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	<title>Klaus Hart Brasilientexte</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>ThyssenKrupp in Brasilien und paramilitärische Milizen(4): Menschenrechtskommission prüft Anzeige, wonach Miliz-Mitglieder bei Bustransport der Baustellenarbeiter mitmischten. ThyssenKrupp bildet interne Untersuchungskommission.</title>
		<link>http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/08/thyssenkrupp-und-paramilitarische-milizen4-menschenrechtskommission-pruft-anzeige-wonach-miliz-mitglieder-bei-bustransport-der-baustellenarbeiter-mitmischten/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 19:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Naturschutz]]></category>
		<category><![CDATA[Politik]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Freixo]]></category>
		<category><![CDATA[paramilitÃ¤rische Milizen]]></category>
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		<description><![CDATA[Presseerklärung von Marcelo Freixo, Präsident der Menschenrechtskommission des Teilstaatsparlaments von Rio de Janeiro, über den Besuch der Baustelle des künftigen Stahlwerkes: Transporte de operÃ¡rios da CSA sob suspeita de ligaçáo com milÃ­cia http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/01/thyssenkrupp-und-paramilitarische-milizen-brasiliens-desastrose-wirkung-unter-deutschen-hauptinvestoren-schreibt-monitor-mercantil-rio-de-janeiro/ Die Tageszeitung: http://www.taz.de/1/zukunft/wirtschaft/artikel/1/milizionaere-gegen-stahlwerk-gegner/ De acordo com denÃºnciaÂ recebida pela Comissáo de Defesa dos Direitos Humanos da AlerjÂ nesta semana,Â milicianos estariam por detrÃ¡s da contrataçáo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presseerklärung von Marcelo Freixo, Präsident der Menschenrechtskommission des Teilstaatsparlaments von Rio de Janeiro, über den Besuch der Baustelle des künftigen Stahlwerkes:</strong></p>
<p><strong>Transporte de operÃ¡rios da CSA sob suspeita de ligaçáo com milÃ­cia</strong></p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/01/thyssenkrupp-und-paramilitarische-milizen-brasiliens-desastrose-wirkung-unter-deutschen-hauptinvestoren-schreibt-monitor-mercantil-rio-de-janeiro/">http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/01/thyssenkrupp-und-paramilitarische-milizen-brasiliens-desastrose-wirkung-unter-deutschen-hauptinvestoren-schreibt-monitor-mercantil-rio-de-janeiro/</a></p>
<p><strong>Die Tageszeitung:</strong> <a href="http://www.taz.de/1/zukunft/wirtschaft/artikel/1/milizionaere-gegen-stahlwerk-gegner/">http://www.taz.de/1/zukunft/wirtschaft/artikel/1/milizionaere-gegen-stahlwerk-gegner/</a></p>
<p><span id="more-2063"></span></p>
<p>De acordo com denÃºnciaÂ recebida pela Comissáo de Defesa dos Direitos Humanos da AlerjÂ nesta semana,Â milicianos estariam por detrÃ¡s da contrataçáo dos Ã´nibus que prestam serviços de transporte dos operÃ¡rios da Companhia SiderÃºrgica do AtlÃ¢ntico (CSA) -Â indÃºstriaÂ ainda em fase de construçáo, na Zona Oeste do Rio.Â A CSA se comprometeu hoje (6/4) a fornecer Ã  Comissáo, em duas semanas, a listagem das empresas de Ã´nibusÂ subcontratadas por empreiteiras para o transporte externo e internoÂ de funcionÃ¡rios do canteiro deÂ obras. Em visita nesta tarde ao canteiro de obras de Santa Cruz,Â o presidente da Comissáo, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), pÃ´de verificarÂ a existÃªncia deÂ dezenas de Ã´nibus estacionadosÂ Ã  disposiçáo do consÃ³rcioÂ Vale/Thyssen Krupp.</p>
<p>A visita ao canteiro de obras ocorreu como desdobramento de audiÃªncia pÃºblica, realizada pela Comissáo de Direitos Humanos, hÃ¡ duas semanas. Na audiÃªncia,Â pescadores acusaram de cerceamento ao trabalho de subsistÃªncia na BaÃ­a de Sepetiba e de ameaças de morteÂ seguranças a serviço da empresa. <strong>Segundo os pescadores, tais seguranças seriam milicianos que jÃ¡ atuariam na regiáo antes mesmo da chegada da CSA.Â Representantes da siderÃºrgica reconheceram entre os acusados, durante a audiÃªncia,Â o supervisor de segurança Roberto Barroso. A empresa informouÂ sobre oÂ afastamento do funcionÃ¡rio de sua funçáo duranteÂ 30 dias, perÃ­odo em que a empresaÂ assumiu o compromisso de promover uma apuraçáo interna daÂ denÃºncia.</strong></p>
<p><strong>Um pescador estÃ¡ refugiado em outro estado depois de apontar como autor de ameaças de morte o supervisor de segurança da CSA.</strong></p>
<p>”O importante é que essas denÃºncias sejam apuradas, em funçáo de sua gravidade e a Comissáo de Direitos Humanos estÃ¡ cumprindo o seu papel ao realizar essa visita, esclareceu Freixo que, antes da visita Ã  siderÃºrgica, esteve em uma colÃ´nia de pescadores da regiáo, onde a comunidade reiteirou as denÃºncias. <strong>O coordenador geral do Programa de Proteçáo aos Defensores dos Direitos Humanos, da PresidÃªncia da RepÃºblica, Fernando Matos, participou da visita Ã  CSA liderada por Marcelo Freixo, assim como os deputados Rodrigo Dantas (DEM)Â e André do PV.</strong>Â</p>
<p><strong>Laut Presseerklärung will ThyssenKrupp prüfen, ob der Sicherheits-Supervisor der Baustelle, Roberto Barroso, gemäß den Anschuldigungen tatsächlich zu einer paramilitärischen Miliz gehört. Für 30 Tage sei Barroso daher vom Dienst suspendiert worden.</strong></p>
<p><strong>An dem Besuch der ThyssenKrupp-Baustelle nahm laut Presseerklärung auch Fernando Matos aus dem Präsidentenpalast in Brasilia teil. Matos ist Leiter des &#8222;Programms zum Schutz von Verteidigern der Menschenrechte&#8220;.</strong></p>
<p>Wie Marcelo Freixo weiter mitteilt, sprach er in seinem Kabinett des Rio-Parlaments mit einem von Mord bedrohten Fischer, der in einem Schreiben die Mitwirkung einer paramilitärischen Miliz bei der Baustellen-Sicherheit anprangert.Â Â</p>
<p>&#8222;A carta do pescador sob ameaça de morte:</p>
<p>Segunda-feira, 09 de fevereiro de 2009.<br />
Â</p>
<p>Prezados(os) Senhores(as)<br />
Â<br />
Â<br />
Escrevo de um lugar que náo posso revelar. Entenderáo apÃ³s lerem esta carta, os motivos que me levaram a me esconder. Talvez consigam também, mas disso jÃ¡ náo tenho tanta certeza, compreender um pouco como me sinto neste momento em que lhes escrevo: um homem que perdeu tudo, seus sonhos e suas crenças, inclusive o seu passado.<br />
Encontro-me hoje escondido, vivendo de favores, na casa de amigos. Como se eu fosse o criminoso. Nesta jornada deixei para trÃ¡s minha casa, familiares eÂ  minha profissáo. Ã‰ uma triste realidade a minha. Escrevo náo com a intençáo de que entendam como me sinto agora. Penso que sÃ³ conseguiráo entender essas coisas no dia em que vivenciarem em suas prÃ³prias vidas situaçáo semelhante a minha (e isso eu náo desejo para ninguém). Escrevo para pedir que tomem alguma providÃªncia, no que estÃ¡ ao seu alcance, quanto Ã s enormes injustiças que venho enfrentando e que me obrigaram a fugir. E isso, veráo, náo é pedir muito.<br />
As ameaças de morte que me foram feitas, e que me obrigaram a deixar o lugar em que eu vivia, náo sáo recentes. Começaram em 2007 e se mantiveram até os dias de hoje, alternando perÃ­odos em que eram mais freqüentes com perÃ­odos de calmaria. Essas ameaças tomavam as mais variadas formas. Começaram com ameaças por telefone em horÃ¡rios variados, alguns de madrugada. Em alguns telefonemas alguém falava “eram sempre pessoas diferentes, disfarçando a voz, noutros ouvia-se apenas uma respiraçáo ao fundo. Nos telefonemas os recados eram claros, sempre referindo-se aos meus dias, que estariam contados e Ã  segurança de minha famÃ­lia. Algumas vezes tentaram me comprar, oferecendo-me dinheiro para que eu permanecesse quieto. Entraram na minha casa durante a madrugada diversas vezes também. Numa das vezes, utilizaram uma faca para cortar as roupas que estavam no varal. Outra vez, mexeram no meu carro, deixando o capÃ´ aberto. Essas ameaças me assustavam, mas eu continuava na luta. Até semana passada.<br />
Vivia num lugar calmo e bom para minha famÃ­lia e onde eu conseguia exercer minha profissáo tranquilamente, a pesca. Mas este lugar, também é conhecido pela violÃªncia que abriga, relacionada a milÃ­cias de policias e ex-policiais e ao trÃ¡fico de drogas. Até entáo minha vida náo tinha se cruzado com esses matadores. Em 2006 uma grande transnacional alemá “ThyssenKrupp, com a parceria da Vale, começou a se instalar na regiáo e foi aÃ­ que tudo começou. As atividades dessa empresas sáo extremamente danosas ao meio ambiente e impactaram diretamente a vida dos pescadores da regiáo, impedindo-os de trabalhar. Nesta ocasiáo eu jÃ¡ havia montado e participava ativamente de uma associaçáo que defendia os interesses dos pescadores. Comecei entáo a minha luta, juntamente com outros companheiros da BaÃ­a de Sepetiba, para denunciar os crimes que a empresa vinha cometendo na regiáo. Crimes contra os pescadores e o meio ambiente, e contra os trabalhadores que trabalham dentro do canteiro de obras da empresa. Mal sabia eu que a empresa estava trabalhando junto com os grupos relacionados Ã s milÃ­cias da regiáo. AÃ­ as ameaças começaram.<br />
Uma vez, eu e outros pescadores organizamos um protesto num dos portÃµes de entrada da usina. Quando estÃ¡vamos no protesto, percebemos a chegada de homens que náo estavam usando uniforme e que faziam questáo de mostrar que estavam armados e que se diziam ”seguranças da empresa. Esses homens também eram conhecidos na regiáo por trabalharem diretamente ligados Ã s milÃ­cias da regiáo. Um deles é conhecido como LETO. Esses homens tÃªm acesso direto Ã s instalaçÃµes da empresa e sáo eles que controlam também o canteiro de obras. Moradores do entorno da planta, sabem de mortes de trabalhadores, na maioria de imigrantes nordestinos e chineses,Â  por acidentes e mÃ¡s condiçÃµes de trabalho e assassinatos pela milÃ­cia dentro do canteiro de obras. Lideranças de trabalhadores que protestam quanto Ã s condiçÃµes de trabalho ou que tentam fazer greves sáo mortos. Esses acidentes e assassinatos sáo encobertos pela milÃ­cia e contam com a vista grossa de algumas autoridades locais corrompidas pelo enorme poderio econÃ´mico da empresa. Poderia citar outros nomes como Barroso e Pauláo.<br />
Semana passada, apÃ³s uns trÃªs telefonemas de madrugada, dizendo que meus dias estariam contados, quando eu estava passando pela minha rua, percebi que um carro parou. Dentro desse carro estava o Leto. Olhando nos meus olhos, esse matador deu ré em seu carro, parando na minha direçáo e fez um sinal com a máo de que eu esperasse por algo “com a máo espalmada. Automaticamente, acelerou o carro e foi embora. Eu gelei e pensei automaticamente em meus pais e minha famÃ­lia. A partir daÃ­, sai do lugar onde eu morava, abandonando casa, carro e todo o meu passado. Outros companheiros de minha regiáo correm risco e lÃ¡ permanecem. Na Ãºltima semana de dezembro, um outro companheiro, também pescador, foi agredido fisicamente por uma liderança falsa comprada pela empresa e também ligada Ã s milÃ­cias. Abrimos queixa dessa agressáo, mas nada aconteceu até o momento.<br />
Ã‰ por isso, senhores, que lhes escrevo. Tudo o que lhes relato me aconteceu e é a mais pura verdade. Mas náo posso provar. As pessoas que sabem das mortes e das ameaças e que possuem provas, estáo com medo e preferem se calar diante do poder que as milÃ­cias tÃªm na regiáo. Ninguém quer morrer, muito menos nas máos desses assassinos frios que náo poupam ninguém.<br />
Â<br />
Gostaria de, por meio dessa carta, pedir aos senhores as seguintes providÃªncias:<br />
Â<br />
1 “ Que ouvissem as minhas palavras e que investigassem a ligaçáo da Companhia SiderÃºrgica do AtlÃ¢ntico (TKCSA), joint venture entre a Vale e a ThyssenKrupp Steel, com as milÃ­cias da Zona Oeste, bem como seus métodos de controle na regiáo. Neste sentido, existiriam duas vertentes a serem investigadas: por um lado o controle a coaçáo que a empresa impÃµem Ã s lideranças de pescadores que se opÃµem ao empreendimento e que denunciam os crimes que a TKCSA vem cometendo na regiáo; e de outro, a violÃªncia e as péssimas condiçÃµes de trabalho que a empresa impÃµe aos seus funcionÃ¡rios, em grande parte chineses e nordestinos que atuam como ”peÃµes no canteiro de obras.<br />
Â<br />
2 “ Que encontrassem um meio de me proteger. Neste momento em que largo toda a minha vida, preciso de meios como reconstruir tudo. Preciso manter o aluguel de minha esposa e filhos, bem como contribuir na educaçáo e alimentaçáo das crianças. Preciso também manter uma nova casa onde eu possa viver, bem como uma ajuda de custo até que eu consiga um emprego ou uma nova forma de viver. Preciso também garantir, de certa forma e mesmo Ã  distÃ¢ncia, a segurança deles.<br />
Â<br />
3 “ Que encontrassem forma de proteger meus companheiros de luta que continuam na regiáo e que permanecem fortes na defesa da BaÃ­a de Sepetiba.<br />
Â<br />
Â<br />
Neste momento, parte de minha vida estÃ¡ em suas máos. Por favor, náo deixe essas denÃºncias ecoarem no vazio. Vidas inteiras de muitas pessoas dependem de como essas denÃºncias seráo tratadas daqui para a frente. Agradeço a sua atençáo e torço para a populaçáo do Rio de Janeiro e náo sÃ³ da BaÃ­a de Sepetiba escute as denÃºncias que vimos fazendo. Os impactos desses empreendimentos que seráo construÃ­dos na BaÃ­a de Sepetiba por enquanto sÃ³ afetam os pescadores e a populaçáo local, mas num futuro prÃ³ximo seráo um problema para toda a cidade sem distinçáo de classe social.<br />
Â<br />
Atenciosamente,<br />
Â<br />
Um pescador da BaÃ­a de Sepetiba&#8220;</p>
<p><strong>ThyssenKrupp informiert Marcelo Freixo, daß das Unternehmen eine interne Kommission zur Untersuchung der Anschuldigungen gebildet hat.</strong></p>
<p><strong>&#8222;Reviravolta na CSA</strong></p>
<p>Houve uma reviravolta na posiçáo da Companhia SiderÃºrgica do AtlÃ¢ntico (CSA) depois que a Comissáo de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDDHC)Â da Alerj começou a apurar denÃºnciaÂ de pescadores da BaÃ­a de Sepetiba, na Zona Oeste da cidade,Â de ameaças de morte feitas por seguranças do consÃ³rcio multinacional, acusadosÂ integrar milÃ­cia da regiáo.Â Duas semanas depois de publicar na grande imprensa anÃºncios pagos desmentindo as acusaçÃµes,Â a CSA, empreendimento da Vale com a alemá ThyssenKrupp,Â enviou ofÃ­cioÂ ao presidente da Comissáo, deputado Marcelo Freixo (PSOL), para informar sobre a criaçáo de comissáo interna na siderÃºrgica &#8211; formada por empregados, representantes do JurÃ­dico, do RH e da Administraçáo do canteiro de obras &#8211; para apuraçáo da denÃºncia.</p>
<p>Segundo o ofÃ­cio, assinado pelo diretor jurÃ­dico Pedro Teixeira, da ThyssenKrupp CSA SiderÃºrgica do AtlÃ¢ntico, durante os 30 dias de trabalho da comissáo interna, o funcionÃ¡rio Roberto Barroso, supervisor de segurança acusado das ameaças, ficarÃ¡ afastado de suas funçÃµes, &#8222;de modo a permitir a mais ampla investigaçáo&#8220; da denÃºncia. Barroso foi identificado como autor das ameaças pelos pescadores em fotos apresentadas duranteÂ audiÃªncia pÃºblica realizada no dia 19/3 na Alerj. Nas fotos, ele e outro homem, identificado como Pauláo, interferem em manifestaçáo dos pescadores contra o cerceamento ao trabalho artesanal de subsistÃªncia na BaÃ­a de Sepetiba desde a chegada da siderÃºrgica, em 2006, Ã  regiáo. A CSA reconheceu Pauláo como um ex-segurança, terceirizado por meio da empresa de vigilÃ¢ncia Protege.</p>
<p>O casoÂ deverÃ¡ ser objeto também de investigaçáo criminal. Os registros da audiÃªncia pÃºblicaÂ foram encaminhados pela CDDHC Ã  Secretaria de Segurança PÃºblica e ao Ministério PÃºblico. HÃ¡ denÃºnciasÂ náo sÃ³ deÂ ameaças de morte, mas também de crimes ambientais eÂ irregularidades trabalhistas.&#8220;</p>
<p><strong>&#8222;Teatro dos Horrores em Sepetiba&#8220;: <a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=172045&amp;a=112">http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=172045&amp;a=112</a></strong></p>
<p><a href="http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/07/unsagliche-folterpraxis-in-brasilien-gunter-nooke-menschenrechtsbeauftragter-der-deutschen-bundesregierung-kritisiert-in-brasilien-folter-und-andere-menschenrechtsverletzungen-druck-ist-noti/">http://www.hart-brasilientexte.de/2009/04/07/unsagliche-folterpraxis-in-brasilien-gunter-nooke-menschenrechtsbeauftragter-der-deutschen-bundesregierung-kritisiert-in-brasilien-folter-und-andere-menschenrechtsverletzungen-druck-ist-noti/</a></p>
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