â Fremdenfeindliche Ã„ußerungenÂ und Verhaltensweisen sindÂ im öffentlichen Leben relativ häufig, werden zudem immer wieder aus dem brasilianischen Â Profi-Sport gemeldet. So hatte der Fußballspieler Viola aus Rio de Janeiro 2008 das neue Team-Mitglied Dusan aus Serbien Â auch gegenüber der Presse offen ausländerfeindlich beschimpft:”Ich rede nicht mit diesem Typen. Ich mag keinen Gringo. Ich mag keine Argentinier, keine Serbier “ ich mag keine Ausländer.”</p>
<p><strong>Ausländerfeindlichkeit und Antisemitismus in Argentinien:</strong></p>
<p>Mais de 50% dos adolescentes entrevistados rejeitam judeus, chineses e bolivianos.</p>
<p>MÃ¡rcia Carmo &#8211; BBC</p>
<p>de Buenos Aires &#8211; Uma pesquisa inédita realizada com estudantes na Argentina revelou que os brasileiros sáo os estrangeiros mais aceitos do paÃ­s.</p>
<p>Segundo o estudo, feito para avaliar a xenofobia entre os estudantes, os brasileiros tiveram maior Ã­ndice de aceitaçáo (52%) e menor Ã­ndice de rejeiçáo (30%) numa lista de doze diferentes grupos de estrangeiros.</p>
<p>A pesquisa, que ouviu 5 mil estudantes do segundo grau de 85 escolas pÃºblicas de vÃ¡rias provÃ­ncias do paÃ­s, foi realizada pelos sociÃ³logos argentinos Ana Lia Kornblit e Dan Adaszko, do Instituto de Investigaçáo Gino Germani, da Universidade de Buenos Aires (UBA).</p>
<p>Em entrevista Ã  BBC Brasil, Adaszko disse que os resultados da pesquisa surpreenderam pelo alto nÃ­vel de ”xenofobia, com percentuais preocupantes, por exemplo, de rejeiçáo a ciganos (67%), judeus (55%), chineses e coreanos (52%) e bolivianos (52%).</p>
<p>Os estudantes receberam listas com as nacionalidades e grupos e trÃªs opçÃµes de respostas &#8211; aceitaçáo, rejeiçáo e indiferença.</p>
<p>Mais de 40% dos estudantes rejeitaram os peruanos, chilenos, paraguaios, americanos e Ã¡rabes.</p>
<p>Os brasileiros sáo uma exceçáo nesta lista, como disse Dan Adaszco: ”Acreditamos que, diferente dos outros grupos de estrangeiros, citados na pesquisa, os brasileiros náo sáo vistos como uma ameaça no mercado de trabalho local, afirmou.</p>
<p>”Além disso, hÃ¡ a imagem positiva do carnaval, das férias nas praias brasileiras e o reflexo do que sai na imprensa argentina sobre o Brasil e os brasileiros, completou Adaszco.</p>
<p>Para ele, a pesquisa confirma a fama de ”xenofobia em setores da sociedade argentina. ”NÃ³s entendemos que os adolescentes sáo um reflexo do mundo dos adultos e tÃªm coragem de dizer o que os adultos náo dizem, afirmou.</p>
<p>Apesar da fama, Adaszko se disse surpreso com o alto grau de rejeiçáo, de mais de 50%, em relaçáo a ciganos, judeus, chineses e bolivianos.</p>
<p>Segundo o estudioso, existe um ”discurso duplo na Argentina por ser um paÃ­s que abriu as portas para a imigraçáo, mas náo de forma igualitÃ¡ria. ”Para muitos, especialmente nos grandes centros urbanos do paÃ­s, o ideal e aceitÃ¡vel é o europeu e o branco e náo o nativo da América Latina, avaliou.</p>
<p>”O latino é visto aqui com desconfiança e até desprezo. Segundo ele, a pesquisa mostrou ainda que o Ã­ndice de ”xenofobia e ”racismo diminui a medida que aumenta o nÃ­vel de educaçáo dos pais. ”Náo é questáo de classe social, mas sim que depende do nÃ­vel de educaçáo dos pais dos estudantes adolescentes, disse.</p>
<p>Na Argentina, no final do século 19 e inÃ­cio do século 20, as principais imigraçÃµes foram italiana e espanhola. Nos anos 90, segundo dados oficiais da Direçáo Nacional de MigraçÃµes da Argentina, a maior imigraçáo partiu dos paÃ­ses da regiáo como BolÃ­via, Peru e Paraguai &#8211; os brasileiros sáo minoria nesse grupo.</p>
<p>A pesquisa de opiniáo recebeu o PrÃªmio Ibero-americano em CiÃªncias Sociais da Universidade Nacional AutÃ´noma do México e serÃ¡ premiado, nesta terça-feira, pelo Instituto Nacional contra a Discriminaçáo, a Xenofobia e o Racismo (INADI) da Argentina.</p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>Ausländerfeindlichkeit und Antisemitismus in Argentinien</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 02:16:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Politik]]></category>
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		<category><![CDATA[Antisemitismus]]></category>
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<p>Mais de 50% dos adolescentes entrevistados rejeitam judeus, chineses e bolivianos.</p>
<p><span id="more-403"></span></p>
<p>MÃ¡rcia Carmo &#8211; BBC</p>
<p>de Buenos Aires &#8211; Uma pesquisa inédita realizada com estudantes na Argentina revelou que os brasileiros sáo os estrangeiros mais aceitos do paÃ­s.</p>
<p>Segundo o estudo, feito para avaliar a xenofobia entre os estudantes, os brasileiros tiveram maior Ã­ndice de aceitaçáo (52%) e menor Ã­ndice de rejeiçáo (30%) numa lista de doze diferentes grupos de estrangeiros.</p>
<p>A pesquisa, que ouviu 5 mil estudantes do segundo grau de 85 escolas pÃºblicas de vÃ¡rias provÃ­ncias do paÃ­s, foi realizada pelos sociÃ³logos argentinos Ana Lia Kornblit e Dan Adaszko, do Instituto de Investigaçáo Gino Germani, da Universidade de Buenos Aires (UBA).</p>
<p>Em entrevista Ã  BBC Brasil, Adaszko disse que os resultados da pesquisa surpreenderam pelo alto nÃ­vel de &#8222;xenofobia&#8220;, com percentuais preocupantes, por exemplo, de rejeiçáo a ciganos (67%), judeus (55%), chineses e coreanos (52%) e bolivianos (52%).</p>
<p>Os estudantes receberam listas com as nacionalidades e grupos e trÃªs opçÃµes de respostas &#8211; aceitaçáo, rejeiçáo e indiferença.</p>
<p>Mais de 40% dos estudantes rejeitaram os peruanos, chilenos, paraguaios, americanos e Ã¡rabes.</p>
<p>Os brasileiros sáo uma exceçáo nesta lista, como disse Dan Adaszco: &#8222;Acreditamos que, diferente dos outros grupos de estrangeiros, citados na pesquisa, os brasileiros náo sáo vistos como uma ameaça no mercado de trabalho local&#8220;, afirmou.</p>
<p>&#8222;Além disso, hÃ¡ a imagem positiva do carnaval, das férias nas praias brasileiras e o reflexo do que sai na imprensa argentina sobre o Brasil e os brasileiros&#8220;, completou Adaszco.</p>
<p>Para ele, a pesquisa confirma a fama de &#8222;xenofobia&#8220; em setores da sociedade argentina. &#8222;NÃ³s entendemos que os adolescentes sáo um reflexo do mundo dos adultos e tÃªm coragem de dizer o que os adultos náo dizem&#8220;, afirmou.</p>
<p>Apesar da fama, Adaszko se disse surpreso com o alto grau de rejeiçáo, de mais de 50%, em relaçáo a ciganos, judeus, chineses e bolivianos.</p>
<p>Segundo o estudioso, existe um &#8222;discurso duplo&#8220; na Argentina por ser um paÃ­s que abriu as portas para a imigraçáo, mas náo de forma igualitÃ¡ria. &#8222;Para muitos, especialmente nos grandes centros urbanos do paÃ­s, o ideal e aceitÃ¡vel é o europeu e o branco e náo o nativo da América Latina&#8220;, avaliou.</p>
<p>&#8222;O latino é visto aqui com desconfiança e até desprezo&#8220;. Segundo ele, a pesquisa mostrou ainda que o Ã­ndice de &#8222;xenofobia&#8220; e &#8222;racismo&#8220; diminui a medida que aumenta o nÃ­vel de educaçáo dos pais. &#8222;Náo é questáo de classe social, mas sim que depende do nÃ­vel de educaçáo dos pais dos estudantes adolescentes&#8220;, disse.</p>
<p>Na Argentina, no final do século 19 e inÃ­cio do século 20, as principais imigraçÃµes foram italiana e espanhola. Nos anos 90, segundo dados oficiais da Direçáo Nacional de MigraçÃµes da Argentina, a maior imigraçáo partiu dos paÃ­ses da regiáo como BolÃ­via, Peru e Paraguai &#8211; os brasileiros sáo minoria nesse grupo.</p>
<p>A pesquisa de opiniáo recebeu o PrÃªmio Ibero-americano em CiÃªncias Sociais da Universidade Nacional AutÃ´noma do México e serÃ¡ premiado, nesta terça-feira, pelo Instituto Nacional contra a Discriminaçáo, a Xenofobia e o Racismo (INADI) da Argentina.</p>
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