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	<title>Klaus Hart Brasilientexte</title>
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	<description>Aktuelle Berichte aus Brasilien - Politik, Kultur und Naturschutz</description>
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		<title>Thomas Dausgaard, Dänemark, dirigiert erstmals OSESP. Mozart und Mahler.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:15:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Klaus Hart]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8222;OSESP-Ankündigung: O que é necessÃ¡rio para que um concerto de mÃºsica sinfÃ´nica seja sucesso garantido? Se vocÃª acha que a resposta inclui uma orquestra reconhecidamente competente, um maestro que jÃ¡ tenha regido as maiores orquestras do planeta, um solista premiado em diversos concursos internacionais e um repertÃ³rio com obras consagradas de alguns dos mais importantes [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8222;</strong><strong>OSESP-Ankündigung: O que é necessÃ¡rio para que um concerto de mÃºsica sinfÃ´nica seja sucesso garantido? Se vocÃª acha que a resposta inclui uma orquestra reconhecidamente competente, um maestro que jÃ¡ tenha regido as maiores orquestras do planeta, um solista premiado em diversos concursos internacionais e um repertÃ³rio com obras consagradas de alguns dos mais importantes compositores da histÃ³ria da mÃºsica, vocÃª deve assistir a uma das trÃªs apresentaçÃµes da Osesp esta semana.</strong></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/home.aspx">http://www.osesp.art.br/home.aspx</a></p>
<p><a href="http://www.osesp.art.br/podcast/">http://www.osesp.art.br/podcast/</a></p>
<p><strong>Das OSESP-Wochenkonzert zweimal zum Nachhören auf &#8222;Cultura FM&#8220; &#8211; anklicken:</strong> <a href="http://www.osesp.art.br/sons_imagens/aovivo/">http://www.osesp.art.br/sons_imagens/aovivo/</a></p>
<p><img src="http://www.hart-brasilientexte.de/wp-content/uploads/2010/06/osespgebaude.jpg" alt="osespgebaude.jpg" /></p>
<p><strong>OSESP-Konzertsaal in Sao Paulo &#8211; ein umgebauter Bahnhof.</strong></p>
<p><strong><span id="more-5786"></span></strong>Regida pelo dinamarquÃªs Thomas Dausgaard, que jÃ¡ esteve Ã  frente de orquestras como Gewandhaus, La Scala, BBC, Royal Philharmonic e SinfÃ´nica de Pittsburgh, a Osesp contarÃ¡ com a participaçáo do pianista Ricardo Castro, brasileiro que divide seu tempo entre a Europa e a direçáo artÃ­stica da SinfÃ´nica da Bahia. O repertÃ³rio dos concertos é um motivo extra para uma visita Ã  Sala Sáo Paulo: na primeira parte, com solos de Castro, o Concerto nÂº 26 Para Piano em Ré Maior “ Coroaçáo, de Mozart. ApÃ³s o intervalo, a orquestra retorna com a Sinfonia nÂº 6 em LÃ¡ Menor “ TrÃ¡gica, de Mahler.Â Â ServiçoTemporada Osesp 2010Â Quinta, 17/6 (21h); Sexta, 18/6 (21h); SÃ¡bado, 19/6 (16h30)Preços: de R$ 36 a R$ 122Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pÃºblica tÃªm 50% de desconto, mediante comprovaçáo<br />
Recomendaçáo etÃ¡ria: 7 anos<br />
CartÃµes de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.<br />
Ingressos também pela Ingresso RÃ¡pido 4003-1212 &#8211; <a href="http://www.ingressorapido.com.br/" title="http://www.ingressorapido.com.br/">www.ingressorapido.com.br</a>Estacionamento: 611 vagas (20 para Portadores de Necessidades Especiais e 33 para Idosos) &#8211; R$ 10.<br />
Sala Sáo Paulo (1484 lugares) “ Pça. JÃºlio Prestes 16 Bilheteria: (11) 3223-3966.Â Â RepertÃ³rioÂ Wolfgang Amadeus MOZARTSalzburg, Ãustria ” 27 de janeiro de 1756 / Viena, Ãustria ” 5 de dezembro de 1791Concerto nÂº 26 Para Piano em Ré Maior, KV 537 ” CoroaçáoDuraçáo aproximada: 30 minutos / Ano da composiçáo: 1788Â Foi como compositor e tecladista que Mozart conquistou o pÃºblico de Viena, apÃ³s abandonar suas tarefas na corte de Salzburgo. Sua fama passou a provir dos muitos concertos para piano e orquestra que escreveu especialmente para as suas concorridas ”academias ” concertos pÃºblicos dados em proveito do artista ”, realizadas na capital do império. Aclamado pelo pÃºblico, com dinheiro no bolso e contente com o seu recente casamento com Constanze, Mozart vivia uma temporada particularmente feliz. Essa ”época de ouro estendeu-se até 1786, ano dos Concertos de nÃºmeros 23 a 25 ” mas é preciso dizer que este Ãºltimo concerto, apresentado em dezembro daquele ano, marca o inÃ­cio da queda da popularidade do compositor. A plateia da capital acabou por abandonar o artista e, diante dos fracassos, Mozart sÃ³ escreveria mais trÃªs concertos para piano antes de morrer. O Concerto nÂº 26 ” Coroaçáo, de fevereiro de 1788, pertence ao grupo final de suas obras: é o penÃºltimo da série. O tÃ­tulo deve-se ao fato de ele ter sido apresentado durante as festividades da coroaçáo de Leopoldo II em Frankfurt, 1790, comemoraçÃµes para as quais Mozart náo fora convidado. Para evitar plÃ¡gios, o compositor deixou as partes do solista incompletas, o que daria muito trabalho aos seus futuros editores. Até mesmo hoje, o Concerto em Ré Maior náo é muito elogiado pela crÃ­tica, que em geral costuma ver nele ”uma imitaçáo de Mozart feita pelo prÃ³prio Mozart. Festivo e solar, o Concerto é aberto por um ”Allegro no qual a orquestra disputa a atençáo do pÃºblico com os solos do piano. Com um acompanhamento simples das cordas, o piano leva os traços melÃ³dicos para o modo menor, dando o esperado contraste ao movimento. Â Gustav MAHLERKaliÅ¡tÄ›, RepÃºblica Tcheca ” 7 de julho de 1860 / Viena, Ãustria ” 18 de maio de 1911Sinfonia nÂº 6 em LÃ¡ Menor ” TrÃ¡gicaDuraçáo aproximada 79 minutos / Ano da composiçáo 1903-04Â Nascido em um vilarejo da antiga BoÃªmia, atual RepÃºblica Tcheca, Mahler teve uma infÃ¢ncia infeliz, tendo visto a metade de seus 14 irmáos morrer, além de presenciar as contÃ­nuas e violentas brigas entre seus pais. Vivendo entre os Ãºltimos suspiros do Romantismo e os primeiros gritos da Modernidade, Mahler construiu uma obra singular: cerca de 50 cançÃµes e dez sinfonias. Em suas sinfonias colossais, as formas tradicionais sáo questionadas ao extremo e, ao mesmo tempo, invadidas pelo conceito inovador da ”polifonia de estilos. As obras sinfÃ´nicas de Mahler fazem referÃªncias simbÃ³licas Ã  natureza, Ã  vida militar, Ã  arte musical dos pobres, Ã  solidáo do ser humano e Ã  sua esperada redençáo. Ritmos de marcha e de danças populares da Europa Central sáo aÃ­ entrelaçados com memÃ³rias melÃ³dicas judaicas e cristás e aquelas ouvidas em tabernas, no mundo teatral e nos salÃµes valsantes de Viena. Em meio a essa profusáo de ideias contrastantes, encontram-se alguns dos temas mais sublimes da produçáo da época. Mahler foi especialmente trÃ¡gico em sua Sexta Sinfonia &#8211; escrita durante meses das suas férias de veráo, entre 1903 e 1904. Apesar do clima aterrador, a partitura nasceu em um momento no qual o autor estava no auge da vida, dirigindo a Ã“pera de Viena, apaixonado pela mulher e por duas filhas, aparentemente tendo tudo para se sentir feliz. Dois elementos-chave alimentam os trÃªs andamentos mais rÃ¡pidos: um pesado ritmo de marcha e um acorde maior que se torna menor. JÃ¡ se disse que o movimento inicial percorre um trajeto que vai das trevas Ã  luz, enquanto que o final, catastrÃ³fico, segue percurso inverso, indo da alegria ao pessimismo. Essas sáo as ideias mais salientes da forma sonata aÃ­ desenvolvida. Os movimentos seguintes alternam ritmos que váo do selvagem ao pacÃ­fico. O ”Finale possui mÃºltiplas indicaçÃµes de andamento, o que atribui Ã  mÃºsica mobilidade, ainda que marcada pelo ritmo de marcha. Mahler adota a forma sonata, precedida de uma introduçáo, e utiliza temas jÃ¡ ouvidos nos outros andamentos. Â Resumos baseados nos originais produzidos pelo escritor J.Jota de Moraes para o programa de concertos da Osesp.Â RegenteThomas Dausgaard &#8211; Primeira vez com a OsespO maestro dinamarquÃªs tornou-se regente principal da SinfÃ´nica Nacional da Dinamarca em agosto de 2004. Sob sua liderança, a Orquestra tem ganhado notoriedade, fazendo diversas gravaçÃµes, além de uma turnÃª mundial que passou por cidades como Berlim, Viena, Paris, Amsterdá e Londres. O CD com obras de Nielsen é um dos destaques dessa discografia e foi nomeado para o PrÃªmio Gramophone de 2007. Em 1997, assumiu a posiçáo de diretor artÃ­stico da Orquestra de CÃ¢mara Sueca ” um dos primeiros grupos de cÃ¢mara a gravar todas as sinfonias de Schumann e uma seleçáo das sinfonias de DvoÅ™Ã¡k, Schubert e Bruckner. Em 2005, o grupo fez sua primeira turnÃª pelo Japáo e recentemente visitou a ItÃ¡lia, Alemanha, Holanda, Espanha e o Reino Unido. Em 2008, fez uma turnÃª pelos EUA, incluindo um concerto no Lincoln Center em Nova York. Além disso, o maestro jÃ¡ apresentou-se com as orquestras de Minnesota, Saint Louis, Filadélfia, da RÃ¡dio Sueca, Gewandhaus de Leipzig; as filarmÃ´nicas de Los Angeles, Oslo, Estocolmo, Sáo Petersburgo, RAI de Turim, La Scala, BBC, Royal Philharmonic, Royal Liverpool, City of Birmingham e as sinfÃ´nicas de Boston, Pittsburgh, Baltimore, Seattle, Houston, Montreal e Toronto. Sua discografia jÃ¡ conta com mais de 30 gravaçÃµes para selos como Chandos Records, Dacapo, Simax Medley e EMI. Â SolistaRicardo Castro “ piano &#8211; Ãšltima vez com a Osesp em maio de 2009 no Quinteto com Piano, de DvoÅ™Ã¡k Nascido na Bahia e radicado na SuÃ­ça desde 1984, quando partiu para estudar piano e regÃªncia no ConservatÃ³rio de Genebra, faz parte da crescente lista de instrumentistas brasileiros com reconhecimento internacional. Ã‰ diretor artÃ­stico e gestor desde 2007 da Orquestra SinfÃ´nica da Bahia e do projeto NeojibÃ¡ (NÃºcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), que funciona em intercÃ¢mbio com o Fesnojiv na Venezuela e que jÃ¡ colhe frutos com a criaçáo de duas orquestras: a Orquestra SinfÃ´nica Juvenil da Bahia Dois de Julho e uma orquestra mirim. Ricardo Castro vive entre a Bahia e a Europa, onde mantém suas atividades de professor, pianista e, mais recentemente, regente. Vencedor do 1Â° prÃªmio na Leeds International Piano Competition em 1993, ele jÃ¡ tocou nas mais importantes salas de concerto do mundo, como Musikverein, ThéÃ¢tre du ChÃ¢telet, Queen Elisabeth Hall ou Herkulessaal, participou de importantes festivais e colaborou com grandes nomes, como Simon Rattle, Augustin Dumay, Quarteto BartÃ³k, Martha Argerich e Maria Joáo Pires, entre outros. Tem diversos discos gravados para o selo BMG ” Arte Nova com obras de Mozart, Manuel de Falla, Franz Liszt e Frédéric Chopin; e um CD para o selo Deutsche Grammophon com obras de Franz Schubert para piano solo e a quatro máos com a pianista Maria Joáo Pires. Em 2008, lançou um CD de mÃºsica de cÃ¢mara pelo selo americano Cedille Records com o oboÃ­sta Alex Klein e o violista Richard Young. Compromissos em 2010 incluem, além da Osesp, concertos com Orquestra de CÃ¢mara de Londres (LCO), FilarmÃ´nica de Minas e SinfÃ´nica da Bahia, entre outras.Â Osesp “ Desde 1954, a Osesp trilhou uma histÃ³ria de conquistas, que culminou em uma instituiçáo reconhecida nacional e internacionalmente pela qualidade e excelÃªncia. Foi dirigida pelo maestro Souza Lima e pelo italiano Bruno Roccella, mais tarde sucedidos por Eleazar de Carvalho, que por 24 anos permanece Ã  frente da Orquestra e deixa um projeto para sua reformulaçáo. Com o apoio do SecretÃ¡rio de Cultura e o empenho do Governador Mario Covas, em 1997 o maestro John Neschling é escolhido para assumir a direçáo artÃ­stica e conduzir essa nova fase na histÃ³ria da Osesp. A Sala Sáo Paulo é inaugurada em 1999 e, nos anos seguintes, sáo criados os coros SinfÃ´nico, de CÃ¢mara, Juvenil e Infantil; o Centro de Documentaçáo Musical Maestro Eleazar de Carvalho; o Serviço de Assinaturas; o Serviço de VoluntÃ¡rios; os Programas Educacionais; a editora de partituras Criadores do Brasil; e a Academia da Osesp. Em maio de 2009, a Osesp ganha o XII PrÃªmio Carlos Gomes na categoria Orquestra SinfÃ´nica, pelo conjunto de apresentaçÃµes realizadas durante o ano de 2008. Indicada pela revista inglesa Gramophone como uma das trÃªs orquestras emergentes no mundo Ã s quais se deve prestar atençáo, a Osesp dÃ¡ continuidade ao projeto de ampliaçáo constante da cultura musical brasileira e para a Temporada 2010 conta com o maestro francÃªs Yan Pascal Tortelier como regente titular e o mÃºsico e escritor Arthur Nestrovski como diretor artÃ­stico.InstituÃ­da em junho de 2005, a Fundaçáo Osesp administra a Orquestra, a Sala Sáo Paulo e, conseqüentemente as relaçÃµes de trabalho de mais de 290 pessoas “ entre mÃºsicos, administraçáo e técnicos “ permitindo maior agilidade administrativa, ampliaçáo de parcerias e melhoria na qualidade dos serviços oferecidos.Â </p>
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